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			    <title>Harun Yahya</title>
			    <link>http://www.harunyahya.com/</link>
			    <description>Hayata Bakışınızı Değiştirecek Eserler / An Invitation to The Truth</description>
			    <language>EN</language><item>
<title>IGREJA CATÓLICA DARWINIANA ROMANA</title>
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Oktar Babuna: &quot;Meu nome &eacute; Oktar Babuna. Sou um neurologista da Turquia. Eu represento Huran Yahya no pa&iacute;s. Ele &eacute; autor de 300 livros incluindo o Atlas da Cria&ccedil;&atilde;o. Agora, falando sobre teorias cient&iacute;ficas, voc&ecirc;s sabem como elas funcionam. Primeiro, voc&ecirc; espalha os princ&iacute;pios de uma hip&oacute;tese e, se for verificada por meio de observa&ccedil;&otilde;es e experimentos, ent&atilde;o se torna uma teoria. Os oradores fazem algumas alega&ccedil;&otilde;es, mas elas n&atilde;o foram confirmadas por evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. Por exemplo, se a evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; um fato, sabe-se que Darwin sugeriu que deveria existir pequenas mudan&ccedil;as sucessivas entre as esp&eacute;cies. Dever&iacute;amos observar formas transicionais. Voc&ecirc; entende, formas transicionais. Precisamos encontr&aacute;-las. Voc&ecirc; pode nos mostrar alguma forma transicional? Animais monstruosos sem asas, por exemplo, depois criam apenas uma, um pedacinho de asa, que mostra &oacute;rg&atilde;os incompletos.&quot;
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Moderador: &quot;Voc&ecirc; est&aacute;... fora de si. Sua pergunta n&atilde;o ser&aacute; respondida.&quot;
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Oktar Babuna: &quot;O Tiktaalik rosaea e o Archaeopteryx n&atilde;o s&atilde;o formas transiocionais, eles s&atilde;o esp&eacute;cies pr&oacute;prias. Animais extintos.&quot;
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Moderador: &quot;Tem algum jeito de desligar esse microfone? Voc&ecirc; est&aacute; desrespeitando as regras...&quot;
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Oktar Babuna: &quot;Isto &eacute; uma discuss&atilde;o cient&iacute;fica.&quot;
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Moderador: &quot;Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; um orador.&quot;
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Oktar Babuna: &quot;Eu n&atilde;o sou um orador. Estou pedindo a eles que mostrem f&oacute;sseis transicionais. A Explos&atilde;o Cambriana...&quot;
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Oktar Babuna: &quot;Isto &eacute; uma discuss&atilde;o cient&iacute;fica...&quot;
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Also read: 
THE VATICAN CONFERENCE IS ANTI-DEMOCRATIC ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>01.04.2009</pubDate>
</item>
<item>
<title>A BIOGRAFIA DE ADNAN OKTAR</title>
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<description><![CDATA[ Adnan Oktar, escritor com o pseud&ocirc;nimo de Harun Yahya, &eacute; um homem que dedicou sua vida inteira a propagar id&eacute;ias sobre a exist&ecirc;ncia e a unicidade de Allah e as gra&ccedil;as do Alcor&atilde;o. Desde seus dias de aluno universit&aacute;rio, ele tem passado todos os momentos de sua vida servindo a essa causa e nunca desistiu ao se deparar com dificuldades. Hoje, ele ainda luta contra toda a press&atilde;o e difama&ccedil;&atilde;o com a mesma paci&ecirc;ncia e firmeza. 
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A seguir, uma s&iacute;ntese da est&oacute;ria da vida de Adnan Oktar em um site da Internet, que se refere a ele com o pseud&ocirc;nimo de Harun Yahya.
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Adnan Oktar nasceu em 1956 em Ankara, onde viveu at&eacute; terminar seu terceiro ano do grau secund&aacute;rio. Seu compromisso com o Islam se tornou mais firme durante estes anos. Ele conquistou um profundo conhecimento sobre Islam lendo in&uacute;meros livros religiosos e compreendendo muitos fatos importantes, passando a compartilh&aacute;-los com conhecidos. Em 1979, Adnan Oktar mudou-se para Istanbul para estudar na Universidade de Mimar Sinan. Foi nessa &eacute;poca que ele assumiu a miss&atilde;o de convidar as pessoas para uma vida mais moral, desfrutando das coisas permitidas e evitando as proibidas.
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Os Anos na Universidade de Mimar Sinan
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Quando Adnan Oktar entrou na Universidade de Mimar Sinan, esta estava sob a influ&ecirc;ncia de v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es marxistas il&iacute;citas e dominada claramente por id&eacute;ias esquerdistas. Todos na universidade, fossem membros do corpo docente ou discente, estavam aderindo ao modo ate&iacute;sta de pensar. Ali&aacute;s, os instrutores aproveitavam todas as oportunidades poss&iacute;ves para propagar a filosofia materialista e a teoria do Darwinismo em suas aulas, mesmo que fossem irrelevantes ao t&oacute;pico em estudo.
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Em um ambiente onde todas as id&eacute;ias religiosas e os valores morais eram desrespeitados e completamente rejeitados, Adnan Oktar comecou a conclamar as pessoas &agrave; sua volta para a unicidade e a exist&ecirc;ncia de Allah. Claro que em tais circunst&acirc;ncias, o Islam n&atilde;o tinha muitas condi&ccedil;&otilde;es de se espalhar. Sua m&atilde;e, Mediha Oktar, relata que, durante esse per&iacute;odo, Adnan Oktar dormia poucas horas por noite, usando todo o resto de seu tempo lendo, tomando notas e guardando arquivos relevantes.
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Ele leu centenas de livros, incluindo artigos fundamentais sobre marxismo, comunismo e filosofia material&iacute;sta e estudou profundamente livros sobre ideologias esquerdistas, fossem eles cl&aacute;ssicos ou raramente lidos. Lia cuidadosamente, marcando as partes importantes e tomando notas ao final. Ele aprendeu muito sobre essas filosofias e ideologias, superando mesmo &agrave;queles que as professavam. Ele tamb&eacute;m pesquisou intensamente a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, a chamada base cient&iacute;fica, e juntou documentos e informa&ccedil;&otilde;es sobre esse assunto.
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Tendo colecionado ampla informa&ccedil;&atilde;o nas contradi&ccedil;&otilde;es e falsidades inerentes a essas filosofias e ideologias baseadas na rejei&ccedil;&atilde;o de Allah, Oktar, sem perda de tempo, utilizou-as para contar os fatos. Ele falou para todo o mundo sobre a exist&ecirc;ncia e a unicidade de Allah e do Alcor&atilde;o, sob a luz da ci&ecirc;ncia, incluindo estudantes e professores da universidade. Ele era visto explicando a natureza imperfeita da filosofia material&iacute;sta e do marxismo durante bate-papos no refeit&oacute;rio, nos corredores da faculdade ou duranto os intervalos, usando como refer&ecirc;ncia livros sobre esse assunto.
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Oktar deu import&acirc;ncia especial &agrave; Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o. Essa teoria, para alguns bastante contradit&oacute;ria com a da Cria&ccedil;&atilde;o, era amplamente aceita pelos estudantes da universidade. Com o apoio da ci&ecirc;ncia, essa teoria almejava a f&eacute; e a moral da juventude. O surgimento de gera&ccedil;&otilde;es de jovens sem valores morais, espirituais e religiosos seria inevit&aacute;vel se o objetivo principal dessa fraude cient&iacute;fica n&atilde;o fosse revelada o mais breve poss&iacute;vel.
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O Primeiro livreto sobre a Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o
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Com esse prop&oacute;sito, Adnan Oktar primeiramente concentrou seus esfor&ccedil;os em provar a nulidade dessa amea&ccedil;a secreta. Sendo bastante avan&ccedil;ada cientificamente, ele concluiu que a pr&oacute;pria ci&ecirc;ncia seria o melhor meio de revelar a natureza sem base dessa teoria inventada. Ele preparou um livreto chamado &ldquo;A Teoria da Evolucao&rdquo;, que na verdade era um resumo de seus intensos estudos e pesquisas. Ele pagou todos os custos do seu pr&oacute;prio bolso, vendendo algumas propriedades que havia herdado. 
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Em seguida, passou a distribuir c&oacute;pias gratuitas do seu livreto pela universidade e a discutir o assunto com quem encontrasse. Esse livreto era de fato um trabalho abrangente, que revelava que a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o era uma fraude sem nenhuma l&oacute;gica cient&iacute;fica. Qualquer um que conversasse com ele poderia compreender tal fato. Consequentemente, era f&aacute;cil concordar que nenhum ser vivo pode vir a existir por pura coincid&ecirc;ncia e sim pela cria&ccedil;&atilde;o de Allah. Entretanto, alguns estudantes que estavam cegamente ligados ao pensamento materialista, mesmo sendo capazes de ver claramente a realidade, expressavam abertamente sua insit&ecirc;ncia em negar tal realidade. Alguns at&eacute; ousavam dizer: &lsquo;Mesmo se eu visse Allah com meus pr&oacute;prios olhos, eu continuaria em guerra contra Ele&rsquo;
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Ademais, alguns estudantes militantes estavam diretamente amea&ccedil;ando Oktar, dizendo que ele estaria pondo sua vida em risco se n&atilde;o cessasse suas atividades. Mas tal press&atilde;o tornou Oktar mais determinado e mais comprometido ainda com sua causa. Rea&ccedil;&otilde;es acirradas preocupantes por parte das rodas de materialistas e ateuss eram a prova maior de que Adnan Oktar estava na dire&ccedil;&atilde;o certa.
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O Temor dos Instrutores Ate&iacute;stas
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Adnan Oktar sempre entrava nas suas aulas preparado com documentos e pesquisas cient&iacute;ficos que sempre guardava consigo e discutia com seus professores sobre a filosofia materialista e a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. Naquela &eacute;poca, havia dois membros docentes muito conhecidos por propagarem intensamente as id&eacute;ias da evolu&ccedil;&atilde;o e do ate&iacute;smo, fato que os tornara respeitados pelos estudantes marxistas. Entretanto, o esfor&ccedil;o desesperado para defender suas id&eacute;ias durantes as discuss&otilde;es com Adnan Oktar e as respostas sem l&oacute;gica que davam, revelaram a f&uacute;til e irreal natureza das id&eacute;ias que eles tentavam propagar aos estudantes.
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Um dia, ao t&eacute;rmino da aula, um professor dissertou brevemente, por&eacute;m de modo eficiente, sobre as falhas da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o de Adnan Oktar. Por&eacute;m ele n&atilde;o conseguiu nenhuma explica&ccedil;&atilde;o ou resposta razo&aacute;vel para os documentos cient&iacute;ficos e explica&ccedil;&otilde;es l&oacute;gicas fornecidas por Oktar. Tudo que ele p&ocirc;de fazer naquele momento foi sair da sala. Esse professor, que sempre passeava pelos corredores da faculdade discutindo longamente com seus alunos ap&oacute;s as aulas, passou a caminhar precipitadamente para sua sala com o intuito de evitar deparar-se com Adnan Oktar. A maioria dos estudantes da universidade estava a par da situa&ccedil;&atilde;o.
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Sozinho por Tr&ecirc;s Anos
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Adnan Oktar estava s&oacute; quando come&ccedil;ou a propagar Islam na universidade de Mimar Sinan. Por mais de tr&ecirc;s anos, ningu&eacute;m adotou seu ponto de vista. As pessoas que compartilhavam suas cren&ccedil;as e que o apoiaram n&atilde;o estavam com ele durante esses anos.&nbsp;Entretanto, nem essa falta de apoio alterou seu compromisso, pois ele sabia que Allah era seu &uacute;nico Companheiro e a sua inten&ccedil;&atilde;o era de agrad&aacute;-Lo.
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Havia alguns jovens, uma vez ou outra, que o escutavam e compartilhavam com as suas id&eacute;ias quando descobriam que eram verdadeiras. Mas esses eram interesses passageiros que nunca se tornaram um grande apoio para Oktar.
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Durante esse per&iacute;odo, ele lutou contra a ideologias marxista e o ate&iacute;smo totalmente s&oacute; e com seus pr&oacute;prios meios. L&iacute;deres marxistas da Universidade passaram a evit&aacute;-lo e incapazes de contradizer os argumentos cient&iacute;ficos de Oktar, eles nada podiam fazer exceto culp&aacute;-lo e critic&aacute;-lo por seu modo de ser, sua barba, suas roupas e seu modo de viver.
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Seus primeiros amigos
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Adnan Oktar entrou na Universidade de Mimar Sinan com notas excelentes. Ele tamb&eacute;m possu&iacute;a um talento exepcional para desenho. Se fosse sua vontade, ele poderia facilmente ter-se formado em Artes e constru&iacute;do uma s&oacute;lida carreira. Ele poderia ter pensado: &lsquo; Vou me preoucupar com minha carreira primeiro e depois come&ccedil;o a propagar o Islam&rsquo;, mas n&atilde;o foi o que fez. Dedicou todo seu tempo, sua energia e seus meios para o &uacute;nico prop&oacute;sito de propagar a palavra de Deus.
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Mesmo sem o apoio de ningu&eacute;m, ele nunca desistiu de sua miss&atilde;o e sempre continuou com determina&ccedil;&atilde;o, com as palavras de Bedi-uz-zaman Saik Nursi em sua mente: &lsquo;O talento nao est&aacute; em ter muitos ouvintes, mas em ganhar o prazer de Allah&rsquo;.
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Finalmente em 1982, pela primeira vez, alguns jovens rec&eacute;m ingressados na Universidade resolveram apoiar Oktar em sua luta ideol&oacute;gica. Com o passar do tempo, um n&uacute;mero maior de jovens passou a abra&ccedil;ar suas id&eacute;ias. O milagre da Cria&ccedil;&atilde;o e a nulidade dos pontos de vista marxistas eram os temas principais das conversas de Oktar com estes jovens. Sua ambi&ccedil;&atilde;o era&nbsp;gui&aacute;-los para serem pessoas com honra. De 1982 a 1984, formou-se um grupo de 20-30 pessoas.
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Em 1984, alguns jovens, filhos de fam&iacute;lias proeminentes de Istanbul que cursavam escolas particulares, foram apresentados a Oktar. Atrav&eacute;s de discuss&otilde;es com ele, esses jovens compreenderam perfeitamente a import&acirc;ncia dos valores morais e come&ccedil;aram a viver de acordo com eles. Suas fam&iacute;lias pertenciam &agrave; alta classe econ&ocirc;mica e eram muito ativas socialmente, por isso essa ades&atilde;o dos jovens aos valores do Islam chocou-os profundamente. 
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Durante esse per&iacute;odo, Oktar n&atilde;o estava mais na Universidade de Mimar Sinan; ele havia ingressado no Departamento de Filosofia da Universidade de Istanbul.
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Jovens que eram apresentados a ele sentiam grande simpatia pela sua causa e estavam impressionados com suas boas maneiras, pontos de vistas e atitudes. Eles, por sua vez, apresentavam os seus amigos a Oktar, e assim uma grande parte dos estudantes de escolas secund&aacute;rias tiveram a oportunidade de conhec&ecirc;-lo. Seu nome um dia apareceu na imprensa pela primeira vez, na revista Nokta (o Ponto), dando-lhe a primeira oportunidade de ser conhecido pelo p&uacute;blico.
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Primeiras impress&otilde;es na imprensa
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A primeira not&iacute;cia sobre Adnan Oktar apareceu como capa da revista Nokta depois que Rusen Cakir, um correspondente da revista, visitou Oktar e seu grupo na mesquita onde se reuniam para discutir. A est&oacute;ria publicada, intitulada &lsquo;Dic&iacute;pulos de Faculdades&rsquo;, cobria basicamente Adnan Oktar e a maneira como ele comunicava a mensagem do Islam aos jovens ao seu redor. Como consequ&ecirc;ncia, muitos outros estudantes de outras faculdades, principalmente da Universidade de Bosphorus, uma das de maior prest&iacute;gio na Turquia, come&ccedil;aram a participar das discuss&otilde;es. 
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A imprensa continuou a cobrir as atividades de Oktar at&eacute; o in&iacute;cio do ver&atilde;o do mesmo ano, sendo tema de capa de muitos jornais. Adnan Oktar, que propagou a mensagem do Islam na por&ccedil;&atilde;o da sociedade mais distante da religi&atilde;o, estava surpreendendo a m&iacute;dia em geral.
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Juda&iacute;smo e Ma&ccedil;onaria
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Toda a pesquisa conduzida por Oktar sobre os judeus e a Ma&ccedil;onaria estava pronta para ser publicada. Ele concentrou esfor&ccedil;os nesse assunto porque no Alcor&atilde;o, Allah chama a aten&ccedil;&atilde;o dos mu&ccedil;ulmanos, mencionando os judeus como os maiores inimigos dos fi&eacute;is. Resultados conclusivos dessa pesquisa mostram que as atividades dos sionistas na Turquia eram controladas pela Ma&ccedil;onaria, um grupo clandestino. Havia uma influ&ecirc;ncia camuflada, por&eacute;m profunda, da ma&ccedil;onaria nos departaments p&uacute;blicos, nas universidades, grupos pol&iacute;ticos e na m&iacute;dia.
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Sua principal miss&atilde;o era alienar aos poucos a na&ccedil;&atilde;o Turca dos valores espirituais, morais e religiosos e transform&aacute;-los em animais, como consta nos vers&iacute;culos distorcidos do Torah. Para atingir tal objetivo, os pontos de vista materialistas da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e do modo de vida anti-religioso e imoral eram injetados na sociedade como um todo, atrav&eacute;s dos ma&ccedil;ons instalados no governo, na m&iacute;dia e nas institui&ccedil;&otilde;es educacionais.
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Essa foi a raz&atilde;o pela qual Oktar reuniu todos seus esfor&ccedil;os para estudar esse assunto, e afinal ele consegui acesso &agrave;s publica&ccedil;&otilde;es originais dos ma&ccedil;ons, as quais eram restritas ao uso interno apenas. &lsquo;Juda&iacute;smo e Ma&ccedil;onaria&rsquo; foi ent&atilde;o publicado, um produto de meticuloso exame da literatura original dos ma&ccedil;ons e que durou por muitos anos.
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Essa publica&ccedil;&atilde;o foi um marco na vida de Oktar, e atrav&eacute;s dela foi poss&iacute;vel o acesso do p&uacute;blico em geral aos bastidores da Ma&ccedil;onaria.
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Dentre os fatos revelados por esse livro, estavam a lista dos ma&ccedil;ons, posi&ccedil;&atilde;o de cada indiv&iacute;duo dentro da organiza&ccedil;&atilde;o, lista dos ma&ccedil;ons no governo, companias e institui&ccedil;&otilde;es ma&ccedil;&ocirc;nicas e suas respectivas atividades e o poder econ&ocirc;mico e pol&iacute;tico que eles possu&iacute;am. A fonte &uacute;nica dessas informa&ccedil;&otilde;es eram as publica&ccedil;&otilde;es originais dos pr&oacute;prios ma&ccedil;ons. Tamb&eacute;m estavam dispon&iacute;ves nessa publica&ccedil;&atilde;o informa&ccedil;&otilde;es sobre a rela&ccedil;&atilde;o da Ma&ccedil;onaria com os ideais sionistas, estruturas organizacionais e hierarquia das ordens ma&ccedil;&ocirc;nicas, s&iacute;mbolos e rituais, liga&ccedil;&atilde;o entre Ma&ccedil;onaria e Juda&iacute;smo, Torah Distorcido e Kabbalah.
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Os Ma&ccedil;ons come&ccedil;am a atacar
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Obviamente a Ma&ccedil;onaria ficou descontente com a revela&ccedil;&atilde;o dos seus segredos ao p&uacute;blico, atrav&eacute;s da publica&ccedil;&atilde;o de Oktar. Al&eacute;m disso, algumas fam&iacute;lias distintas de Istanbul estavam preocupadas com o modo pelo&nbsp;qual seus filhos estavam conduzindo suas vidas e at&eacute; observando suas obriga&ccedil;&otilde;es religiosas. Esses foram os dois fatores decisivos para que os ma&ccedil;ons se empenhassem em fazer com que Oktar cessasse suas atividades.
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A princ&iacute;pio, eles ofereceram grandes somas em dinheiro atrav&eacute;s de &lsquo;intermedi&aacute;rios&rsquo; para que a publica&ccedil;&atilde;o &lsquo;Juda&iacute;smo e Ma&ccedil;onaria&rsquo; fosse interrompida, ao que Oktar obviamente recusou. Em seguida, come&ccedil;aram as amea&ccedil;as que tampouco funcionaram. Em pouco tempo, Adnan Oktar foi preso por um crime que ele n&atilde;o teve nem a chance de saber qual era. Mais tarde, relatou-se que seu crime foram as seguintes palavras atribu&iacute;das a ele: &lsquo;Eu sou da na&ccedil;&atilde;o de Abra&atilde;o e da etnia turca&rsquo;, que apareceram em uma entrevista publicada em um jornal. Essa foi tamb&eacute;m a &eacute;poca em que surgiram reportagens falsas, informa&ccedil;&otilde;es infundadas e difama&ccedil;&otilde;es contra ele. Estava claro que os ma&ccedil;ons se sentiram amea&ccedil;ados por Oktar e antes que fosse muito tarde, eles tentariam par&aacute;-lo a qualquer custo.
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Tortura no Hosp&iacute;cio
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Adnan Oktar foi primeiro levado para a pris&atilde;o e em seguida transferido para o Bakirk&ouml;y Mental Hospital (Hosp&iacute;cio) para observa&ccedil;&atilde;o, sob o pretexto de que ele&nbsp;estava mentalmente perturbado. Ali, ele foi colocado no setor 14A, uma ala reservada para pacientes muito perigosos e imunes a torturas. Como os assassinatos ocorriam frequentemente naquela ala, esperava-se que Oktar fosse morto a qualquer dia. Ele foi acorrentado &agrave; cama pelos tornozelos, exposto a tratamentos cru&eacute;is e for&ccedil;ado a tomar medicamentos que o deixavam quase inconsciente. Enquanto tudo isso ocorria, seus jovens amigos que conseguiam visit&aacute;-lo secretamente, constataram que em nenhum momento ele perdia seu entusiasmo ou determina&ccedil;&atilde;o. Pelo contr&aacute;rio, isso contribuiu para refor&ccedil;ar o compromisso com sua miss&atilde;o. At&eacute; suas express&otilde;es faciais nas fotografias tiradas na pris&atilde;o mostravam a sua determina&ccedil;&atilde;o para continuar com a luta.
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Oktar foi mantido preso e internado por um total de 19 meses, e foi enfim libertado, quando a corte julgou que suas declara&ccedil;&otilde;es eram inofensivas. Quando ele foi libertado, o n&uacute;mero de pessoas que havia aderido &agrave; sua campanha havia aumentado dramaticamente, e alguns dos seus novos seguidores o viram pela primeira vez quando ele ainda estava internado. Como as visitas eram curtas, ou &agrave;s vezes proibidas, esses jovens conversavam com Oktar atrav&eacute;s das grades do hosp&iacute;cio e algumas vezes pulavam as cercas do edif&iacute;cio, apenas para ouvir suas palavras, as quais eram suficientes para que cultivassem uma eterna admira&ccedil;&atilde;o por ele.
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A Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o
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O principal objetivo de Aknan Oktar desde 1979, quando come&ccedil;ou a propagar suas id&eacute;ias sobre religi&atilde;o, era a de revelar a verdadeira face da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. Esse objetivo sempre teve prioridade sobre os outros e nunca perdeu sua import&acirc;ncia ao longo dos anos. Com determina&ccedil;&atilde;o, ele continuou suas atividades contra o Darwinismo e em 1986 ele compilou todas as suas valiosas descobertas no seu livro:
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&lsquo;Seres vivos e Evolu&ccedil;&atilde;o&rsquo;. Sob a luz de fontes cient&iacute;ficas, esse livro mostrou o impasse da conhecida teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e revelou o fato da Cria&ccedil;&atilde;o, mantendo-se como um exemplo sem par de refer&ecirc;ncia anti-darwinista.
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Durante esses anos, seus amigos tamb&eacute;m concentraram esfor&ccedil;os para derrubar a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e provar sua natureza infundada. Argumentos cient&iacute;ficos ocorriam frequentemente entre estudantes em col&eacute;gios e faculdades, o que surpreendia os professores que cegamente ensinavam o Darwinismo. Era a primeira vez em suas vidas, que eles se deparavam com estudantes com tanto conhecimento sobre a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, at&eacute; mais do que eles pr&oacute;prios. Conhecimento tal que o levavam a defender eloq&uuml;entemente a id&eacute;ia da Cria&ccedil;&atilde;o. Havia confer&ecirc;ncias sobre o assunto em universidades, onde professores e estudantes ateus, que ansiosamente compareciam &agrave;s palestras, se chocavam com as evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas fornecidas nessas confer&ecirc;ncias. Evid&ecirc;ncia de que a teoria era cientificamente inv&aacute;lida era ouvida em feiras de livros, centros culturais e at&eacute; nos meios de transporte de massa. Essa foi, na verdade, uma preliminar para a campanha que seria lan&ccedil;ada em 1988, cujo objetivo era: erradicar a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e o materialismo da hist&oacute;ria.&nbsp;
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Novos C&iacute;rculos
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Na &eacute;poca em que Oktar foi libertado, a maioria dos seus ent&atilde;o jovens amigos j&aacute; havia ingressado nas universidades, fazendo com que seus esfor&ccedil;os n&atilde;o se restringissem apenas &agrave;s escolas. Era um &eacute;poca em que seus pontos de vista atingiam diferentes setores da sociedade. Oktar e seus seguidores se empenhavam em lembrar aos jovens que queriam viver suas vidas ao m&aacute;ximo, que eles eram respons&aacute;veis pelos seus pr&oacute;prios atos e pensamentos, e que ao final seriam julgados na presen&ccedil;a de Allah. E de acordo com isso, Oktar recomendava que eles reorientassem seus atos e condutas em submiss&atilde;o &agrave; vontade de Allah. De fato, aqueles que se entregaram aos extremos, como um modo de vida, abandonaram essa forma degenerada de viver e se tornaram pessoas conscientes e respons&aacute;veis.
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Tendo em mente que uma pessoa nunca pode melhorar sua conduta se n&atilde;o tiver sinceridade em seus atos, Oktar recomendava aos jovens que adotassem como principal objetivo de suas vidas o de agradar a Allah, pois todos seriam julgados na Sua presen&ccedil;a e deveriam, portanto, comportar-se da maneira mais decente poss&iacute;vel.
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A Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica
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Ao longo dos dois anos que se seguiram &agrave; sua liberta&ccedil;&atilde;o em 1988, Adnan Oktar estabaleceu a base ideol&oacute;gica da Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica. Atrav&eacute;s de di&aacute;logos sobre valores morais com seus companheiros de ideologia, ele contribuiu para a forma&ccedil;&atilde;o do perfil intelectual da Funda&ccedil;&atilde;o. Finalmente, em janeiro de 1990, Oktar e seus amigos fundaram a Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica para continuar seus servi&ccedil;os oficialmente, usando o nome desse instituto com o objetivo de atingir as massas. Oktar foi declarado o Presidente Honor&aacute;rio da Funda&ccedil;&atilde;o, que assegurava a realiza&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meras atividades, enquanto seus membros publicavam livros e conduziam estudos culturais, pain&eacute;is de discuss&atilde;o e confer&ecirc;ncias para proteger e reviver os valores morais.
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Durante uma reuni&atilde;o de rotina, com a presen&ccedil;a de mais de 100 membros da Funda&ccedil;&atilde;o, houve uma grande invas&atilde;o policial, onde muitos foram levados em cust&oacute;dia e interrogados pela pol&iacute;cia. No dia seguinte, um &oacute;rg&atilde;o ma&ccedil;&ocirc;nico da m&iacute;dia cobriu esse epis&oacute;dio como se a pol&iacute;cia tivesse estourado uma grande organiza&ccedil;&atilde;o criminosa. A maioria dos membros foi libertada em 3 ou 4 horas, mas a campanha caluniosa da imprensa durou dias, com acusa&ccedil;&otilde;es falsas e levianas, com o intuito de passar uma imagem distorcida para as institui&ccedil;&otilde;es judici&aacute;rias. Mas todo esse esfor&ccedil;o foi em v&atilde;o. Oktar foi mantido em cust&oacute;dia e interrogado por uma semana e logo libertado sem que se apurasse qualquer crime no incidente. Estava evidente que o mesmo grupo de pessoas tentava agora dar-lhe uma li&ccedil;&atilde;o com suas pr&oacute;prias m&atilde;os.
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A Conspira&ccedil;&atilde;o da Coca&iacute;na
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Durante o ano de 1990, as atividades da Funda&ccedil;&atilde;o seguiram com mais determina&ccedil;&atilde;o ainda. Em meados de 1991, dois membros da Funda&ccedil;&atilde;o casaram-se oficialmente, mas as fam&iacute;lias dos dois jovens se opuseram ao casamento, culpando Adnan Oktar por uma uni&atilde;o que n&atilde;o tinha aspecto ileg&iacute;timo algum. Mais tarde, Oktar foi outra vez preso, mas agora havia forte evid&ecirc;ncia de uma conspira&ccedil;&atilde;o muito maior. Quando os policiais invadiram sua casa para prend&ecirc;-lo, encontraram, em poucos instantes, um pacote de coca&iacute;na dentro de um livro, dentre os milhares que estavam colocados em estantes que cobriam duas paredes inteiras. Obviamente esses poucos instantes foram o tempo suficiente para que os pr&oacute;prios policiais colocassem a droga dentro do livro.
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Logo ap&oacute;s esse incidente, Oktar estava com uns amigos em Izmir quando foi preso novamente e transferido para o Quartel General da Seguran&ccedil;a de Istanbul, onde foi detido por 62 horas. Em seguida, ele foi mandado ao Instituto de Medicina Legal para ser submetido a um teste de coca&iacute;na. O resultado foi bastante interessante de fato: uma alta quantidade de um produto derivado da coca havia sido detectado em seu sangue!
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Evid&ecirc;ncias subsequentes provaram que tudo isso era de fato uma mera conspira&ccedil;&atilde;o. Em primeiro lugar, descobriu-se que a droga encontrada na casa de Oktar era o in&iacute;cio da tal conspira&ccedil;&atilde;o, porque alguns dias antes deste epis&oacute;dio, Oktar tinha deixado sua casa em Ortakoy, Istanbul, e, temendo que estivessem planejando algo contra ele, chamou sua m&atilde;e por telefone, pedindo-lhe que revistasse a casa meticulosamente, junto com duas outras pessoas como testemunhas. Sra. Mediha Oktar, juntamente com seu vizinho e o porteiro, revistou e limpou a casa de Oktar inteiramente, estante por estante, livro por livro. E apesar do fato de Oktar n&atilde;o ter aparecido em sua casa depois dessa limpeza, os policiais invadiram-na 16 dias depois e subitamente encontraram o pacote da droga dentro de um livro! O vizinho e o porteiro de Mediha Oktar testemunharam separadamente e ambos atestaram que haviam limpado os livros de Oktar um por um e n&atilde;o tinham encontrado pacote de droga algum.
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A segunda parte da conspira&ccedil;&atilde;o da coca foi o teste sang&uuml;&iacute;neo, provado ser falso atrav&eacute;s de provas cient&iacute;ficas e judiciais. Oktar havia permanecido sob cust&oacute;dia por 62 horas e o teste foi conduzido ap&oacute;s esse per&iacute;odo. Por&eacute;m, atrav&eacute;s da quantidade detectada da droga, &eacute; poss&iacute;vel saber a quantidade exata consumida e quanto tempo antes do teste ela foi consumida. Os c&aacute;lculos feitos com o resultado de Oktar, indicaram que a droga havia sido consumida nas &uacute;ltimas 62 horas, per&iacute;odo em que ele estivera detido na Quartel de Seguranca de Istanbul, provando portanto que a coca&iacute;na estava misturada na comida que lhe davam.
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Essa fraude foi confirmada por 30 outras intitui&ccedil;&otilde;es de medicina legal, incluindo a Scotland Yard. A conclus&atilde;o comum de todos eles foi: &lsquo;A coca&iacute;na foi misturada em sua comida, enquanto estava detido pela pol&iacute;cia. Isso &eacute; de fato uma conspira&ccedil;&atilde;o.&rsquo; 
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Subsequente a isso, o Instituto de Medicina Legal Turco tamb&eacute;m acabou por confirmar o mesmo resultado e Adnan Oktar foi absolvido das acusa&ccedil;&otilde;es. 
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A conspira&ccedil;&atilde;o da coca&iacute;na s&oacute; veio confirmar a profunda inimizade que algumas rodas tinham contra Oktar, da&iacute; os m&eacute;todos ilegais para impedir suas atividades. Essa inimizade aumentou quando Oktar anunciou que estava trabalhando em um livro sobre Ma&ccedil;onaria e suas estrat&eacute;gias ocultas na Turquia.
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Como a m&iacute;dia reagiu &agrave; Conspira&ccedil;&atilde;o?
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A inten&ccedil;&atilde;o do c&iacute;rculo ma&ccedil;&ocirc;nico, atrav&eacute;s da conspira&ccedil;&atilde;o da coca, era a de manter Oktar na cadeia por anos, apesar de ele n&atilde;o ter cometido crime algum. Fraudando o teste sang&uuml;&iacute;neo, o objetivo era o de desonrar sua imagem diante do p&uacute;blico. De fato, alguns &oacute;rg&atilde;os da imprensa controlados pelos ma&ccedil;ons organizaram uma campanha de difama&ccedil;&atilde;o, manifestando abertamente seu apoio a eles. Outros jornais publicaram frases insultantes em suas capas em letras mai&uacute;sculas. Nota-se claramente a cruel inten&ccedil;&atilde;o dessas pessoas de exterminar as atividades daqueles que se comprometeram em propagar a mensagem de Allah e da boa moral. Os esfor&ccedil;os de Oktar n&atilde;o diminu&iacute;ram quanto a representar firmemente seus objetivos e esse m&eacute;todo foi adotado pelos ma&ccedil;ons para estabelecer uma sociedade puramente materialista, livre de valores morais.
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A atitude subjetiva dessa fatia da imprensa tornou-se mais clara ainda com o passar dos anos. Os jornais, que outrora possu&iacute;am uma sensibilidade extraordin&aacute;ria para difamar Oktar, dedicando at&eacute; oito colunas com suas palavras de insulto, n&atilde;o conseguiram dar uma cobertura na mesma dimens&atilde;o, quando Oktar foi absolvido das falsas acusa&ccedil;&otilde;es, publicando poucas linhas com palavras n&atilde;o t&atilde;o agrad&aacute;veis. 
O fato de os ma&ccedil;ons e materialistas terem-se unido contra Oktar era o maior sinal de que ele estava na dire&ccedil;&atilde;o certa. Toda difama&ccedil;&atilde;o contra os mu&ccedil;ulmanos mencionada no Alcor&atilde;o estava sendo usada contra ele agora. Ele foi acusado de &lsquo;m&aacute;gico&rsquo;, &lsquo;insano&rsquo; e &lsquo;uma pessoa em busca de auto-benef&iacute;cio&rsquo;, quando na verdade eles se referiam &agrave; sua honestidade e dec&ecirc;ncia. Entretanto, Oktar sempre frisava que difama&ccedil;&otilde;es e ataques feitos por grupo de pessoas que se perderam do caminho certo, eram apenas uma fonte de honra para sua pessoa.
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A vida isolada de Adnan Oktar
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Ap&oacute;s estabelecer a miss&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica e acompanhar de perto suas atividades ininterruptamente por dois anos, Oktar passou a dedicar todo seu tempo a escrever livros. Principalmente depois de ser v&iacute;tima da conspira&ccedil;&atilde;o da coca, ele se recolheu a uma vida isolada em sua casa, para prevenir ataques contra sua pessoa e para ter mais tempo para escrever. Ele ocasionalmente visitava amigos e participava de discuss&otilde;es, sempre se recusando a dar entrevistas &agrave; imprensa, apesar das constantes insist&ecirc;ncias.
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Durante esse per&iacute;odo, suas atividades se limitavam a contribuir com id&eacute;ias e a estabelecer objetivos para a Funda&ccedil;&atilde;o, com recomenda&ccedil;&otilde;es sobre os princ&iacute;pios e boas maneiras constantes no Alcor&atilde;o. Esse per&iacute;odo durou at&eacute; o dia 12 de Novembro, quando uma opera&ccedil;&atilde;o policial foi conduzida contra a comunidade da Funda&ccedil;&atilde;o.
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Comunicando o Islam para Pessoas Proeminentes
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Uma das maiores metas de Oktar era a de alterar radicalmente a firme convic&ccedil;&atilde;o da sociedade sobre religi&atilde;o, ou seja, de que ela era um fen&ocirc;meno que diz respeito&nbsp;apenas aos idosos ou a um setor da sociedade em particualr. Esta convic&ccedil;&atilde;o obstru&iacute;a intensamente a penetra&ccedil;&atilde;o da verdade do Alcor&atilde;o em uma parte consider&aacute;vel da sociedade. Aqueles que deveriam estar servindo como modelo aos jovens de hoje eram homossexuais, pessoas falsas ou indecentes, que em uma massa degenerada sem moral alguma, estavam se autodestruindo a cada dia mais. Mas poderia haver uma salva&ccedil;&atilde;o para estas pessoas se a verdade lhes fosse dita a tempo.
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Para eliminar tal ferida que prevalecia na sociedade, Oktar tomou a iniciativa de contatar pessoas que causassem um &lsquo;impacto&rsquo; efetivo sobre ela e inform&aacute;-las sobre os valores morais. Assim, Oktar e seu grupo passaram a falar com ricos e famosos como modelos, cantores e atores, como esclarece o seguinte informe de imprensa da Funda&ccedil;&atilde;o:
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&nbsp;&ldquo;O di&aacute;logo entre alguns membros da Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica e os modelos foi baseado na inten&ccedil;&atilde;o de familiarizar estes &uacute;ltimos com os valores da boa moral e conduta. Especialmente durante os anos 1994&ndash;95, alguns membros da Funda&ccedil;&atilde;o desenvolveram um relacionamento amistoso com alguns modelos, explicando-lhes a degenera&ccedil;&atilde;o moral em que se encontra&nbsp;nossa sociedade e informando-lhes sobre a exist&ecirc;ncia de Allah. Muitos livros sobre os milagres do Alcor&atilde;o e a boa moral foram a eles distribu&iacute;dos e essa sincera aproxima&ccedil;&atilde;o tem causado um despertar espiritual em algumas dessas pessoas&rdquo;.
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G&uuml;lay Pinarbasi &eacute; um exemplo not&oacute;rio desse despertar. Ela era modelo antes de conhecer a comunidade da Funda&ccedil;&atilde;o e ap&oacute;s esse encontro decidiu mudar totalmente seu modo de vida. Ela abandonou seu antigo modo de viver e passou a dedicar todo seu tempo aos estudos cient&iacute;ficos e religiosos, iniciando-se em uma carreira de colunista em um jornal conservador. Enquanto isso, alguns modelos tamb&eacute;m foram impactados pelas verdades ditas por nossos membros, e tamb&eacute;m acabaram desistindo de suas carreiras para seguir um rumo diferente em suas vidas.
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A Incans&aacute;vel luta contra o Darwinismo
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No in&iacute;cio de 1998, Oktar e seus companheiros lan&ccedil;aram uma grande campanha intelectual contra o Darwinismo. Primeiramente, milhares de c&oacute;pias do livro de Oktar, A Fraude da Evolu&ccedil;&atilde;o, e livretos relacionados foram distribu&iacute;dos em cada esquina da Turquia. A Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica organizou uma s&eacute;rie de confer&ecirc;ncias entitulada &lsquo;O Colapso da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o e o Evento da Cria&ccedil;&atilde;o&rsquo; em todo o pa&iacute;s. As primeiras tr&ecirc;s confer&ecirc;ncias foram em Istanbul e Ankara e teve a participa&ccedil;&atilde;o de cientistas e palestrantes americanos de grande renome.
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Eventos similares foram organizados em 120 cidades da Turquia, onde membros da Funda&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas diversas da Ci&ecirc;ncia deram palestras com o prop&oacute;sito de silenciar o Darwinismo, uma falsidade propagada com a &lsquo;b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o&rsquo; da ci&ecirc;ncia, e dar um fim&nbsp;ao pensamento materialista.
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Essas atividades realizadas pela Funda&ccedil;&atilde;o, sob a lideran&ccedil;a de Oktar, obtiveram grande &ecirc;xito, j&aacute; que pessoas que n&atilde;o tinham conhecimento sobre a Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o at&eacute; ent&atilde;o, tiveram a oportunidade de aprend&ecirc;-la a fundo e assim entender a dimens&atilde;o da falsifica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica que ela representou em todo o mundo. O Povo da Turquia reconheceu que o sistema educacional, baseado na imposi&ccedil;&atilde;o da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o nas mentes dos jovens, era um plano furtivo contra os valores sociais e morais das futuras gera&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, ele teve a oportunidade de notar que a filosofia materialista e a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, a chamada base cient&iacute;fica para essa filosofia, eram a fonte &uacute;nica do comunismo que causava anarquia e terror em todos os pa&iacute;ses.
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Publica&ccedil;&otilde;es de livros, organiza&ccedil;&atilde;o de confer&ecirc;ncias, produ&ccedil;&atilde;o de videotapes e CDs foram as atividades b&aacute;sicas da Funda&ccedil;&atilde;o, sempre enfatizando o mesmo aspecto. Os livros escritos com o pseud&ocirc;nimo de &lsquo;Harun Yahya&rsquo; e as produ&ccedil;&otilde;es feitas com contribui&ccedil;&otilde;es da Funda&ccedil;&atilde;o, inclu&iacute;am mais de 100 livros com temas pol&iacute;ticos, cient&iacute;ficos e religiosos, 5 document&aacute;rios, dezenas de videocassetes e CDs interativos sobre a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e a Cria&ccedil;&atilde;o. Essa cole&ccedil;&atilde;o de trabalhos de alta qualidade com est&eacute;tica e conte&uacute;do bem fundamentado &eacute; uma importante fonte.
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E Press&atilde;o outra vez....
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Todas essas atividades aborreciam e inquietavam alguns grupos em particular, fazendo com que o c&iacute;rculo ma&ccedil;&ocirc;nico lan&ccedil;asse uma campanha contra tais atividades, com declara&ccedil;&otilde;es como: &lsquo;Confer&ecirc;ncias da Funda&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica devem ser impedidas&rsquo;. O prop&oacute;sito era de impedir qualquer estudo cient&iacute;fico que contestasse a evolu&ccedil;&atilde;o pois eles estavam irados com o efeito negativo que essas atividades tiveram sobre a filosofia que eles n&atilde;o mais conseguiam sustentar. Sem respostas cient&iacute;ficas &agrave; altura, eles n&atilde;o suportavam mais a campanha contr&aacute;ria &agrave; teoria que eles cegamente seguiram diante dos olhos do p&uacute;blico turco. Tal campanha durou at&eacute; 1999, &eacute;poca em que a not&iacute;cia sobre 'Ma&ccedil;onaria Global', um grande livro por Harun Yahya, em tr&ecirc;s volumes, se espalhou...Isso foi na verdade o grande desafio para o c&iacute;rculo ma&ccedil;&ocirc;nico e n&atilde;o colocando-se em risco, os ma&ccedil;ons elaboraram planos e fizeram den&uacute;ncias infundadas &agrave;s autoridades, provocando-os. Ent&atilde;o veio a maior opera&ccedil;&atilde;o policial da Rep&uacute;blica Turca!
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Obviamente Adnan Oktar n&atilde;o estava sendo abertamente acusado de &lsquo;convidar pessoas ao caminho de Allah, lembrando-as sobre Allah, religi&atilde;o e boa moral do Islam e de se opor ao materialismo, descren&ccedil;a e imoralidade&rsquo;. Aos olhos daqueles que o impediam de proseguir, esses eram os verdadeiros &lsquo;crimes&rsquo; que ele cometia, enquanto a imprensa se encarregava de transmitir os fatos distorcidos ao p&uacute;blico.
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At&eacute; Novembro de 1999, &oacute;rg&atilde;os da m&iacute;dia, inimigos de Oktar, ainda usavam seu usual m&eacute;todo de produzir difama&ccedil;&otilde;es sem fundamento, cenas e mentiras que apareciam nos jornais diariamente e que, curiosamente, eram seguidamente refutadas por novas mentiras. Deixando de lado o princ&iacute;pio da confian&ccedil;a como um meio de comunica&ccedil;&atilde;o, esses &oacute;rg&atilde;os refletiam&nbsp;a inimizade que sempre tiveram contra Oktar.
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Mesmo assim, Oktar sempre disse que eles tamb&eacute;m se submetem inevitavelmente &agrave; vontade de Allah e cumprem inconscientemente as suas obriga&ccedil;&otilde;es da melhor maneira poss&iacute;vel, uma vez que foi isso que lhes foi predestinado por Allah.
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Sem perceber, eles est&atilde;o servindo ao prop&oacute;sito dos mu&ccedil;ulmanos, no sentido de fazer esses &uacute;ltimos serem testados e assim ganhar o contentamento de Allah atrav&eacute;s de todos esses incidentes. Al&eacute;m disso, essa &eacute; a maneira pela qual os que dizem a verdade se tornam aparentes e reconhecidos por todos.
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De acordo com o vers&iacute;culo 'Repila (o Mal)com o que &eacute; melhor' (Surah Fussilat:34), Oktar tem sempre uma rea&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e tolerante com aqueles que o t&ecirc;m como inimigo. Ele enfatiza o fato de que &lsquo;O destino que Allah cria &eacute; sempre perfeito e h&aacute; bem em tudo&rsquo;. 
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A perfei&ccedil;&atilde;o do destino criado por Allah ser&aacute; testemunhado por todo o mundo se Ele assim o quiser. 


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&nbsp; ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>01.04.2009</pubDate>
</item>
<item>
<title>O ERRO DA NATIONAL GEOGRAPHIC SOBRE DARWIN</title>
<link>http://us1.fmanager.net/api_v1/productDetail.php?dev-t=EDCRFV&amp;objectId=13518</link>
<description><![CDATA[ 

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A edi&ccedil;&atilde;o de novembro de 2004 da revista National Geographic (NG) trouxe como artigo de capa a quest&atilde;o &ldquo;Darwin estava errado?&rdquo;. David Quammen, autor do artigo com o mesmo t&iacute;tulo, respondeu &ldquo;N&atilde;o&rdquo; &agrave;quela pergunta a partir de seu ponto de vista pr&oacute;prio, e afirmou que, atualmente, a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o de Darwin &eacute; apoiada por evid&ecirc;ncias poderosas. Quammen repetiu as principais declara&ccedil;&otilde;es do livro de Darwin A origem das esp&eacute;cies (The Origin of Species), mas desprezou um detalhe importante.
&nbsp;
Darwin acrescentou outro cap&iacute;tulo ao seu livro, intitulado &ldquo;Dificuldades na teoria&rdquo; e admitiu abertamente a exist&ecirc;ncia de dificuldade nos seguintes termos:
&nbsp;
&Eacute; t&atilde;o grande a soma de v&aacute;rias obje&ccedil;&otilde;es e dificuldades que podem, com justi&ccedil;a, ser levantadas contra minha teoria... Eu tenho sentido dificuldades muito grandes, durante muitos anos, para duvidar de sua gravidade. &sup1;
&nbsp;
Contudo, o fato &eacute; que o artigo da NG n&atilde;o discutiu nenhum dos fen&ocirc;menos que Darwin considerou como um problema para sua teoria, at&eacute; mesmo ignorando a exist&ecirc;ncia deles. Por exemplo, embora Darwin tivesse se referido em seu livro &agrave; maneira pela qual o registro f&oacute;ssil falhou em dar apoio &agrave; sua teoria, bem como &agrave; complexidade do olho, a revista NG nem sequer menciona assuntos tais como a explos&atilde;o cambriana, a complexidade biol&oacute;gica e a origem da informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, os quais a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; incapaz de explicar.
&nbsp;
Quammen, que neste caso parece ser mais darwinista que o pr&oacute;prio Darwin, surgiu como defensor, n&atilde;o de uma teoria que pode explicar as dificuldades, mas de um &ldquo;dogma&rdquo; que necessita ser protegido da cr&iacute;tica.
&nbsp;
Neste artigo, as assim chamadas evid&ecirc;ncias de Quanmen s&atilde;o analisadas, e &eacute; refutada a propaganda darwinista endossada pela revista NG.
&nbsp;
Um exemplo da posi&ccedil;&atilde;o dogm&aacute;tica da EDI&Ccedil;&Atilde;O TURCA DA NG&nbsp;&nbsp; 
&nbsp;
A edi&ccedil;&atilde;o em l&iacute;ngua inglesa do artigo da NG &ldquo;Darwin estava errado?&rdquo; tamb&eacute;m dedicou espa&ccedil;o para as obras de Harun Yahya sobre a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. A se&ccedil;&atilde;o que descreveU as rea&ccedil;&otilde;es, em &acirc;mbito mundial, contra o evolucionismo publicou o seguinte, referindo-se a Harun Yahya:
&nbsp;
O desconforto dessas rea&ccedil;&otilde;es &eacute; equiparado ao dos criacionistas isl&acirc;micos tais como Harun Yahya, autor de uma recente publica&ccedil;&atilde;o intitulada O engano do Evolucionismo (The Evolution Deceit), que enfatiza a hist&oacute;ria da cria&ccedil;&atilde;o em seis dias, o que no Alcor&atilde;o &eacute; uma verdade absoluta, e que chama a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o de &ldquo;nada mais do que um engano imposto pelos dominadores do sistema mundial.&rdquo;
&nbsp;
Interessante &eacute; que Harun Yahya n&atilde;o apareceu na vers&atilde;o turca da NG, na qual essa se&ccedil;&atilde;o foi alterada assumindo a seguinte forma: &ldquo;Este desconforto apresenta um paralelismo entre aqueles que ap&oacute;iam a id&eacute;ia de cria&ccedil;&atilde;o.&rdquo;
&nbsp;
Como algu&eacute;m que declara como seu alvo principal descrever a invalidade filos&oacute;fica e cient&iacute;fica do Darwinismo, Harun Yahya tem monitorado de perto a propaganda darwinista nos &uacute;ltimos anos e tem respondido, sob a luz de descobertas cient&iacute;ficas, aos escritos e transmiss&otilde;es pr&oacute;-evolucionistas de organiza&ccedil;&otilde;es da m&iacute;dia, nas quais a NG se enquadra. (ver http://www.darwinism-watch.com).
&nbsp;
Se o Darwinismo realmente estava apoiado por evid&ecirc;ncias maci&ccedil;as, como este artigo da NG afirmou, ent&atilde;o por que a NG da Turquia tenta impedir que a cr&iacute;tica cient&iacute;fica de Harun Yahya seja ouvida? Poderia ser porque a NG da Turquia estivesse preocupada em que o Darwinismo seria incapaz de resistir a tal cr&iacute;tica cient&iacute;fica? De fato, esta atitude da NG turca n&atilde;o somente mostra que a revista n&atilde;o est&aacute; desejosa de informar seus leitores sobre a fonte de cr&iacute;tica efetiva contra a evolu&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m confirma a cr&iacute;tica de que ela procura manter firme o Darwinismo como uma ideologia.
&nbsp;
A NG n&atilde;o deseja encarar os fatos cient&iacute;ficos modernos
&nbsp;
N&atilde;o pode haver d&uacute;vida de que, com o intuito de dar uma resposta realista &agrave; quest&atilde;o &ldquo;Darwin estava errado?&rdquo;, &eacute; necess&aacute;rio olhar o que Darwin, na realidade, dizia e comparar com os fatos cient&iacute;ficos modernos. Em seu livro A origem das esp&eacute;cies (The Origin of Species), no qual Darwin apresenta sua teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, ele forneceu um crit&eacute;rio importante para testar sua teoria. O crit&eacute;rio &eacute; t&atilde;o concreto que, nas pr&oacute;prias palavras de Darwin, poderia &ldquo;invalidar totalmente&rdquo; a teoria. Ele escreveu:
&nbsp;
Se pudesse ser demonstrado que existiu algum &oacute;rg&atilde;o complexo, que n&atilde;o poderia ter sido formado por pequenas modifica&ccedil;&otilde;es, numerosas e sucessivas, a minha teoria seria totalmente invalidada. &sup2;
&nbsp;
Darwin sustentava que os &oacute;rg&atilde;os evolu&iacute;ram durante um processo gradual. Pensando neste processo imagin&aacute;rio, ao inverso, parece que Darwin presumiu que tais &oacute;rg&atilde;os possu&iacute;am redutibilidade. Entretanto, os avan&ccedil;os ocorridos no campo da bioqu&iacute;mica, especialmente nos &uacute;ltimos quarenta anos, t&ecirc;m revelado que a c&eacute;lula possui extrema complexidade. Os detalhes da c&eacute;lula eram desconhecidos, no tempo de Darwin, raz&atilde;o pela qual ela era equivalente a uma &ldquo;caixa preta&rdquo;, mas hoje sabe-se que certas estruturas dentro da c&eacute;lula, na realidade, possuem caracter&iacute;sticas de &ldquo;complexidade irredut&iacute;vel.&rdquo;
&nbsp;
A &ldquo;complexidade irredut&iacute;vel&rdquo; &eacute; um fen&ocirc;meno baseado em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas e literalmente constitui a ant&iacute;tese da teoria de Darwin. O mais importante personagem a trazer este conceito para a agenda do mundo cient&iacute;fico foi o bioqu&iacute;mico Michael J. Behe da Universidade Lehigh, nos Estados Unidos. Em seu livro, publicado em 1996, A caixa preta de Darwin: o desafio bioqu&iacute;mico &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o (Darwin's Black Box: The Biochemical Challenge to Evolution), Behe examina a natureza irredutivelmente complexa da c&eacute;lula e algumas outras estruturas biol&oacute;gicas, e revela que elas n&atilde;o t&ecirc;m possibilidade de serem explicadas em termos evolutivos. Behe demonstra o efeito que a complexidade irredut&iacute;vel tem sobre as alega&ccedil;&otilde;es de Darwin, da seguinte forma:
&nbsp;
Para Darwin, a c&eacute;lula era uma &ldquo;caixa preta&rdquo;, e para ele seu funcionamento interno era profundamente misterioso. Atualmente, a caixa preta foi aberta e sabemos como ela funciona. Aplicando o teste de Darwin ao mundo ultra-complexo da maquinaria molecular e dos sistemas celulares que t&ecirc;m sido descobertos nos &uacute;ltimos 40 anos, podemos dizer que a teoria de Darwin est&aacute; &ldquo;totalmente invalidada&rdquo;. &sup3;
&nbsp;
A complexidade irredut&iacute;vel destruiu o Darwinismo e provou que a vida &eacute; o produto de um design inteligente; em outras palavras, que Deus criou todos os seres vivos. A maneira como a NG procura manter este fato oculto aos seus leitores, constitui um passo fora da realidade.

&nbsp;

As f&aacute;bulas biogeogr&aacute;ficas da revista NG
&nbsp;
Em seu artigo na revista NG, Quammen come&ccedil;a seu relato das chamadas evid&ecirc;ncias a favor do Darwinismo com a biogeografia, e pode ser &uacute;til, a esta altura, conceituar este termo. Biogeografia &eacute; um ramo da ci&ecirc;ncia que investiga a distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica das esp&eacute;cies e busca uma resposta para a quest&atilde;o de como elas vieram para as suas regi&otilde;es-habitat, elaborando o mapeamento de sua distribui&ccedil;&atilde;o &nbsp;na Terra.
&nbsp;
A maioria dos livros no &acirc;mbito da biogeografia est&aacute; cheia de fatos que n&atilde;o dizem nada (nem a favor, nem contra) relativamente &agrave; teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, tais como o mapeamento de &aacute;reas de habitat de esp&eacute;cies vivas, as caracter&iacute;sticas dessas &aacute;reas, quest&otilde;es relacionadas com a difus&atilde;o de organismos e o agrupamento de esp&eacute;cies com base nas &aacute;reas geogr&aacute;ficas ... 4
&nbsp;
Quando se examina a distribui&ccedil;&atilde;o dessas esp&eacute;cies na Terra, pode-se notar que geralmente elas n&atilde;o exibem uma distribui&ccedil;&atilde;o global. As esp&eacute;cies t&ecirc;m-se espalhado em grupos, um tanto quanto grandes, em &aacute;reas com condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e ambientais espec&iacute;ficas. Desde Darwin, os evolucionistas t&ecirc;m procurado retratar essa distribui&ccedil;&atilde;o como evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o, embora em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s categorias vivas &ldquo;fundamentais&rdquo; da distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica os esfor&ccedil;os deles tenham falhado em apresentar um cen&aacute;rio evolutivo consistente.
&nbsp;
No livro, Sistem&aacute;tica e Biogeografia (Systematics and Biogeography), os autores G. Nelson e N. Platnick, do Museu Americano de Hist&oacute;ria Natural em Nova York, analisaram os estudos realizados neste campo e exprimiram sua conclus&atilde;o:
&nbsp;
N&oacute;s conclu&iacute;mos, portanto, que a biogeografia (ou a distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica de organismos) n&atilde;o se mostrou em nenhum sentido, como evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. 5
&nbsp;
Se os evolucionistas, realmente, desejassem oferecer evid&ecirc;ncias a favor de sua teoria, ent&atilde;o o que eles precisariam fazer &eacute; abandonar seus contos de fada sobre &ldquo;se este ser vivo &eacute; encontrado aqui, ent&atilde;o ele deve ter evolu&iacute;do aqui, e se &eacute; encontrado l&aacute;, ent&atilde;o ele deve ter evolu&iacute;do l&aacute;&rdquo; e, ao inv&eacute;s disso, documentar cientificamente suas pr&oacute;prias respostas &agrave;s quest&otilde;es de &ldquo;como surgiram os seres vivos&rdquo;, em primeiro lugar. (&Eacute; um fato incontest&aacute;vel que os mecanismos de muta&ccedil;&atilde;o aleat&oacute;ria e a sele&ccedil;&atilde;o natural n&atilde;o podem explicar a origem das esp&eacute;cies).
&nbsp;
As teses que os evolucionistas sustentam, baseados na biogeografia, s&atilde;o mitos destitu&iacute;dos de quaisquer evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, que claramente v&ecirc;m &agrave; tona pelo exame das alega&ccedil;&otilde;es da NG sobre Paleontologia. O registro f&oacute;ssil revela, com clareza, que &eacute; um mito a id&eacute;ia de que os seres vivos se espalharam por evolu&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
O engano paleontol&oacute;gico da NG
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A NG faz uma generaliza&ccedil;&atilde;o a respeito das camada f&oacute;sseis, dizendo aos seus leitores que as assim chamadas esp&eacute;cies intimamente relacionadas s&atilde;o geralmente encontradas dispostas lado a lado em camadas (estratos) consecutivas, e que uma forma de vida datando de milh&otilde;es de anos numa camada (estrato) &eacute; seguida por uma similar, embora n&atilde;o id&ecirc;ntica, na camada subseq&uuml;ente. Como exemplo desta generaliza&ccedil;&atilde;o, ela cita a chamada &ldquo;seq&uuml;&ecirc;ncia eq&uuml;ina&rdquo;, que at&eacute; mesmo os evolucionistas j&aacute; abandonaram anos atr&aacute;s. Esta seq&uuml;&ecirc;ncia defende que o cavalo atual surgiu no fim da seq&uuml;&ecirc;ncia Hyracotherium, Orohippus, Epihippus e Miohippus, cujos f&oacute;sseis s&atilde;o encontrados em camadas consecutivas.
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O que a NG est&aacute; fazendo aqui &eacute; uma gritante indu&ccedil;&atilde;o ao erro. A seq&uuml;&ecirc;ncia eq&uuml;ina &eacute; uma seq&uuml;&ecirc;ncia sem fundamento, cuja invalidade j&aacute; foi demonstrada. Sendo este o caso, apresent&aacute;-la como uma generaliza&ccedil;&atilde;o relativa ao registro f&oacute;ssil pode ser descrito como nada menos do que uma tentativa de apresenta&ccedil;&atilde;o daquela generaliza&ccedil;&atilde;o&nbsp;como um exemplo enganoso.
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As formas de vida surgiram sem ancestrais evolutivos, e sim num &uacute;nico momento, com estruturas corporais definidas
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Darwin, que declarou que os seres vivos surgiram por evolu&ccedil;&atilde;o gradativa, e esperava que o registro f&oacute;ssil confirmasse esta alega&ccedil;&atilde;o em futuras escava&ccedil;&otilde;es, estava errado. Os f&oacute;sseis obtidos em inumer&aacute;veis escava&ccedil;&otilde;es realizadas por paleont&oacute;logos, pelo mundo todo, t&ecirc;m apresentado achados que refutam abertamente a id&eacute;ia de mudan&ccedil;a gradual em camadas consecutivas. Os fatos observados relacionam-se, sim, com fen&ocirc;menos de aparecimento s&uacute;bito seguido por per&iacute;odos de estase.
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As esp&eacute;cies surgem subitamente, sem nenhum ancestral evolutivo, e sim com estruturas corporais definidas. Em seu livro, F&oacute;sseis e evolu&ccedil;&atilde;o (Fossils and Evolution), publicado em 1999, Tom Kemp, curador das Cole&ccedil;&otilde;es Zool&oacute;gicas do Museu de Hist&oacute;ria Natural da Universidade de Oxford, admite isto:
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Realmente, em todos os casos um novo grupo taxon&ocirc;mico aparece pela primeira vez no registro f&oacute;ssil com suas fei&ccedil;&otilde;es mais definitivas j&aacute; presentes, e praticamente sem nenhuma forma conhecida de ramifica&ccedil;&atilde;o. 6
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F&oacute;sseis com supostas centenas de milh&otilde;es de anos, 
que n&atilde;o apresentam qualquer sinal de evolu&ccedil;&atilde;o, 
invalidam o neo-Darwinismo
&nbsp;
Ademais, as esp&eacute;cies n&atilde;o exibem mudan&ccedil;as graduais como as sugeridas na generaliza&ccedil;&atilde;o da NG. As esp&eacute;cies com hist&oacute;ria natural de supostas centenas de milh&otilde;es de anos exibem &ldquo;estabilidade&rdquo; que demonstra uma perman&ecirc;ncia por todas as camadas geol&oacute;gicas. O tubar&atilde;o, o celacanto, a formiga, a salamandra e muitas outras esp&eacute;cies f&oacute;sseis que foram encontradas e que permanecem imut&aacute;veis no decorrer de supostas centenas de milh&otilde;es de anos, t&ecirc;m levado os paleont&oacute;logos a aceitarem a estase como um dos mais impressionantes aspectos do registro f&oacute;ssil. Este fen&ocirc;meno refuta a predi&ccedil;&atilde;o de Darwin da mudan&ccedil;a gradual, e invalida a sua teoria. O professor de Geologia Peter J. Williamson descreve isto na revista Nature.
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O principal problema &eacute; a estase morfol&oacute;gica. Uma teoria &eacute; somente t&atilde;o boa quanto o s&atilde;o suas predi&ccedil;&otilde;es, e o Neodarwinismo convencional, que alega ser uma explica&ccedil;&atilde;o abrangente do processo evolutivo, falhou por n&atilde;o predizer a ampla estase morfol&oacute;gica, agora reconhecida como um dos aspectos mais impressionantes do registro f&oacute;ssil. 7
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Em suma, a asser&ccedil;&atilde;o da NG, a respeito da mudan&ccedil;a gradativa ao longo de todas as camadas geol&oacute;gicas constitui o apoio a um mito, &agrave; luz da ci&ecirc;ncia da Paleontologia. A maneira pela qual a NG procura apoiar esse mito com a suposta seq&uuml;&ecirc;ncia evolutiva do cavalo somente piora as coisas.
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A verdade na seq&uuml;&ecirc;ncia EVOLUTIVA DO CAVALO 
que a NG procura esconder de seus leitores
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A seq&uuml;&ecirc;ncia evolutiva do cavalo &eacute; baseada em v&aacute;rios f&oacute;sseis de animais perissod&aacute;tilos, desenterrados na Am&eacute;rica do Norte. Os darwinistas organizaram esses f&oacute;sseis de maneira a estabeleceram uma seq&uuml;&ecirc;ncia de conformidade com as suas caracter&iacute;sticas dent&aacute;rias e n&uacute;meros de dedos das patas, e por muitos anos apresentaram essa seq&uuml;&ecirc;ncia como evid&ecirc;ncia a favor do Darwinismo. Escava&ccedil;&otilde;es paleontol&oacute;gicas subseq&uuml;entes, contudo, revelaram definitivamente as inconsist&ecirc;ncias existentes naquela s&eacute;rie. A NG, conhecida pela sua devo&ccedil;&atilde;o cega ao Darwinismo, n&atilde;o tem nenhum escr&uacute;pulo em esconder de seus leitores essas inconsist&ecirc;ncias, escrevendo que os alegados ancestrais evolutivos dos cavalos sucedem-se um ao outro em camadas geol&oacute;gicas consecutivas.
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O antigo editor de ci&ecirc;ncia da BBC Gordon Rattray Taylor descreve como a seq&uuml;&ecirc;ncia evolutiva do cavalo n&atilde;o constitui nenhuma evid&ecirc;ncia a favor do Darwinismo:
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Por&eacute;m, talvez o ponto fraco mais s&eacute;rio seja a impossibilidade dos paleont&oacute;logos encontrarem filogenias convincentes ou seq&uuml;&ecirc;ncias de organismos que demonstrem as maiores mudan&ccedil;as evolutivas ... O cavalo &eacute; freq&uuml;entemente citado como o &uacute;nico exemplo completamente estruturado...&nbsp;Mas o fato &eacute; que a linha do Eohippus para o Equus &eacute; bastante irregular. Sup&otilde;e-se um aumento cont&iacute;nuo do tamanho, mas a verdade &eacute; que existem algumas variedades menores que o Eohippus, e n&atilde;o maiores. Os esp&eacute;cimes obtidos de diferentes fontes podem ser juntados numa seq&uuml;&ecirc;ncia que parece convincente, mas n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias de que realmente estivessem organizados nessa ordem, no decorrer do tempo. 8
&nbsp;
Numa reuni&atilde;o, em 1980, no Museu de Hist&oacute;ria Natural de Chicago, &agrave; qual compareceram cerca de 150 evolucionistas, um dos palestrantes, Boyce Rensberger, declarou que n&atilde;o h&aacute; nenhuma base no registro f&oacute;ssil para o cen&aacute;rio da evolu&ccedil;&atilde;o do cavalo, e que nunca ocorreu uma evolu&ccedil;&atilde;o gradual do cavalo:
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Sabe-se, h&aacute; muito, estar errado o t&atilde;o divulgado exemplo que apresenta a evolu&ccedil;&atilde;o do cavalo sugerindo uma seq&uuml;&ecirc;ncia de mudan&ccedil;as graduais partindo de criaturas do tamanho de uma raposa, com quatro dedos nas patas, vivendo aproximadamente h&aacute; 50 milh&otilde;es de anos atr&aacute;s, at&eacute; o cavalo atual, muito maior, com somente um dedo nas patas. Em vez de mudan&ccedil;as graduais, os f&oacute;sseis de esp&eacute;cies intermedi&aacute;rias aparecem totalmente distintos, persistindo imut&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o se tornarem extintos. Formas de transi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desconhecidas. 9
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Descobertas de que seres vivos inclu&iacute;dos na seq&uuml;&ecirc;ncia imagin&aacute;ria da evolu&ccedil;&atilde;o do cavalo, na verdade viveram no mesmo per&iacute;odo, e at&eacute; conjuntamente, refutam Quammen por completo. Um dos exemplos mais marcantes a esse respeito veio &agrave; luz em 1981. Foram encontrados no estado de Nebraska, EUA, f&oacute;sseis de milhares de seres vivos, com supostos 10 milh&otilde;es de anos, soterrados por lava como resultado de uma erup&ccedil;&atilde;o vulc&acirc;nica, e cujos esqueletos tinham sido preservados at&eacute; ent&atilde;o. Com esta descoberta, foi demonstrado que, na realidade, viveram lado a lado eq&uuml;inos com tr&ecirc;s dedos e com um &uacute;nico dedo, os quais supostamente teriam vivido em per&iacute;odos distintos e teriam rela&ccedil;&atilde;o ancestral entre si de acordo com a seq&uuml;&ecirc;ncia evolutiva imagin&aacute;ria dos evolucionistas. Curiosamente, a fonte desta informa&ccedil;&atilde;o &eacute; a pr&oacute;pria revista NG. 10
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O mito da evolu&ccedil;&atilde;o da baleia
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Eu n&atilde;o vejo dificuldades em uma ra&ccedil;a de ursos se tornar, atrav&eacute;s da sele&ccedil;&atilde;o natural, mais e mais aqu&aacute;tica em sua estrutura e h&aacute;bitos, com boca cada vez maior, at&eacute; que fosse produzida uma criatura t&atilde;o imensa quanto uma baleia. 11
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Ao observar ursos pescando &agrave; beira de um rio, Darwin iniciou suas id&eacute;ias acerca da origem das baleias com as palavras acima, em seu livro A origem das esp&eacute;cies (The Origin of Species), embora tenha resolvido remover esta se&ccedil;&atilde;o nas edi&ccedil;&otilde;es posteriores do livro. Mesmo assim, evolucionistas que sucederam Darwin n&atilde;o hesitaram em adotar este mito, com v&aacute;rias pequenas emendas, o qual finalmente desmoronou como monumento &agrave; natureza irrestrita da imagina&ccedil;&atilde;o darwiniana. No entanto, eles continuaram a propagar o mito de que a baleia evoluiu, n&atilde;o mais do urso, mas de outros mam&iacute;feros terrestres, como isto sendo um fato cient&iacute;fico.
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Pode-se perceber, agora, que a NG, uma das maiores representantes da mitologia darwinista, n&atilde;o se comporta de maneira diferente, e procura retratar este grande mito, apoiada pelo dogma evolucionista, como constituindo evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o.
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Existem enormes diferen&ccedil;as entre baleias e mam&iacute;feros terrestres (estes supostos ancestrais daquelas), em termos de caracter&iacute;sticas fisiol&oacute;gicas b&aacute;sicas, tais como conserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua, vis&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o. Passemos a considerar agora o dilema cient&iacute;fico sobre o mito da evolu&ccedil;&atilde;o ao examinar o design nas baleias:
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O design especial para conserva&ccedil;&atilde;o dA &aacute;gua 
nos corpos das baleias
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Embora vivam na &aacute;gua, as baleias n&atilde;o conseguem satisfazer suas necessidades de &aacute;gua doce a partir da &aacute;gua salgada do mar. Elas precisam de &aacute;gua doce para viver. Embora n&atilde;o seja totalmente conhecido como elas satisfazem suas necessidades de &aacute;gua, acredita-se que elas obt&ecirc;m a maior parte da &aacute;gua ao comer criaturas do mar que cont&ecirc;m n&iacute;veis de sal 30% inferior aos da &aacute;gua do mar. Em tal ambiente, onde a &aacute;gua doce &eacute; extremamente escassa, a m&aacute;xima conserva&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua nos corpos dos seres vivos e o m&iacute;nimo consumo, portanto, s&atilde;o cr&iacute;ticos. N&iacute;veis de concentra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua s&atilde;o de grande import&acirc;ncia para as baleias, porque, assim como os camelos, elas n&atilde;o transpiram. Seus rins regulam a concentra&ccedil;&atilde;o da urina de tal forma que sempre haja suprimento de &aacute;gua.
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POR QUE O LEITE DA BALEIA TEM GORDURA?
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Outro delicado equil&iacute;brio com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades de &aacute;gua aparece no n&iacute;vel de gordura no leite das baleias f&ecirc;meas. A mam&atilde;e baleia alimenta seus filhotes com um leite muito espesso, com consist&ecirc;ncia de queijo. Este leite &eacute; dez vezes mais gorduroso do que o leite humano. H&aacute; uma raz&atilde;o qu&iacute;mica para esse leite conter tamanho n&iacute;vel de gordura. A &aacute;gua &eacute; produzida como subproduto quando a gordura &eacute; processada ao ser consumida pelo beb&ecirc;. Desta forma, a m&atilde;e atende &agrave;s necessidades de &aacute;gua de sua prole com a m&iacute;nima perda de &aacute;gua.
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O DESIGN DOS OLHOS DAS BALEIAS
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H&aacute; complexos arranjos no design do olho da baleia e seus sistemas de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o sendo encontrados em mam&iacute;feros terrestres quaisquer exemplos an&aacute;logos. Os mam&iacute;feros terrestres possuem p&aacute;lpebras para prote&ccedil;&atilde;o contra poeira e impacto. As baleias, por sua vez, t&ecirc;m uma camada mais dura para proteg&ecirc;-las contra um perigo diferente, a press&atilde;o abaixo do n&iacute;vel do mar. O &iacute;ndice de refra&ccedil;&atilde;o no design do olho da baleia tamb&eacute;m torna poss&iacute;vel para uma baleia assassina saltar e com consider&aacute;vel precis&atilde;o apanhar um peixe a seis metros acima da superf&iacute;cie da &aacute;gua, em um parque de divers&atilde;o. Ainda, os olhos das baleias est&atilde;o situados nos dois lados da sua cabe&ccedil;a, diferentemente do que ocorre nos mam&iacute;feros terrestres, dessa forma protegendo-os contra o impacto do fluxo de &aacute;gua durante seu deslocamento. Gra&ccedil;as aos n&iacute;veis de c&eacute;lulas-cone fotorreceptoras no olho, a sensitividade delas &agrave; luz, cor e outros detalhes &eacute; muito alta. Al&eacute;m disso, a presen&ccedil;a do elemento F&oacute;sforo nos olhos facilita a capacidade de enxergar nas escuras profundezas dos oceanos.
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O C&Aacute;LCULO MATEM&Aacute;TICO EMPREGADO PELAS BALEIAS
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O sentido utilizado pelas baleias na localiza&ccedil;&atilde;o de fontes de comida (e delas pr&oacute;prias) n&atilde;o &eacute; a vis&atilde;o, mas sim, a audi&ccedil;&atilde;o. Muitas baleias ca&ccedil;am em regi&otilde;es escuras no fundo do mar gra&ccedil;as a uma forma natural de &ldquo;sonar&rdquo;. O c&eacute;rebro da baleia emite sons intermitentes, de uma forma que ainda n&atilde;o &eacute; totalmente compreendida pelos cientistas. A dist&acirc;ncia de um objeto &eacute; determinada atrav&eacute;s de c&aacute;lculo matem&aacute;tico. O c&eacute;rebro deste mam&iacute;fero multiplica a velocidade com a qual os sons emitidos por ela atingem um objeto e voltam, pelo tempo necess&aacute;rio para isso, e divide o resultado por dois. O resultado &eacute; a dist&acirc;ncia do objeto at&eacute; a baleia. Al&eacute;m do mais, a baleia tamb&eacute;m possui a capacidade de focar ondas sonoras com seu c&eacute;rebro em um ponto espec&iacute;fico e emiti-las como um impulso luminoso.&nbsp;As ondas que retornam s&atilde;o analisadas e interpretadas no c&eacute;rebro do animal. Essa interpreta&ccedil;&atilde;o determina a forma do corpo &agrave; sua frente, seu tamanho, velocidade e posi&ccedil;&atilde;o. O esqueleto do animal &eacute; &agrave; prova de som, para proteg&ecirc;-lo contra o bombardeio das poderosas ondas sonoras que a baleia constantemente emite e que poderiam causar s&eacute;rios danos ao seu pr&oacute;prio c&eacute;rebro. O sistema s&ocirc;nico do animal &eacute; incrivelmente sens&iacute;vel, tanto que a Marinha estadunidense imitou o sonar de mam&iacute;feros aqu&aacute;ticos no desenvolvimento de tecnologias. 12
&nbsp;
DESIGNS ESPECIAIS PARA CRIAS DE BALEIAS
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Os designs perfeitos das baleias n&atilde;o est&atilde;o limitados a estes. A forma da boca da cria &eacute; planejada de tal forma que se encaixa perfeitamente nas mamas da m&atilde;e, podendo assim sugar sem perder uma gota de leite e sem engolir &aacute;gua do mar. Ademais, elas possuem pulm&otilde;es capazes de armazenar altos n&iacute;veis de oxig&ecirc;nio para longos mergulhos, e uma membrana auricular que as protege da alta press&atilde;o.
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Esses arranjos, cada um dos quais indica um design evidente, s&atilde;o muito espec&iacute;ficos das baleias, n&atilde;o sendo encontrados em nenhum mam&iacute;fero terrestre. A NG, por&eacute;m, espera que seus leitores deixem a raz&atilde;o de lado e acreditem que tudo isso aconteceu ao acaso. A revista nega que baleias foram inteligentemente planejadas e, ao inv&eacute;s disso, defende que, um dia, um mam&iacute;fero terrestre decidiu viver no mar e que a baleia evoluiu como resultado de mecanismos inconscientes tais como muta&ccedil;&otilde;es aleat&oacute;rias e sele&ccedil;&atilde;o natural.
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Mesmo assim, qual muta&ccedil;&atilde;o poderia produzir sonar em um mam&iacute;fero que supostamente fosse o progenitor da baleia? Tendo em mente o efeito de muta&ccedil;&otilde;es e a import&acirc;ncia do c&eacute;rebro para a sobreviv&ecirc;ncia da baleia, &eacute; claro que muta&ccedil;&otilde;es provocariam danos em seu c&eacute;rebro, mutilando-a ou matando-a. Poderia o c&eacute;rebro, que produz ondas sonoras, foc&aacute;-las num ponto espec&iacute;fico, determinar a localiza&ccedil;&atilde;o de objetos utilizando c&aacute;lculo matem&aacute;tico e produzir um sonar perfeito numa &aacute;rea que poderia ser prejudicada durante este processo aleat&oacute;rio? Por qual coincid&ecirc;ncia poderia a evolu&ccedil;&atilde;o produzir um sonar de alta qualidade que at&eacute; o desenvolvimento de tecnologia da Marinha dos Estados Unidos ainda n&atilde;o conseguiu imitar perfeitamente? Que muta&ccedil;&otilde;es poderiam tornar as patas de um mam&iacute;fero terrestre em nadadeiras e cauda capazes de propelir v&aacute;rias toneladas de peso?
&nbsp;
N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que essas quest&otilde;es tamb&eacute;m podem ser levantadas em rela&ccedil;&atilde;o aos sistemas que tornam poss&iacute;vel usar t&atilde;o proficuamente a &aacute;gua, o sistema de suc&ccedil;&atilde;o e os sistemas de prote&ccedil;&atilde;o no olho e ouvido. Por&eacute;m, a NG n&atilde;o tem resposta razo&aacute;vel para dar a estas quest&otilde;es. H&aacute; somente uma resposta. As baleias foram criadas completamente formadas, em um &uacute;nico momento. Deus criou as baleias para n&atilde;o terem falhas, dotadas de todos os sistemas para suas necessidades, assim como Ele criou todos os outros seres vivos. Em um verso do Alcor&atilde;o (Surata 35, verso 3) &eacute; revelado que:
&nbsp;
Homens! Recordai o benef&iacute;cio que Deus vos deu! H&aacute; algum criador prescindindo de Deus? Ele vos sustenta do C&eacute;u e da Terra. N&atilde;o h&aacute; deus sen&atilde;o Ele! Como blasfemais d&rsquo;Ele? 
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Para uma resposta mais detalhada &agrave; NG acerca da fantasiosa hist&oacute;ria das baleias, veja: &lt;http://www.harunyahya.com/70national_geographic_sci29.php&gt;.
&nbsp;
O ERRO DA NATIONAL GEOGRAPHIC EM RELA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; EMBRIOLOGIA
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Outro erro no artigo de Quammen para a National Geographic &eacute; a repeti&ccedil;&atilde;o do mito uma vez conhecido como &ldquo;Lei da Recapitula&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Este foi introduzido pelo bi&oacute;logo alem&atilde;o Ernst Haeckel, em sua alega&ccedil;&atilde;o acerca da embriologia. Darwin foi, em grande medida, &ldquo;inspirado&rdquo; por Haeckel. A chamada Lei da Recapitula&ccedil;&atilde;o defende que o desenvolvimento embrion&aacute;rio dos seres vivos repete os est&aacute;gios imagin&aacute;rios passados durante a ascend&ecirc;ncia dos supostos ancestrais evolutivos.
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O fato de que Quammen concede espa&ccedil;o a isto em seu artigo revela uma grande lacuna de conhecimento de sua parte. Obje&ccedil;&otilde;es sobre as alega&ccedil;&otilde;es de Haeckel serem desprovidas de qualquer justifica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e que a evid&ecirc;ncia por ele oferecida era forjada come&ccedil;aram 136 anos atr&aacute;s 13, e o fim da Lei da Recapitula&ccedil;&atilde;o como mat&eacute;ria de debate cient&iacute;fico data de 80 anos atr&aacute;s 14. At&eacute; George Gaylord Simpson, um dos fundadores do Neodarwinismo, admitiu este fato, h&aacute; 42 anos, nestas palavras:
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Haeckel expressou erroneamente o princ&iacute;pio evolucionista em quest&atilde;o. Atualmente, &eacute; firmemente estabelecido que a ontogenia n&atilde;o repete a filogenia. 15
&nbsp;
Ademais, o mito da recapitula&ccedil;&atilde;o, o qual a NG n&atilde;o tem escr&uacute;pulos em repetir, envolve o que um embriologista brit&acirc;nico denominou em 1997 como &ldquo;a fraude mais conhecida da hist&oacute;ria da biologia&rdquo;. Em seu livro, A hist&oacute;ria da cria&ccedil;&atilde;o natural (Nat&uuml;rliche Sch&ouml;pfungsgeschichte), escrito em 1868, Haeckel deliberadamente distorce desenhos de embri&otilde;es do ser humano, s&iacute;mio e c&atilde;o de forma a que estes pudessem respaldar sua teoria.
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Um aspecto marcante desta fraude &eacute; que ela tamb&eacute;m constitui um &ldquo;monumento centen&aacute;rio&rdquo; para o dogmatismo darwinista. At&eacute; recentemente, numerosas fontes darwinistas, incluindo livros did&aacute;ticos, continuavam ou a utilizar os falsos desenhos como haviam sido feitos, ou a repetir o mito da recapitula&ccedil;&atilde;o. Stephen Jay Gould, professor da Universidade de Harvard e evolucionista, demonstrando bom senso ofereceu a seguinte cr&iacute;tica:
&nbsp;
... Certamente n&oacute;s temos, penso eu, o direito de estarmos estupefatos e envergonhados pelo s&eacute;culo de absurda recorr&ecirc;ncia que levou &agrave; persist&ecirc;ncia desses desenhos em grande n&uacute;mero, se n&atilde;o na maioria, dos modernos livros did&aacute;ticos! 16
&nbsp;
A NG n&atilde;o utiliza desenhos falsos. Mesmo assim, n&atilde;o hesita em utilizar a recapitula&ccedil;&atilde;o &ndash; cuja invalidade emergiu h&aacute;, pelo menos, 80 anos &ndash; para sustentar o Darwinismo. N&oacute;s instamos a NG a considerar as palavras de Stephen Jay Gould.
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OS ERROS DA NATIONAL GEOGRAPHIC EM RELA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; MORFOLOGIA
&nbsp;
Quammen apresenta uma atitude que desperta mais indaga&ccedil;&otilde;es na se&ccedil;&atilde;o em que lida com as alega&ccedil;&otilde;es darwinistas acerca da morfologia. A maneira pela qual um Jardim Zool&oacute;gico &eacute; organizado em setores para p&aacute;ssaros, macacos, grandes felinos, crocodilos ou peixes no aqu&aacute;rio, &eacute; interpretada como evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. De acordo com Quammen, o fato de os seres vivos poderem ser classificados conforme um sistema hier&aacute;rquico em fam&iacute;lias, ordens e reinos s&oacute; pode ser produto de um processo evolutivo.
&nbsp;
Entretanto, &eacute; absurdo o retrato que Quammen tra&ccedil;a da classifica&ccedil;&atilde;o hier&aacute;rquica como evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. Isto porque o fato de que formas de vida possam ser classificadas hierarquicamente n&atilde;o &eacute; uma predi&ccedil;&atilde;o feita antecipadamente por evolucionistas, para depois ser confirmada. O cientista sueco Carl Linnaeus, pai do moderno sistema de classifica&ccedil;&atilde;o, foi um cientista que acreditava na cria&ccedil;&atilde;o a partir do nada, e considerava aquela classifica&ccedil;&atilde;o como produto de um planejamento inteligente. Isso &eacute; compat&iacute;vel com o que vemos com nossos pr&oacute;prios olhos e &eacute; baseado no bom senso. A capacidade de se poder classificar hierarquicamente &eacute; uma marca distintiva muito conhecida de planejamento inteligente. Meios de transporte, por exemplo, podem ser classificados como terrestres, a&eacute;reos e mar&iacute;timos, e podem ser divididos em subcategorias e at&eacute; subgrupos. Todavia, esta classifica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o mostra que os modos de transporte em quest&atilde;o passaram a existir atrav&eacute;s de um processo evolutivo.
&nbsp;
De fato, em um artigo publicado na revista New Scientist, o proeminente evolucionista Mark Ridley fez a seguinte declara&ccedil;&atilde;o:
&nbsp;
O simples fato de que esp&eacute;cies possam ser classificadas hierarquicamente em g&ecirc;neros, fam&iacute;lias e assim por diante, n&atilde;o &eacute; um argumento a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; poss&iacute;vel classificar qualquer conjunto de objetos em uma forma hier&aacute;rquica, seja ou n&atilde;o a sua variabilidade evolucion&aacute;ria ou n&atilde;o. 17
&nbsp;
A ID&Eacute;IA PR&Eacute;-CONCEBIDA DE QUAMMEN
&nbsp;
Da mesma forma que aquilo que Quammen escreve acerca desta mat&eacute;ria n&atilde;o consegue dar suporte &agrave; sua alega&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m revela como ele depende mais de id&eacute;ias pr&eacute;-concebidas do que de evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas:
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Tal padr&atilde;o de semelhan&ccedil;as em escala &ndash; grupos de esp&eacute;cies similares aninhados em grupos maiores, e todos descendentes de uma &uacute;nica fonte &ndash; n&atilde;o est&aacute; presente naturalmente entre outras cole&ccedil;&otilde;es de itens. Voc&ecirc; n&atilde;o encontrar&aacute; nada semelhante se tentar categorizar rochas, ou instrumentos musicais ou j&oacute;ias. Por que n&atilde;o? Porque os tipos de rochas e estilos de j&oacute;ias n&atilde;o refletem a ascend&ecirc;ncia cont&iacute;nua de ancestrais comuns. A diversidade biol&oacute;gica, sim. O n&uacute;mero de caracter&iacute;sticas compartilhadas entre uma e outra esp&eacute;cie indica qu&atilde;o recentemente essas duas esp&eacute;cies divergiram de uma linhagem compartilhada. (p. 13)
&nbsp;
Quammen colocou a categoriza&ccedil;&atilde;o hier&aacute;rquica dos seres vivos em um lugar separado, alegando que ela reflete a cadeia cont&iacute;nua da descend&ecirc;ncia de um ancestral comum. Isso, todavia, &eacute; uma tentativa que em nada ajuda as tentativas desesperadas de Quammen provar que Darwin est&aacute; certo.
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Como ficou claro mais acima, n&atilde;o h&aacute; registro f&oacute;ssil capaz de ser proposto como evid&ecirc;ncia a favor de qualquer liga&ccedil;&atilde;o evolutiva entre as categorias vivas. As palavras do eminente paleont&oacute;logo evolucionista Stephen Jay Gould &ndash; &ldquo;As &aacute;rvores evolutivas que adornam nossos livros did&aacute;ticos possuem dados somente nas pontas e nos n&oacute;dulos de seus galhos&rdquo; &ndash; s&atilde;o uma admiss&atilde;o do fato de que n&atilde;o h&aacute;, na realidade, evid&ecirc;ncia a favor das liga&ccedil;&otilde;es evolutivas que se presumiam existir entre os seres vivos. 18
&nbsp;
Em resumo, a origem da cadeia evolutiva da ancestralidade que Quammen alega existir entre as categorias vivas n&atilde;o &eacute; um fato cient&iacute;fico como por exemplo &eacute; o registro f&oacute;ssil, mas sim, &eacute; proveniente da pr&oacute;pria mentalidade dogm&aacute;tica dele.
&nbsp;
O ERRO ACERCA DA ESTRUTURA &Oacute;SSEA DE CINCO D&Iacute;GITOS
&nbsp;
Quammen defende que a maneira pela qual v&aacute;rios vertebrados como o morcego, o golfinho e seres humanos compartilham a caracter&iacute;stica de possu&iacute;rem cinco dedos origina-se da ascend&ecirc;ncia de um ancestral comum. Essa alega&ccedil;&atilde;o baseia-se no fato de que, embora haja o mesmo plano b&aacute;sico nas pernas e patas da frente e de tr&aacute;s dos seres vivos em quest&atilde;o, elas podem ser facilmente diferenciadas (a alega&ccedil;&atilde;o da homologia &eacute; de que s&atilde;o similares na origem evolutiva, mas n&atilde;o na fun&ccedil;&atilde;o). Essa asser&ccedil;&atilde;o de Quammen, &eacute; claro, s&oacute; pode enganar aqueles leitores que desconhecem os fatos da ci&ecirc;ncia moderna. Avan&ccedil;os no campo da biologia molecular definitivamente invalidam essa asser&ccedil;&atilde;o baseada na morfologia. Uma descoberta marcante que levou a essa invalida&ccedil;&atilde;o &eacute; que a produ&ccedil;&atilde;o desses &oacute;rg&atilde;os, que se presumia serem legado de um ancestral comum, &eacute;, de fato, controlada por genes diferentes em criaturas diferentes.
&nbsp;
O bi&oacute;logo evolucionista William Fix descreve o colapso da tese evolucionista concernente ao pentadactilismo (exist&ecirc;ncia de cinco dedos) nesta &aacute;rea, diante desta descoberta:
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Os livros did&aacute;ticos mais antigos sobre evolu&ccedil;&atilde;o fazem muito caso da homologia, indicando as semelhan&ccedil;as &oacute;bvias entre esqueletos de membros de diferentes animais. Desta forma, o padr&atilde;o de membro &ldquo;pentad&aacute;ctilo&rdquo; &eacute; encontrado no bra&ccedil;o do homem, na asa de um p&aacute;ssaro e na nadadeira de uma baleia, e isto &eacute; usado para indicar sua origem comum. Se estas v&aacute;rias estruturas fossem transmitidas pelos mesmos pares de genes, variassem de vez em quando atrav&eacute;s de muta&ccedil;&otilde;es e agissem conforme a sele&ccedil;&atilde;o ambiental, essa teoria teria sentido. Infelizmente, n&atilde;o &eacute; este o caso. &Oacute;rg&atilde;os hom&oacute;logos s&atilde;o, atualmente, conhecidos por serem produzidos por complexos de genes totalmente distintos em diferentes esp&eacute;cies. O conceito de homologia, em termos de genes similares transmitidos por um ancestral comum, fracassou. 19
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O DARWINISMO VESTIGIAL DA NATIONAL GEOGRAPHIC
&nbsp;
Quammen demonstra uma determina&ccedil;&atilde;o marcante para n&atilde;o compreender o fato de que as alega&ccedil;&otilde;es de Darwin t&ecirc;m sido derrubadas pela ci&ecirc;ncia moderna. Um dos indicadores disso &eacute; a repeti&ccedil;&atilde;o da alega&ccedil;&atilde;o referente aos &oacute;rg&atilde;os vestigiais, uma alega&ccedil;&atilde;o que &eacute; completamente ilus&oacute;ria. &Eacute; sustentado, no artigo, que &oacute;rg&atilde;os como o mamilo masculino, estruturas que s&atilde;o reivindicadas como vest&iacute;gios de patas traseiras em certas serpentes, ou as asas cobertas dos cole&oacute;pteros, que n&atilde;o s&atilde;o usadas, s&atilde;o &oacute;rg&atilde;os redundantes, sem fun&ccedil;&atilde;o, deixados pelo processo evolutivo. Quammen est&aacute; claramente ignorando os resultados definitivos do atual desenvolvimento cient&iacute;fico:
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A lista de at&eacute; 180 supostos &oacute;rg&atilde;os vestigiais do come&ccedil;o do s&eacute;culo XX finalmente diminuiu para quase nenhum, diante das descobertas da pesquisa cient&iacute;fica. Um por um, ficou claro que um grande n&uacute;mero de &oacute;rg&atilde;os, como o ap&ecirc;ndice e a prega semilunar conjuntiva, uma vez considerados &oacute;rg&atilde;os vestigiais, possuem, na realidade, fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas.20 &ldquo;Ci&ecirc;ncia&rdquo; &eacute;, em qualquer caso, o processo pelo qual seres humanos chegam ao conhecimento do que antes era desconhecido. A descoberta gradual das fun&ccedil;&otilde;es de &oacute;rg&atilde;os, que j&aacute; foram considerados vestigiais, mostra que, logicamente, as fun&ccedil;&otilde;es ainda desconhecidas dos &uacute;ltimos poucos &oacute;rg&atilde;os ser&atilde;o logo reveladas.
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Realmente, muitos evolucionistas contempor&acirc;neos admitem que o mito dos &ldquo;&oacute;rg&atilde;os vestigiais&rdquo; &eacute; um argumento enraizado na ignor&acirc;ncia. Em um artigo denominado &ldquo;Os &Oacute;rg&atilde;os Vestigiais Representam Evid&ecirc;ncia para a Evolu&ccedil;&atilde;o?&rdquo;, publicado na revista Teoria Evolucionista, o bi&oacute;logo evolucionista S.R. Scadding admite esse fato:
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J&aacute; que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel identificar, sem ambig&uuml;idade, estruturas in&uacute;teis e j&aacute; que a estrutura&ccedil;&atilde;o do argumento utilizado n&atilde;o &eacute; cientificamente v&aacute;lida, eu concluo que os &ldquo;&oacute;rg&atilde;os vestigiais&rdquo; n&atilde;o proporcionam nenhuma evid&ecirc;ncia especial a favor da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. 21
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A asser&ccedil;&atilde;o dos evolucionistas acerca do assunto referente aos &oacute;rg&atilde;os vestigiais n&atilde;o prov&eacute;m de qualquer &ldquo;vestigialismo&rdquo; nesses &oacute;rg&atilde;os, mas sim, da natureza vestigial de sua pr&oacute;pria perspectiva pessoal. A exist&ecirc;ncia de qualquer ser vivo prova somente a exist&ecirc;ncia de Deus, seu Criador. A maneira pela qual &aacute;tomos inanimados e inconscientes se combinam para produzir um ser humano que ouve, cheira, toca e v&ecirc;, constitui prova da cria&ccedil;&atilde;o perfeita de Deus. Isto porque &eacute; imposs&iacute;vel para &aacute;tomos, que n&atilde;o podem cheirar, ouvir ou ver, desejarem ter percep&ccedil;&atilde;o e se combinarem para atingir esse objetivo. Porque uma cole&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria postar-se e olhar-se em frente ao espelho, ou saborear e se tocar n&atilde;o tem lugar na l&oacute;gica evolucionista, esses sentimentos s&oacute; podem ser explicados em termos de uma cria&ccedil;&atilde;o superior; em outras palavras, da exist&ecirc;ncia de Deus e Sua cria&ccedil;&atilde;o perfeita. Apesar desta verdade auto-evidente, os evolucionistas se prendem &agrave; cren&ccedil;a irracional e cega de que eles pr&oacute;prios s&atilde;o produto da mat&eacute;ria e do mero acaso, o que demonstra que sua alega&ccedil;&atilde;o acerca dos &oacute;rg&atilde;os vestigiais &eacute; baseada nesta perspectiva preconceituosa e dogm&aacute;tica.
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A percep&ccedil;&atilde;o de que &oacute;rg&atilde;os tidos pelos evolucionistas como vestigiais possuem, de fato, fun&ccedil;&otilde;es, &eacute; a prova disso. Por exemplo, sabe-se, agora, que as estruturas retratadas como vest&iacute;gios de patas traseiras, em determinadas esp&eacute;cies de serpente, as ajudam a agarrarem-se umas &agrave;s outras durante o acasalamento. Entender o mamilo masculino como produto do processo evolutivo tamb&eacute;m se ap&oacute;ia em uma l&oacute;gica distorcida. Se o mamilo masculino fosse uma sobra do processo evolutivo, ent&atilde;o os machos devem ter evolu&iacute;do de uma popula&ccedil;&atilde;o exclusivamente feminina, o que &eacute; um cen&aacute;rio t&atilde;o inimagin&aacute;vel que nenhum evolucionista se sentiu capaz de aceit&aacute;-lo. Os cole&oacute;pteros, outro exemplo citado por Quammen, tamb&eacute;m n&atilde;o constituem evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. Esp&eacute;cies de insetos que n&atilde;o desenvolvem uma asa funcional s&atilde;o vistas geralmente em habitats abertos, com fortes ventos, como as ilhas oce&acirc;nicas. Em um ambiente onde fortes ventos sopram, rodeado por grandes massas de &aacute;gua, a capacidade de voar dos insetos n&atilde;o &eacute; uma vantagem, e pode at&eacute; representar um perigo. Isto ocorre porque, ao voar, os insetos s&atilde;o expostos aos efeitos do vento e podem ser lan&ccedil;ados em &aacute;rvores ou rochas, sendo mutilados ou mortos. Portanto, pode haver uma tend&ecirc;ncia para eles se deslocarem no sentido de um h&aacute;bito de vida terrestre. Com o tempo, a popula&ccedil;&atilde;o de insetos que vive pr&oacute;xima ao solo, passa a ser constitu&iacute;da de indiv&iacute;duos que n&atilde;o desenvolveram asas completamente desenvolvidas. Isto porque, diferentemente de insetos voadores, muta&ccedil;&otilde;es que impedem insetos (que vivem pr&oacute;ximo ao solo) de desenvolverem asas podem n&atilde;o causar danos ao inseto (desde que essas muta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o causem uma interrup&ccedil;&atilde;o total na fisiologia dos insetos).
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Uma muta&ccedil;&atilde;o que impedisse o desenvolvimento da asa de um inseto voador que vive em um habitat n&atilde;o influenciado por ventos seria prejudicial e talvez at&eacute; letal. Isto porque normalmente um inseto que utilizasse suas asas para se alimentar e evitar predadores possuiria asas sem fun&ccedil;&atilde;o devido &agrave; muta&ccedil;&atilde;o, e seria incapaz de sobreviver, sendo, assim, eliminado da popula&ccedil;&atilde;o.
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Por outro lado, em insetos que vivem num habitat afetado por ventos e que usam suas patas para se mover, da mesma forma que insetos n&atilde;o-voadores, uma muta&ccedil;&atilde;o nas asas poderia n&atilde;o ter conseq&uuml;&ecirc;ncias letais. Isto ocorre porque o inseto j&aacute; ter&aacute; crescido acostumado a um h&aacute;bito de vida no qual ele n&atilde;o usa asas, e n&atilde;o far&aacute; diferen&ccedil;a se suas asas s&atilde;o saud&aacute;veis ou se perderam sua fun&ccedil;&atilde;o gra&ccedil;as &agrave; muta&ccedil;&atilde;o (conquanto que a muta&ccedil;&atilde;o em quest&atilde;o n&atilde;o afete a fisiologia geral do inseto). Em suma, uma muta&ccedil;&atilde;o destrutiva que leve &agrave; perda das asas de um inseto pode n&atilde;o ser letal em um ambiente em que as asas n&atilde;o fazem diferen&ccedil;a.
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Entretanto, n&atilde;o pode ser inferido que os cole&oacute;pteros, que passaram por tal processo, representem evid&ecirc;ncias a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. A teoria da evolu&ccedil;&atilde;o prop&otilde;e que os &oacute;rg&atilde;os gradualmente assumem uma forma cada vez mais complexa. A mudan&ccedil;a gen&eacute;tica proposta em apoio a essa asser&ccedil;&atilde;o deve ser tal que o DNA da criatura ganhe informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica nova. &Eacute; evidente, todavia, que os cole&oacute;pteros n&atilde;o ganham nova informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica durante esse processo e que, ao contr&aacute;rio, eles sofrem uma perda de informa&ccedil;&atilde;o nos genes que controlam o desenvolvimento da sua asa.
&nbsp;
Esta aquisi&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, que n&atilde;o &eacute; vista nos cole&oacute;pteros, pode ser observada em outro ser vivo? Definitivamente, n&atilde;o! Os evolucionistas n&atilde;o t&ecirc;m sido capazes de demonstrar a emerg&ecirc;ncia de um novo &oacute;rg&atilde;o, ou at&eacute; de uma nova prote&iacute;na, por meio de muta&ccedil;&otilde;es aleat&oacute;rias.
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Em resumo, a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o sustenta que seres vivos adquirem novos &oacute;rg&atilde;os com a adi&ccedil;&atilde;o de nova informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica ao seu DNA, mas o argumento do &oacute;rg&atilde;o vestigial desconsidera a perda de fun&ccedil;&atilde;o, em outras palavras, a perda de dados gen&eacute;ticos. Portanto, &oacute;rg&atilde;os vestigiais n&atilde;o fornecem base cient&iacute;fica para a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. A raz&atilde;o para a determina&ccedil;&atilde;o dos evolucionistas em colocar essa alega&ccedil;&atilde;o na agenda cient&iacute;fica &eacute; mais psicol&oacute;gica do que cient&iacute;fica. Sua manifesta&ccedil;&atilde;o de devo&ccedil;&atilde;o cega ao materialismo leva-os a adotar uma perspectiva vestigial em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; evidente verdade da cria&ccedil;&atilde;o. (Voc&ecirc; pode ler o artigo de Harun Yahya em que ele derruba o ponto-de-vista vestigial dos evolucionistas no seguinte endere&ccedil;o: http://www.darwinism-watch.com/hurriyet_science0407.php).
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James P. Gills, M.D., fundador do Instituto de Catarata e Laser de St. Luke em Tarpon Springs, Fl&oacute;rida, &eacute; um cientista criacionista. Ele &eacute; tamb&eacute;m um oftalmologista mundialmente reconhecido. Em seu livro, Darwinismo Sob o Microsc&oacute;pio (Darwinism Under the Microscope), Gills cita uma grande quantidade de provas a favor da cria&ccedil;&atilde;o, que enfraquecem totalmente o Evolucionismo, e escreve que a &uacute;nica raz&atilde;o pela qual os cientistas ainda insistem na evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; a catarata espiritual de se enxergarem a si pr&oacute;prios como produto do mero acaso. 22
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O ERRO DE PENSAR QUE RESIST&Ecirc;NCIA A ANTIOBI&Oacute;TICOS 
E AO DDT &Eacute; EVID&Ecirc;NCIA A FAVOR DA EVOLU&Ccedil;&Atilde;O
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O artigo da NG busca demonstrar que a imunidade bacteriol&oacute;gica a antibi&oacute;ticos e a resist&ecirc;ncia de insetos a alguns pesticidas, como o DDT, constituem evid&ecirc;ncias a favor da evolu&ccedil;&atilde;o. Acerca da resist&ecirc;ncia que micr&oacute;bios parecem desenvolver com rela&ccedil;&atilde;o a drogas, Quammen afirma com seguran&ccedil;a:
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N&atilde;o h&aacute; melhor ou mais imediata evid&ecirc;ncia que ap&oacute;ie a teoria darwinista do que esse processo de transforma&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada entre esses germes inimigos nossos. (p. 21)
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Todavia, a empolga&ccedil;&atilde;o de Quammen em retratar a imunidade bacteriol&oacute;gica como evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; completamente inapropriada. Abaixo, explicamos porque estes dois fen&ocirc;menos n&atilde;o representam evid&ecirc;ncia a favor do Darwinismo.
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A primeira das &ldquo;mol&eacute;culas mortais&rdquo; empregada contra microorganismos foi a penicilina, descoberta por Alexander Fleming em 1928. Fleming descobriu uma mol&eacute;cula que matava a bact&eacute;ria estafilococo (Staphylococcus), e depois disto, antibi&oacute;ticos extra&iacute;dos de microorganismos foram usados contra v&aacute;rias bact&eacute;rias. Embora, &agrave; primeira vista, parecesse que resultados definitivos tinham sido obtidos, a verdade emergiu mais tarde: as bact&eacute;rias gradualmente &ldquo;adquirem resist&ecirc;ncia&rdquo; aos antibi&oacute;ticos. A grande maioria das bact&eacute;rias expostas aos antibi&oacute;ticos morre, mas desde que uma pequena minoria permane&ccedil;a sem ser afetada, esta rapidamente se multiplica e finalmente passa a constituir uma popula&ccedil;&atilde;o inteira. Desta forma, essa popula&ccedil;&atilde;o inteira se torna resistente ao antibi&oacute;tico.
&nbsp;
Por&eacute;m, n&atilde;o se questiona se as bact&eacute;rias desenvolvem-se atrav&eacute;s de muta&ccedil;&atilde;o neste caso, porque elas j&aacute; possuem as caracter&iacute;sticas em quest&atilde;o antes de serem expostas aos antibi&oacute;ticos. Apesar de ser uma publica&ccedil;&atilde;o evolucionista, a revista Scientific American admitiu estes fatos em sua edi&ccedil;&atilde;o de mar&ccedil;o de 1998:
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Muitas bact&eacute;rias possu&iacute;am genes de resist&ecirc;ncia mesmo antes que os antibi&oacute;ticos fossem usados comercialmente. Cientistas n&atilde;o sabem exatamente porque esses genes evolu&iacute;ram e foram mantidos. 23
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Insetos adquirem resist&ecirc;ncia a pesticidas, tais como o DDT, da mesma maneira e, novamente, da mesma maneira isto n&atilde;o representa evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
O eminente bi&oacute;logo evolucionista Francisco Ayala aceita a verdade disso nas seguintes palavras:
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As variedades gen&eacute;ticas necess&aacute;rias para resistir aos mais diversos tipos de pesticidas estavam aparentemente presentes em todas as popula&ccedil;&otilde;es expostas a esses compostos artificiais. 24
&nbsp;
Um dos biof&iacute;sicos que realizam pesquisa mais detalhada nesta mat&eacute;ria &eacute; o israelense Dr. Lee Spetner. Em seu livro, N&atilde;o Por Acaso (Not By Chance), publicado em 1997, Spetner demonstrou que a imunidade bacteriol&oacute;gica &eacute; provocada por dois diferentes mecanismos, mas estes n&atilde;o oferecem nenhum suporte a favor da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. (Para maiores detalhes sobre este tema, ver &lt;http://www.harunyahya.com/20questions05.php#q19&gt; e http://www.darwinismrefuted.com/embryology_01.html ).
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Outra suposta evid&ecirc;ncia no artigo da NG, em adi&ccedil;&atilde;o &agrave; resist&ecirc;ncia em bact&eacute;rias e insetos, diz respeito &agrave;s similaridades gen&eacute;ticas.
&nbsp;
O ENGANO DE QUE SE PODE OBSERVAR A EVOLU&Ccedil;&Atilde;O
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NG alega que a evolu&ccedil;&atilde;o pode, realmente, ser testemunhada na natureza e em laborat&oacute;rio. Isto, todavia, &eacute; uma asser&ccedil;&atilde;o fantasiosa e infundada. Em um artigo denominado &ldquo;Como As Novas Esp&eacute;cies S&atilde;o Formadas?&rdquo;, publicado na revista New Scientist de 14 de junho de 2003, George Turner fez o seguinte e importante &ldquo;reconhecimento&rdquo;:
&nbsp;
N&atilde;o muito tempo atr&aacute;s, pens&aacute;vamos que sab&iacute;amos como as esp&eacute;cies se formavam. Acredit&aacute;vamos que o processo quase sempre se iniciava com o isolamento completo das popula&ccedil;&otilde;es. Isso ocorria freq&uuml;entemente depois que uma popula&ccedil;&atilde;o passava por um severo &ldquo;efeito de gargalo&rdquo;, como pode acontecer ap&oacute;s uma f&ecirc;mea prenhe ser levada a uma ilha remota e sua prole se acasalar entre si. A beleza deste suposto modelo &ldquo;efeito fundador&rdquo; era que ele poderia ser testado em laborat&oacute;rio. Na realidade, isso n&atilde;o se sustentou. Apesar dos melhores esfor&ccedil;os de bi&oacute;logos evolucionistas, ningu&eacute;m chegou nem perto de criar uma nova esp&eacute;cie a partir de uma popula&ccedil;&atilde;o fundadora. Ainda, at&eacute; onde sabemos, nenhuma nova esp&eacute;cie se formou como resultado de seres humanos lan&ccedil;ando pequenas quantidades de organismos em novos ambientes. 25
&nbsp;
Como vimos, os evolucionistas n&atilde;o sabem como novas esp&eacute;cies s&atilde;o formadas. Em outras palavras, a alega&ccedil;&atilde;o de Quammen sobre ter sido poss&iacute;vel testemunhar a evolu&ccedil;&atilde;o em a&ccedil;&atilde;o &eacute; totalmente infundada. O fato de os longos anos de estudos feitos por Grants sobre o tamanho dos bicos de tentilh&otilde;es (Fringilla coelebs) nas Ilhas Gal&aacute;pagos terem sido citados a favor resulta da distor&ccedil;&atilde;o que o Darwinismo emprega para apresentar varia&ccedil;&otilde;es como evid&ecirc;ncias. (Para mais informa&ccedil;&otilde;es, ver &lt;http://www.harunyahya.com/nas04.php&gt;).
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CONCLUS&Atilde;O
&nbsp;
Conforme visto, Darwin estava errado. O fato de a NG colocar a pergunta se ele estava errado &eacute; t&atilde;o rid&iacute;culo quanto perguntar &ldquo;Freud estava errado?&rdquo; ou &ldquo;Marx estava errado?&rdquo;. Isto porque, como o Freudianismo e o Marxismo, o Darwinismo &eacute; uma teoria que j&aacute; atingiu o fim de sua vida. Instamos a revista NG a abandonar seu apoio a este mito obsoleto e a aceitar que a cria&ccedil;&atilde;o &eacute; a verdadeira origem da vida.
&nbsp;
O que a NG precisa fazer &eacute; deixar suas pr&eacute;-concep&ccedil;&otilde;es de lado e deixar de apoiar o Darwinismo como um dogma, e aceitar as evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas que enfraquecem esta teoria. Descobertas nos &uacute;ltimos 40 anos, em particular, t&ecirc;m revelado definitivamente a invalidade da filosofia naturalista que jaz no &acirc;mago do Darwinismo. Se a NG realmente encarasse este fato, perceberia que a complexidade organizada da vida e a informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica da qual a vida depende apontam para um design inteligente; em outras palavras que a vida n&atilde;o evoluiu sozinha por acaso e por eventos naturais, mas foi &ldquo;criada&rdquo;.
&nbsp;
A National Geographic &ndash; e todos os outros darwinistas &ndash; evitou at&eacute; agora encarar essa verdade, e pode, portanto, ter tentado encobrir as dificuldades que sua teoria enfrenta. Contudo, deve estar atenta ao fato de que esta evasiva n&atilde;o ajudar&aacute; a manter viva sua teoria. Isto porque o grande desenvolvimento no mundo da ci&ecirc;ncia demonstrou que a era de varrer problemas para baixo do tapete j&aacute; terminou.
&nbsp;
A maneira pela qual o movimento em favor do Design Inteligente tem-se estendido pelos Estados Unidos nos &uacute;ltimos dez anos, desmascarou um por um os dogmas do Darwinismo e se tornou foco de grande interesse. A base intelectual desse movimento &eacute; a &ldquo;Teoria do Design Inteligente&rdquo;. A teoria em quest&atilde;o defende que as estruturas biol&oacute;gicas complexas que cont&ecirc;m grandes quantidades de informa&ccedil;&atilde;o s&oacute; podem ser explicadas nos termos de causas baseadas na intelig&ecirc;ncia, e que estas causas podem ser estudadas empiricamente no &acirc;mbito da Biologia. 26
&nbsp;
Uma indica&ccedil;&atilde;o de que o movimento do Design Inteligente pode representar um mecanismo favor&aacute;vel a maiores mudan&ccedil;as culturais &eacute; a forma pela qual ele est&aacute; efetiva e extensamente revelando que as evid&ecirc;ncias ensinadas durante tanto tempo nas escolas a favor do Darwinismo, na realidade constituem pura mitologia, engano, distor&ccedil;&atilde;o e at&eacute; fraude. O professor Philip E. Johnson, da Universidade de Berkeley, Calif&oacute;rnia, l&iacute;der do movimento, enfatiza que o Darwinismo passar&aacute; para a lata de lixo em algum ponto deste s&eacute;culo. 27
&nbsp;
&Eacute; importante, aqui, relembrar a NG sobre o dano que pode causar a sua persist&ecirc;ncia determinada na pol&iacute;tica de defesa acr&iacute;tica do Darwinismo. Lembre-se, a prop&oacute;sito, que a NG anunciou a descoberta do f&oacute;ssil do Archaeoraptor, encontrado na China, como prova definitiva de que p&aacute;ssaros evolu&iacute;ram de dinossauros, sem esperar que isso tivesse sido apresentado em revistas cient&iacute;ficas com revis&atilde;o cr&iacute;tica. Mais tarde, por&eacute;m, verificou-se que o f&oacute;ssil n&atilde;o representava um elo perdido, mas que era uma imita&ccedil;&atilde;o &ldquo;produzida&rdquo; por contrabandistas de f&oacute;sseis chineses.28 Por causa de sua devo&ccedil;&atilde;o cega ao Darwinismo, a NG n&atilde;o hesitou em abra&ccedil;ar este f&oacute;ssil como &ldquo;prova&rdquo;, mediante m&eacute;todos n&atilde;o-cient&iacute;ficos, e depois se viu envolvida na &ldquo;maior falsifica&ccedil;&atilde;o da paleontologia moderna&rdquo;. 29
&nbsp;
Conforme o ornit&oacute;logo, Dr. Storrs Olson, &ldquo;a National Geographic alcan&ccedil;ou seu ponto mais baixo ao se engajar num jornalismo de tabl&oacute;ide sensacionalista e sem comprova&ccedil;&atilde;o.&rdquo; 30
&nbsp;
A apresenta&ccedil;&atilde;o da alegada Lei da Recapitula&ccedil;&atilde;o (a qual est&aacute; sepultada h&aacute; pelo menos 80 anos como evid&ecirc;ncia a favor da evolu&ccedil;&atilde;o) no artigo da NG &ldquo;Darwin Estava Errado?&rdquo; demonstra que a revista est&aacute; desprovida da seriedade que a ci&ecirc;ncia exige, e continua com seu &ldquo;jornalismo de tabl&oacute;ide sem comprova&ccedil;&atilde;o&rdquo;. A NG n&atilde;o se comporta de maneira inteligente. Manter esta abordagem n&atilde;o oferece nenhum suporte ao Darwinismo. Ao contr&aacute;rio, a NG est&aacute; apenas documentando seu pr&oacute;prio dogmatismo de forma cada vez mais &oacute;bvia.
&nbsp;
Convidamos a National Geographic a considerar estes pontos e a aceitar que a cria&ccedil;&atilde;o &eacute; a verdadeira origem da vida.
&nbsp;
N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que o Senhor de todos os seres vivos, na Terra, no C&eacute;u, e em tudo o que neles existe, &eacute; Deus. Em um verso do Alcor&atilde;o, Deus revela:
&nbsp;
O vosso Deus &eacute; um s&oacute; Deus. N&atilde;o h&aacute; deus sen&atilde;o Ele, o Beneficiente, o Misericordioso. (Alcor&atilde;o, 2&ordf; Surata, vers&iacute;culo 163)
&nbsp;
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Refer&ecirc;ncias
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            1
            
            
            Charles Darwin, The Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life, Electronic Text Center, University of Virginia Library.
            
        
        
            
            2
            
            
            Charles Darwin, On The Origin of Species: A Facsimile of the First Edition, Harvard University Press, 1964, p. 189.
            
        
        
            
            3
            
            
            Michael Behe, Darwin's Black Box, 1996.
            
        
        
            
            4
            
            
            Para maisinforma&ccedil;&otilde;esacerca das tesesevolucionistassobrebiogeografia, consultar: Walter J. Remine, The Biotic Message: Evolution Versus Message Theory, Saint Paul Science; 1st edition, 1993, p. 538.
            
        
        
            
            5
            
            
            G. Nelson; N. Platnick, Systematics and Biogeography: Cladistics and Vicariance, Columbia University Press, 1981, p. 223.
            
        
        
            
            6
            
            
            T. S. Kemp, Fossils and Evolution, Oxford University, Oxford University Press, 1999, p. 246.
            
        
        
            
            7
            
            
            Peter G. Williamson, &ldquo;Morphological stasis and developmental constraint: real problems for neo-Darwinism&rdquo;, Nature, v. 294, 19 November 1981, p. 214; Stephen E. Jones, &lt;http://members.iinet.net.au/~sejones/&gt;.
            
        
        
            
            8
            
            
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            10
            
            
            M.R. Voorhies, &ldquo;Ancient Ashfall Creates a Pompei of Prehistoric Animals&rdquo;,National Geographic, v. 159, n&ordm; 01, January 1981, pp.67-68,74; &ldquo;Horse Find Defies Evolution&rdquo;. Creation Ex Nihilo 5(3):15, January 1983, &lt;http://www.answersingenesis.org/docs/3723.asp&gt;.
            
        
        
            
            11
            
            
            Charles Darwin, On The Origin of Species: A Facsimile of the First Edition, Harvard University Press, 1964, p. 184.
            
        
        
            
            12
            
            
            Spotting Mines With Dolphin Sonar, Science NOW, 1998: 2.
            
        
        
            
            13
            
            
            L. Rutimeyer, Referate, Archiv fur Anthropologie, 1868.
            
        
        
            
            14
            
            
            Keith S. Thompson, &ldquo;Ontogeny and Phylogeny Recapitulated&rdquo;, American Scientist, v. 76, May/June 1988, p. 273.
            
        
        
            
            15
            
            
            G. G. Simpson; W. Beck, An Introduction to Biology, Harcourt Brace and World, New York, 1965, p. 241.
            
        
        
            
            16
            
            
            Stephen Jay Gould, &ldquo;Abscheulich! - Atrocious!: the precursor to the theory of natural selection&rdquo;, Natural History, March 2000, p. 45.
            
        
        
            
            17
            
            
            Mark Ridley, &ldquo;Who Doubts Evolution?&rdquo;, New Scientist, v. 90, 25 June 1981, p. 832.
            
        
        
            
            18
            
            
            Stephen Jay GOULD, &ldquo;Evolution's Erratic Pace&rdquo;, Natural History, May 1977, pp. 13-14.
            
        
        
            
            19
            
            
            William Fix, The Bone Peddlers: Selling Evolution, Macmillan Publishing Co., New York, 1984, p. 189.
            
        
        
            
            20
            
            
            J. Bergman; G. Howe, Vestigial Organs are Fully Functional, CRS Books, Terre Haute, IN, 1990.
            
        
        
            
            21
            
            
            S. R. Scadding, &ldquo;Do 'Vestigial Organs' Provide Evidence for Evolution?&rdquo;, Evolutionary Theory, v. 5, May 1981, p. 173.
            
        
        
            
            22
            
            
            James P. Gills; Thomas Woodward, Darwinism under the Microscope, Charisma House, 2002, p. 39.
            
        
        
            
            23
            
            
            Stuart B. Levy, &ldquo;The Challenge of Antibiotic Resistance&rdquo;, Scientific American, March 1998, p. 35.
            
        
        
            
            24
            
            
            Francisco J. Ayala, &ldquo;The Mechanisms of Evolution&rdquo;, Scientific American, v. 239, September 1978, p. 64.
            
        
        
            
            25
            
            
            George Turner, &ldquo;How Are New Species Formed?&rdquo;, New Scientist, v. 178, issue 2399, 14 June 2003, p. 36.
            
        
        
            
            26
            
            
            Ver &lt;http://www.arn.org&gt; e &lt;http://www.discovery.org/csc/&gt;.
            
        
        
            
            27
            
            
            Phillip E. Johnson, &ldquo;Mothballed Science&rdquo;, Touchstone Magazine, December 2003.
            
        
        
            
            28
            
            
            Para maiores informa&ccedil;&otilde;es sobre a falsifica&ccedil;&atilde;o do Archaeoraptor, ver: &lt;http://www.harunyahya.com/20questions03.php#q7&gt;.
            
        
        
            
            29
            
            
            Tim Friend, &ldquo;The 'missing link' fossil that wasn't&rdquo;, USA Today, 02/01/2000.
            
        
        
            
            30
            
            
            Carta Aberta &agrave; Sociedade National Geographic de Storrs L. Olson, Curador de P&aacute;ssaros, Museu Nacional de Hist&oacute;ria Natural, Instituto Smithsoniano.
            
        
    



 ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>25.03.2009</pubDate>
</item>
<item>
<title>A RELIGIÃO DARWINISTA – 1</title>
<link>http://us1.fmanager.net/api_v1/productDetail.php?dev-t=EDCRFV&amp;objectId=8199</link>
<description><![CDATA[ Uma Doutrina Pag&atilde; da Antig&uuml;idade que Prevalece at&eacute; Hoje
Imagine uma religi&atilde;o cujo fundador alegasse ser cientista, seu livro santo um tratado com uma mensagem supostamente cient&iacute;fica e seus adeptos pessoas que pensassem de si mesmas como muito cultas. Essa religi&atilde;o penetrou em quase todas as civiliza&ccedil;&otilde;es, em cada escola de pensamento e em cada ideologia; seus adeptos somam centenas de milh&otilde;es de pessoas. Em cada campo de especializa&ccedil;&atilde;o &ndash; Hist&oacute;ria, Sociologia, Filosofia, Psicologia, Biologia, etc &ndash; ela &eacute; um dogma b&aacute;sico, a &ldquo;luz que ilumina a verdade&rdquo;.
&nbsp;
Realmente, cada um de voc&ecirc;s est&aacute; familiarizado com o tipo de religi&atilde;o expresso acima. Voc&ecirc; a encontra na sua vida di&aacute;ria, l&ecirc; a sua propaganda nos jornais e sente a sua influ&ecirc;ncia na televis&atilde;o. Essa religi&atilde;o infiltra-se em sua vida em cada momento; realmente ela faz parte da sua vida di&aacute;ria. Talvez alguns de voc&ecirc;s, sabendo ou n&atilde;o, t&ecirc;m sido submetidos &agrave; influ&ecirc;ncia direta dessa religi&atilde;o. Ela &eacute; a &ldquo;religi&atilde;o do darwinismo&rdquo;. Voc&ecirc; pode dizer para si mesmo: &ldquo;o darwinismo n&atilde;o &eacute; uma religi&atilde;o, ele &eacute; uma teoria cient&iacute;fica!&rdquo;, por&eacute;m, h&aacute; muitas pessoas no mundo que s&atilde;o devotas do darwinismo. Alguns cr&ecirc;em que a evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; um fato cientificamente comprovado, e que o mundo est&aacute; sob a influ&ecirc;ncia desta assim chamada posi&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.
&nbsp;
Esta ideologia est&aacute; estabelecida sobre uma s&eacute;rie de erros e a sua apar&ecirc;ncia de positivismo cient&iacute;fico nada mais &eacute; do que uma ilus&atilde;o.(i) A teoria da evolu&ccedil;&atilde;o com seu livro sagrado, seus adeptos, suas alegadas respostas e explica&ccedil;&otilde;es referentes &agrave;s origens dos seres vivos, seus &iacute;dolos e cren&ccedil;as, sua mente fechada &agrave;s cr&iacute;ticas e ao desenvolvimento cient&iacute;fico &eacute; uma religi&atilde;o pag&atilde; que nega a exist&ecirc;ncia de Deus. O fato de que o darwinismo est&aacute; estabelecido sobre a nega&ccedil;&atilde;o de Deus e de que ele realmente &eacute; uma religi&atilde;o pag&atilde; &eacute; algo que muitas pessoas &ndash; mesmo seus seguidores &ndash; somente recentemente t&ecirc;m come&ccedil;ado a afirmar abertamente em artigos, livros e outros escritos.
&nbsp;
O darwinismo &eacute; uma religi&atilde;o falsa; n&atilde;o obstante, ele &eacute; uma das maiores e mais disseminadas religi&otilde;es no mundo. Ele tem influenciado pessoas atrav&eacute;s de seus v&aacute;rios m&eacute;todos de propaganda, de falsifica&ccedil;&atilde;o e de confus&atilde;o. Ao longo de gera&ccedil;&otilde;es o n&uacute;mero de seus adeptos tem estado a crescer.
&nbsp;Inconscientemente, as pessoas t&ecirc;m sido afetadas por esta falsa religi&atilde;o e, com o tempo, t&ecirc;m-se tornado ferrenhos darwinistas. Entretanto, est&atilde;o sendo continuamente descobertos fatos no &acirc;mbito da ci&ecirc;ncia que essa religi&atilde;o ate&iacute;sta n&atilde;o pode tolerar. A cada novo desenvolvimento cient&iacute;fico essas pessoas est&atilde;o enfrentando face a face a realidade da cria&ccedil;&atilde;o. A religi&atilde;o do darwinismo est&aacute; perdendo for&ccedil;a perante quest&otilde;es sobre como os seres vivos vieram &agrave; exist&ecirc;ncia pela primeira vez, sobre a estrutura complexa das criaturas vivas, sobre a variabilidade nas esp&eacute;cies, etc. A cada dia, o darwinismo perde alguma de suas amarras, pois ele &eacute; uma religi&atilde;o que est&aacute; fundamentada na f&eacute; cega e permanece impotente em face dos desenvolvimentos na Biologia molecular, na Gen&eacute;tica, na Paleontologia e na Bio-Matem&aacute;tica. Muitas recentes descobertas nesses campos da ci&ecirc;ncia indicam claramente e definidamente que a evolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; verdadeira.
A divindade falsa do Darwinismo: o acaso
&nbsp;A principal divindade no Darwinismo &eacute; o &ldquo;acaso&rdquo;. N&atilde;o importa qual seja o campo de trabalho darwinista do qual tenhamos not&iacute;cia, nele se encontra men&ccedil;&atilde;o &agrave; for&ccedil;a desse &iacute;dolo, das suas potencialidades, sua experi&ecirc;ncia e previs&atilde;o, porque os darwinistas c&ecirc;em que o Universo e tudo que nele h&aacute;, animado e inanimado, vieram &agrave; exist&ecirc;ncia pelo acaso. A divindade chamada &ldquo;acaso&rdquo; &eacute; a ess&ecirc;ncia e o sangue vital do darwinismo. O que &eacute; interessante &eacute; que alguns darwinistas que levam o t&iacute;tulo de &ldquo;cientistas&rdquo; discursam a respeito do mesmo objeto de adora&ccedil;&atilde;o e das mesmas doutrinas dessa religi&atilde;o pag&atilde;. Por exemplo, o zo&oacute;logo franc&ecirc;s Pierre G. Grass&eacute;, ele mesmo um not&aacute;vel evolucionista, chama a aten&ccedil;&atilde;o para esse fato:

&nbsp;&ldquo;O acaso torna-se uma esp&eacute;cie de provid&ecirc;ncia que, sob a capa de ate&iacute;smo, n&atilde;o &eacute; identificado, mas que &eacute; adorado secretamente.&rdquo; (ii)

&nbsp;O mesmo &iacute;dolo encontra-se em outras religi&otilde;es pag&atilde;s, da mesma forma. Nas religi&otilde;es da Gr&eacute;cia, da China e da &Iacute;ndia, o surgimento dos seres vivos &eacute; tamb&eacute;m descrito fazendo-se refer&ecirc;ncia a ocorr&ecirc;ncias ao acaso. As religi&otilde;es antigas da Mesopot&acirc;mia, adoravam v&aacute;rios &iacute;dolos, criam na ajuda de pilares de pedras e acreditavam que eles possuiam grande poder.(iii) De acordo com essas religi&otilde;es, os seres vivos vieram &agrave; exist&ecirc;ncia por acaso, como por exemplo, pela enchente de um rio ou alguma outra ocorr&ecirc;ncia natural. O surgimento de novos organismos e esp&eacute;cies vivas, de acordo com o darwinismo, tamb&eacute;m dependeu de fen&ocirc;menos naturais, como s&uacute;bitas mudan&ccedil;as na temperatura ou altos n&iacute;veis de radia&ccedil;&atilde;o. Entretanto, o &ldquo;acaso&rdquo; no darwinismo &eacute; diferente do atribu&iacute;do &agrave;s divindades; ele &eacute; atribu&iacute;do &agrave; consci&ecirc;ncia e &agrave; inten&ccedil;&atilde;o!
&nbsp;Resulta que o &ldquo;acaso&rdquo; tinha um prop&oacute;sito; ele n&atilde;o deixou nada para processos aleat&oacute;rios. Este &iacute;dolo era t&atilde;o presciente que, partindo dos menores organismos, ele trouxe &agrave; exist&ecirc;ncia todos os seres vivos sobre a terra e planejou as suas necessidades futuras com milh&otilde;es de anos de antecipa&ccedil;&atilde;o. Ele sabia mesmo que cada evento aconteceria a milh&otilde;es de anos no futuro, e podia fazer provis&atilde;o para cada necessidade sem a perda de um simples detalhe. 
Para tratar desse assunto, a divindade chamada &ldquo;acaso&rdquo; usa muitos m&eacute;todos; um dos mais importantes dos quais &eacute; a &ldquo;muta&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Muta&ccedil;&atilde;o significa altera&ccedil;&atilde;o ou mudan&ccedil;a na mol&eacute;cula de DNA (localizada no n&uacute;cleo da c&eacute;lula viva, e portadora de informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica) efetuada por meio de radia&ccedil;&atilde;o ou atividade qu&iacute;mica. A muta&ccedil;&atilde;o usualmente causa dano que a c&eacute;lula n&atilde;o consegue reparar. Por exemplo, mongolismo, nanismo, anemia falciforme, defici&ecirc;ncias mentais e f&iacute;sicas, bem como o c&acirc;ncer, s&atilde;o citadas como exemplos da natureza destrutiva das muta&ccedil;&otilde;es. A muta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; algo m&aacute;gico que desenvolve seres em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o, ela &eacute; claramente um processo que causa danos, que causa a morte, defici&ecirc;ncias e doen&ccedil;as. Este fato &eacute; reconhecido pelos cientistas que comparam as muta&ccedil;&otilde;es aos terremotos. (iv)
Os efeitos da muta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o sempre negativos; entretanto o &ldquo;acaso&rdquo; produz resultados ordenados e positivos! E acredita-se que esta divindade produz beleza, criaturas perfeitas, em ordem magn&iacute;fica. Por exemplo, poderia criar as 100 trilh&otilde;es de c&eacute;lulas existentes no corpo humano sem qualquer erro ou defici&ecirc;ncia. Essa divindade jamais comete um erro e os seus planos jamais s&atilde;o desfeitos quando cria c&eacute;lulas como uma f&aacute;brica, quando produz energia, enzimas e horm&ocirc;nios, quando armazena no banco de dados do n&uacute;cleo informa&ccedil;&otilde;es sobre o que ela produziu, ou quando distribui mat&eacute;rias primas e produtos acabados para diferentes departamentos, com um sistema de inspe&ccedil;&atilde;o e controle que analisa tudo o que passa atrav&eacute;s das membranas, garantindo a qualidade de tudo o que &eacute; produzido. 
Exemplos desse incompar&aacute;vel poder da divindade s&atilde;o inumer&aacute;veis. Por exemplo, o &ldquo;acaso&rdquo; fez com que a vida de um ser vivo dependesse do seu cora&ccedil;&atilde;o e do sistema circulat&oacute;rio e, para que o cora&ccedil;&atilde;o exercesse sua fun&ccedil;&atilde;o, criou um sistema de art&eacute;rias para levar o sangue a cada parte do corpo; e ao fazer isso n&atilde;o se esqueceu de um sistema de veias para trazer de volta o sangue ao cora&ccedil;&atilde;o. No meio tempo, acrescentou o f&iacute;gado ao sistema para retirar o di&oacute;xido de carbono do sangue e conectou esse sistema todo ao cora&ccedil;&atilde;o. Ele sabia que, para depurar o sangue de outras impurezas, seriam necess&aacute;rios os rins e assim imediatamente os criou...
&nbsp;Esta lista poderia ser estendida. Para a vida de qualquer criatura poder ter continuidade, um grande n&uacute;mero de &oacute;rg&atilde;os deveria executar sua fun&ccedil;&atilde;o perfeitamente e simultaneamente. Se somente um deles falhasse em operar adequadamente, a criatura morreria dentro de poucos minutos, ou no m&aacute;ximo em poucos dias. Entretanto, de acordo com as alega&ccedil;&otilde;es dos evolucionistas, a divindade &ldquo;acaso&rdquo; &eacute; grandemente consciente e atenta, projetando e trazendo &agrave; exist&ecirc;ncia milh&otilde;es de seres completos e sem defeito, criando-os como resultado de um longo e demorado processo. Mas, n&atilde;o estando contente somente em criar os seres humanos, ela tamb&eacute;m concebeu todas as coisas poss&iacute;veis que o ser humano e sua descend&ecirc;ncia durante milhares de gera&ccedil;&otilde;es haveriam de necessitar. Para prover as necessidades das gera&ccedil;&otilde;es vindouras, ela criou o trigo, milhares de anos antes, e para as necessidades de energia das gera&ccedil;&otilde;es seguintes criou o petr&oacute;leo Ao fazer do sol a fonte de energia ela n&atilde;o esqueceu de criar camadas na atmosfera para proteger os seres humanos dos raios perigosos. Ao projetar o sistema humano de respira&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m criou uma atmosfera apropriada. Equilibrou esse sistema de tal forma que a vida de um ser vivo &eacute; dependente da vida de outros; fez a exist&ecirc;ncia do oxig&ecirc;nio depender de plantas, as plantas da &aacute;gua, a &aacute;gua do calor atmosf&eacute;rico; fez todos esses sistemas dependerem, por sua vez, da rota&ccedil;&atilde;o da Terra, que ainda depende da atra&ccedil;&atilde;o gravitacional dos corpos astron&ocirc;micos, da dist&acirc;ncia do Sol &agrave; Terra, da Lua e de milhares de outros detalhes.
&nbsp;Cada criatura &eacute; alimentada por outra, e se uma se torna extinta, a outra sofre. De acordo com as alega&ccedil;&otilde;es evolucionistas, o &ldquo;acaso&rdquo; tem um tal grau de consci&ecirc;ncia que n&atilde;o deixa faltar nenhum detalhe! O j&aacute; citado renomado zo&oacute;logo franc&ecirc;s Pierre G. Grass&eacute; diz a respeito deste conceito:

O aparecimento oportuno de muta&ccedil;&otilde;es para permitir animais e plantas satisfazerem suas necessidades parece dif&iacute;cil de acreditar. Entretanto, a teoria darwinista exige mais ainda: uma simples planta, um simples animal, exigiriam milhares e milhares de eventos felizes adequados. Assim, os milagres se tornariam a regra: eventos com probabilidade infinitesimal n&atilde;o poderiam ocorrer ... N&atilde;o existe lei contra sonhar durante o dia, mas a ci&ecirc;ncia n&atilde;o deve depender disso.(v)

Assim, a ess&ecirc;ncia da religi&atilde;o darwinista &eacute; uma doutrina que &eacute; anti-cient&iacute;fica, anti-intelectual e destitu&iacute;da de sentido. Se o intelecto humano tem a capacidade de compreender que uma constru&ccedil;&atilde;o complexa n&atilde;o pode se formar por acaso e deve, sim, ser produto de um plano inteligente, ent&atilde;o o darwinismo se op&otilde;e diametralmente &agrave; raz&atilde;o humana. Entretanto, da mesma forma como os primitivos pag&atilde;os que, contrariamente &agrave; raz&atilde;o, adoravam os &iacute;dolos que faziam com suas pr&oacute;prias m&atilde;os, os adeptos de Darwin, deixando de levar em conta a raz&atilde;o humana, aderem aos ensinamentos dele.
A religi&atilde;o do darwinismo est&aacute; estabelecida sobre uma ilus&atilde;o. Entretanto, mesmo o seu fundador, Charles Darwin, estava ciente de que os seres vivos complexos n&atilde;o poderiam ter vindo &agrave; exist&ecirc;ncia por acaso. A ordem perfeita na natureza mostrava a ele que cada ser existente possu&iacute;a um projeto magn&iacute;fico. Darwin exp&ocirc;s suas d&uacute;vidas com as seguintes palavras:

N&atilde;o posso, de maneira alguma, me contentar em ver esse maravilhoso universo e especialmente a natureza do homem. ... Eu inclino-me a olhar a cada coisa como o resultado de leis concebidas. ... Todas essas leis podem ter sido expressamente designadas por um Criador onisciente, que previu cada evento futuro e a sua conseq&uuml;&ecirc;ncia. Por&eacute;m, quanto mais eu penso, mais perplexo eu fico.(vi)

Se voc&ecirc; vir a olho nu seres vivos ao seu redor, voc&ecirc; encontrar&aacute; a prova de uma intelig&ecirc;ncia extraordin&aacute;ria, de estrat&eacute;gia e de ordem. Se voc&ecirc; examinar uma criatura marinha microsc&oacute;pica, um simples &aacute;tomo, uma c&eacute;lula ou qualquer organismo vivo, voc&ecirc; encontrar&aacute; uma composi&ccedil;&atilde;o assombrosa. Esta grande intelig&ecirc;ncia, este planejamento preciso e o projeto exato para cada parte da natureza prov&eacute;m de Deus, a quem todo poder e capacidade pertencem.
Notas
(i) &nbsp;Para mais detalhes, referir-se a &ldquo;Darwinism Refuted: How the Theory of Evolution Breaks Down in the Light of Modern Science&rdquo;, Goodword Books, New Delhi, 2003.
(ii) &nbsp;Pierre Paul Grass&eacute;, &ldquo;Evolution of Living Organisms&rdquo;, New York, Academic Press, 1977, p.107.
(iii) &nbsp;Para mais detalhes, ver &ldquo;Religion of Darwinism&rdquo;, de Harun Yahya.
(iv) &nbsp;B. G. Ranganathan, &ldquo;Origins?&rdquo;, Pennsylvania: The Banner of Truth Trust, 1988, p. 7.
(v) &nbsp;Pierre Paul Grass&eacute;, &ldquo;Evolution of Living Organisms&rdquo;, New York: Academic Press, 1977, p. 103.
(vi) &nbsp;&ldquo;The Life and Letters of Charles Darwin&rdquo;, vol. II, p. 105.  ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>09.07.2008</pubDate>
</item>
<item>
<title>A RELIGIÃO DARWINISTA - 2 -</title>
<link>http://us1.fmanager.net/api_v1/productDetail.php?dev-t=EDCRFV&amp;objectId=8198</link>
<description><![CDATA[ Os tabus do darwinismo que n&atilde;o podem ser questionados
A despeito do fato de que a religi&atilde;o darwinista &eacute; meramente um produto da demagogia, ela veio a ocupar uma posi&ccedil;&atilde;o influente na mente das pessoas. Elas n&atilde;o s&atilde;o capazes de questionar isto porque &eacute; proibido fazer perguntas - esta religi&atilde;o exige f&eacute; incondicional. 
Para ser um darwinista &eacute; necess&aacute;rio acreditar que seres vivos foram formados a partir de mat&eacute;ria inerte, que os r&eacute;pteis come&ccedil;aram a voar em conseq&uuml;&ecirc;ncia de um processo de sucessivas coincid&ecirc;ncias, que organismos altamente complexos como as c&eacute;lulas e tamb&eacute;m olhos e ouvidos vieram &agrave; exist&ecirc;ncia atrav&eacute;s do acaso aleat&oacute;rio, que criaturas do mar, como as baleias, evolu&iacute;ram a partir de mam&iacute;feros como ursos, que se dirigiam ao mar &agrave; procura de alimento, que dinossauros que corriam atr&aacute;s de moscas desenvolveram asas e se tornaram aves. &Eacute; evidente qu&atilde;o irracionais e il&oacute;gicos s&atilde;o essas proposi&ccedil;&otilde;es. Quem estiver lendo estas palavras, poder&aacute; pensar que, como cientistas respeit&aacute;veis acreditam nessas coisas, eles devem ter comprova&ccedil;&atilde;o delas. Por&eacute;m, n&atilde;o existe a menor sombra de comprova&ccedil;&atilde;o &ndash; somente imagina&ccedil;&otilde;es, suposi&ccedil;&otilde;es, probabilidades e desejos. A decis&atilde;o a respeito dessas coisas j&aacute; foi tomada; e agora &eacute; necess&aacute;rio somente crer.
Tudo que &eacute; necess&aacute;rio para levar ao povo a acreditar nessa religi&atilde;o &eacute; um simples artigo em uma revista ou livro, ou um curto filme document&aacute;rio. Mesmo que se queira, n&atilde;o se pode fazer perguntas nem examinar os f&oacute;sseis que supostamente confirmariam as formas de transi&ccedil;&atilde;o, ou os desenhos elaborados, ou as ilustra&ccedil;&otilde;es que alegadamente s&atilde;o representa&ccedil;&otilde;es verdadeiras. N&atilde;o se pode mesmo efetuar experimentos como o experimento de Miller, que j&aacute; foi comprovadamente invalidado pelo desenvolvimento cient&iacute;fico.(i) As pessoas que se envolvessem nesse tipo de empreendimento seriam imediatamente exclu&iacute;das dos c&iacute;rculos cient&iacute;ficos pelos mission&aacute;rios darwinistas; de fato elas s&atilde;o &ldquo;excomungadas&rdquo;. Certamente, se elas pudessem pensar, pelo menos um pouco, a respeito desses fatos elas compreenderiam a verdade. 
Qualquer pessoa com um m&iacute;nimo de conhecimento cient&iacute;fico sabe que n&atilde;o haveria suficiente tempo para um peixe sair em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; terra e crescer acostumando-se ao novo ambiente, porque morreria rapidamente. Qualquer pessoa que tenha estudado a estrutura complexa de uma c&eacute;lula compreender&aacute; que esse organismo miraculoso n&atilde;o poderia ter vindo &agrave; exist&ecirc;ncia mediante coincid&ecirc;ncias. As pessoas compreendem que um r&eacute;ptil n&atilde;o pode desenvolver asas pelo simples acaso e voar. Fatos como estes podem ser comprovados por qualquer tipo de experimento e observa&ccedil;&atilde;o, e percebidos pelo pr&oacute;prio senso comum, por&eacute;m as pessoas cujas mentes foram anuviadas pela doutrina darwinista, n&atilde;o querem sequer pensar a respeito dessas coisas; elas t&ecirc;m medo de pensar a seu respeito. Entretanto, &eacute; somente por pensar, investigar e observar, que uma pessoa se tornar&aacute; capaz de ver a verdade, livrar-se do preconceito e vencer tabus. Para compreender que Deus criou o Universo, as pessoas devem pensar profundamente a respeito da cria&ccedil;&atilde;o da terra e dos c&eacute;us. Quando algu&eacute;m se liberta do preconceito, a &uacute;nica conclus&atilde;o a que ele chega &eacute; de que existe um Criador supremo. No Cor&atilde;o, Deus mostra a import&acirc;ncia de uma pessoa usar a sua pr&oacute;pria mente: 

Esses que, de p&eacute;, sentados ou deitados, evocam o nome de Deus e meditam acerca da cria&ccedil;&atilde;o dos C&eacute;us e da Terra, dizendo: &ldquo;Senhor nosso: criaste-nos tudo isto e n&atilde;o foi em v&atilde;o. Gl&oacute;ria a Ti! Preserva-nos do castigo do fogo!&nbsp; (Surah A&rsquo;li Imran, 3:191)

L&iacute;deres darwinistas est&atilde;o cientes de que a liberdade de pensamento significaria o fim da sua teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, e por essa raz&atilde;o, t&ecirc;m desencorajado o pensar. O m&eacute;todo usado &eacute; sugerir &agrave;s pessoas que os assim chamados aspectos cient&iacute;ficos dessa religi&atilde;o darwinista s&atilde;o altamente complexos e muito dif&iacute;ceis de serem entendidos. Eles usam uma terminologia incompreens&iacute;vel, palavras latinas e compara&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, e insistem que tais coisas jamais poder&atilde;o ser compreendidas pelas pessoas comuns. As pessoas assim s&atilde;o persuadidas e decidem-se, logo, que n&atilde;o podem compreender os fundamentos do darwinismo, os quais somente poderiam ser compreendidos por grandes homens de ci&ecirc;ncia. Para evitar dificuldades, o mais l&oacute;gico, no seu ponto de vista, &eacute; aceitar o que eles dizem. Assim, entre os l&iacute;deres da religi&atilde;o e os seus seguidores, foi estabelecida uma hierarquia, e cada qual deve conhecer o seu lugar. (ii)
Por&eacute;m, a despeito das precau&ccedil;&otilde;es, proibi&ccedil;&otilde;es e obst&aacute;culos, os darwinistas n&atilde;o podem evitar que seus adeptos experimentem d&uacute;vidas, porque o seu ambiente prov&ecirc; milhares de provas a favor da cria&ccedil;&atilde;o. Para duvidar das teorias darwinistas basta contemplar a ordem perfeita do mundo, as interessantes caracter&iacute;sticas de cada ser vivo, a impressionante precis&atilde;o em toda a cria&ccedil;&atilde;o, desde o &aacute;tomo at&eacute; as gal&aacute;xias, a estrutura complexa de cada organismo vivo, as belezas da natureza, o odor de uma rosa ou o gosto de uma fruta. 
Depois que os desenvolvimentos cient&iacute;ficos comprovaram a invalidade da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, muitos cientistas tiveram que reconhecer isto de v&aacute;rias maneiras. Os darwinistas fizeram tudo que puderam, por&eacute;m foram incapazes de encobrir os fatos. Quanto mais tentam suprimi-los, cada vez mais surgem discuss&otilde;es, livros e artigos de pesquisa que mostram a invalidade do darwinismo, sendo totalmente imposs&iacute;vel evitar sua circula&ccedil;&atilde;o. Os mission&aacute;rios darwinistas, ent&atilde;o, voltaram-se a uma das suas mais significativas medidas de emerg&ecirc;ncia &ndash; a fraude!
Evolucionistas acham permiss&iacute;vel cometer fraudes
&nbsp;
Para apoiar a sua teoria e as suas alega&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas, os evolucionistas freq&uuml;entemente t&ecirc;m cometido fraudes. Este &eacute; o &uacute;nico caminho plaus&iacute;vel para contornar as d&uacute;vidas, porque eles sabem que, al&eacute;m de um certo ponto, suas palavras vazias e demag&oacute;gicas n&atilde;o t&ecirc;m qualquer valor. As pessoas esperam provas documentadas daqueles que apoiam a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m a &uacute;nica prova que os darwinistas podem apresentar s&atilde;o evid&ecirc;ncias falsas. N&atilde;o h&aacute; nenhum outro recurso para aqueles que propagam um processo imagin&aacute;rio: al&eacute;m de omitir novas descobertas, destruir evid&ecirc;ncias ou alter&aacute;-las a favor da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;Um dos seus m&eacute;todos &eacute; o uso de desenhos fantasiosos para apoiar a proposta do assim chamado homem-macaco. No passado, eles desenharam essas ilustra&ccedil;&otilde;es fantasiosas, e agora, com o aux&iacute;lio de computa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica, produzem novas impressionantes ilustra&ccedil;&otilde;es do homem-macaco. Por&eacute;m, sua &uacute;nica fontes de inspira&ccedil;&atilde;o &eacute; sua imagina&ccedil;&atilde;o, porque realmente n&atilde;o disp&otilde;em de quaisquer provas cient&iacute;ficas.
&nbsp;De fato os darwinistas t&ecirc;m cometido fraudes substanciais que se tornaram conhecidas na hist&oacute;ria como verdadeiros esc&acirc;ndalos. Por exemplo, o cr&acirc;nio do homem de Piltdown, que foi descoberto em 1912 e enganou o mundo at&eacute; 1953, quando foi reconhecido como uma fraude arquitetada por um evolucionista a partir de um cr&acirc;nio humano ao qual ele justap&ocirc;s a mand&iacute;bula de um organgotango. Os dentes do cr&acirc;nio, em seguida, foram juntados e dispostos de maneira a dar impress&atilde;o de que eram humanos; uma vez colocados em seu lugar, eles foram limados junto &agrave; mand&iacute;bula. Ent&atilde;o todas as partes foram tratadas com dicromato de pot&aacute;ssio para dar a impress&atilde;o de idade avan&ccedil;ada. Os evolucionistas exibiram esse f&oacute;ssil durante 40 anos no Museu Brit&acirc;nico, o mais famoso museu do mundo. Durante 40 anos o mundo cient&iacute;fico foi literalmente enganado. (iii)
&nbsp;Outra fraude interessante leva o nome&nbsp; do bi&oacute;logo alem&atilde;o Ernst Haeckel, amigo e contempor&acirc;neo de Darwin. Para apoiar sua teoria &ldquo;A Ontogenia recapitula a Filogenia&rdquo;, ele elaborou desenhos ilus&oacute;rios que mostravam um embri&atilde;o humano e um embri&atilde;o de peixe como sendo iguais. Ele fez altera&ccedil;&otilde;es em alguns desenhos de embri&otilde;es e removeu parte de outros. Depois que isso se tornou conhecido, ele se defendeu somente dizendo que o que fez era semelhante a falsifica&ccedil;&otilde;es que outros haviam feito:
&nbsp;Ap&oacute;s essa confiss&atilde;o comprometedora de &rsquo;fraude&rdquo;, eu deveria estar obrigado a me considerar condenado e aniquilado se n&atilde;o tivesse eu a consola&ccedil;&atilde;o de ver lado a lado comigo, no c&aacute;rcere, centenas de acusados, entre eles muitos dos investigadores mais confi&aacute;veis e bi&oacute;logos mais estimados. A grande maioria de todos os diagramas nos melhores livros-texto de biologia, tratados e revistas cient&iacute;ficas incorreriam no mesmo grau de acusa&ccedil;&atilde;o de &ldquo;fraude&rdquo;, pois todos eles s&atilde;o inexatos e s&atilde;o mais ou menos alterados, esquematizados e constru&iacute;dos.(iv)
&nbsp;Somente algumas dessas fraudes t&ecirc;m sido relatadas pelos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m o exame da hist&oacute;ria evolucionista revela muito mais exemplos de desenhos falsos, reconstru&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas, altera&ccedil;&otilde;es em f&oacute;sseis, etc. O prop&oacute;sito dessas fraudes tem sido revitalizar a teoria, dando a ela o maior apoio poss&iacute;vel &ndash; apoio que ela n&atilde;o poderia encontrar a partir de evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. Tais falsifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o provas importantes de que a evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; uma religi&atilde;o dogm&aacute;tica e que os seus seguidores s&atilde;o fan&aacute;ticos que n&atilde;o ser&atilde;o interrompidos por nada para defend&ecirc;-la. 
Conclus&atilde;o
&nbsp;
Ap&oacute;s uma pessoa ter sido iluminada pela religi&atilde;o do darwinismo, ela poderia perguntar a si mesma: qual &eacute; o prop&oacute;sito dessa religi&atilde;o? O que o darwinismo, com o seu venerado fundador, seu livro &ldquo;santo&rdquo;, seus mission&aacute;rios e suas organiza&ccedil;&otilde;es poderosas ao redor de todo o mundo esperam realizar? Essa religi&atilde;o tem apenas um objetivo: tomar o lugar das religi&otilde;es reveladas &ndash; especialmente a religi&atilde;o isl&acirc;mica (dir&iacute;amos: todas as religi&otilde;es monote&iacute;stas &ndash; N. T.) &ndash; e destru&iacute;-las. Em outras palavras, o darwinismo &eacute; uma alternativa anti-religiosa em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; verdadeira religi&atilde;o. Toda a religi&atilde;o pag&atilde; tem tido o mesmo prop&oacute;sito. 
A religi&atilde;o do darwinismo foi elaborada n&atilde;o para prestar culto ao &ldquo;processo evolutivo&rdquo; ou &agrave; pesquisa cient&iacute;fica, pois de fato n&atilde;o existe qualquer &ldquo;processo evolutivo&rdquo; para ser estudado. O prop&oacute;sito real dessa falsa religi&atilde;o &eacute; desviar as pessoas da cren&ccedil;a em Deus. &Eacute; por isso que um dos seus mais renomados defensores, Julian Huxley, descreveu o prop&oacute;sito da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o nestes termos:
Uma religi&atilde;o &eacute; essencialmente uma atitude com rela&ccedil;&atilde;o ao mundo como um todo. Assim, a evolu&ccedil;&atilde;o por exemplo, pode demonstrar-se como um princ&iacute;pio poderoso para coordenar as cren&ccedil;as e as esperan&ccedil;as do homem, assim como foi Deus no passadov. 
O objetivo mais importante dessa teoria &eacute; gravar na mente humana o engano de que o mundo n&atilde;o foi criado por Deus, e que, conseq&uuml;entemente, n&atilde;o existe responsabilidade para a aceita&ccedil;&atilde;o das leis divinas. Os evolucionistas enfatizam isso freq&uuml;entemente, destacando que o ser humano &eacute; o seu pr&oacute;prio &ldquo;dono&rdquo;, o seu &ldquo;guardador&rdquo;, respons&aacute;vel &ldquo;somente a si mesmo&rdquo;.
A verdade revelada &agrave; humanidade no Isl&atilde; e outras religi&otilde;es baseadas na revela&ccedil;&atilde;o divina &eacute; que Deus criou o homem com um determinado prop&oacute;sito. Deus projetou os seres humanos e estabeleceu a vida neste mundo como sendo um per&iacute;odo de prova. Nesse per&iacute;odo de teste o ser humano &eacute; respons&aacute;vel por toda a a&ccedil;&atilde;o que fizer, toda palavra que falar ou escrever, na realidade, por todo o pensamento que mantiver em sua mente; pois o homem &eacute; respons&aacute;vel perante o seu Senhor.
Assim, aqueles que ca&iacute;ram sob a influ&ecirc;ncia dessa religi&atilde;o evolucionista, mesmo que sejam grandes defensores dela, devem escapar dessa influ&ecirc;ncia o mais breve poss&iacute;vel. &Eacute; essencial que eles reconhe&ccedil;am a sua nobre responsabilidade, curvem sua cabe&ccedil;a e submetam-se a Deus, nosso Senhor. Caso contr&aacute;rio, permanecer&atilde;o dogm&aacute;ticos, com mentalidade estreita, vivendo uma vida falsa como adeptos de uma religi&atilde;o falsa.

Notas
&nbsp;i Para mais detalhes referir-se a &ldquo;Darwinism: How the Theory of Evolution Breaks Down in the Light of Modern Science&rdquo;, Goodword Books, New Delhi, 2003.
&nbsp;ii Para mais detalhes, ver &ldquo;Religion of Darwinism&rdquo;, de Harun Yahya.
&nbsp;iii Para mais detalhes, ver &ldquo;The Evolution Deceit&rdquo;, de Harun Yahya.
&nbsp;iv &ldquo;The Neck of the Giraffe: Where Darwin Went Wrong&rdquo;, Ticknor and Fields, New York, 1982, p. 204.
&nbsp;v Julian Huxley &amp; Jacob Bronowski, &ldquo;Growth of Ideas&rdquo;, Prentice Hall, Inc. Englewood Cliff, 1986, s. 99. ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>09.07.2008</pubDate>
</item>
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<title>ARCHAEOPTERYX – ESPÉCE EXTINTA DE AVE, E NÃO UMA FORMA INTERMEDIÁRIA</title>
<link>http://us1.fmanager.net/api_v1/productDetail.php?dev-t=EDCRFV&amp;objectId=8197</link>
<description><![CDATA[ Depois que Charles Darwin publicou o seu livro A Origem das Esp&eacute;cies em 1859, os evolucionistas iniciaram a busca de esp&eacute;cies intermedi&aacute;rias de &ldquo;transi&ccedil;&atilde;o&rdquo; para comprovar as suas alega&ccedil;&otilde;es.
O primeiro f&oacute;ssil de Archaeopteryx foi descoberto na forma&ccedil;&atilde;o calc&aacute;ria de Solnhofen na Bavaria, Alemanha, em 1861. Os darwinistas consideraram como a salva&ccedil;&atilde;o que deveria dar apoio a sua teoria. O esqueleto do Archaeopteryx (cujo significado &eacute; &ldquo;asa antiga&rdquo;) &eacute; um f&oacute;ssil incrivelmente raro, de grande valor, e foi colocado em caixa de seguran&ccedil;a banc&aacute;ria para sua prote&ccedil;&atilde;o. A import&acirc;ncia desse f&oacute;ssil para os darwinistas tem a ver com as suas caracter&iacute;sticas que, como eles alegam, pertencem tanto a aves quanto a r&eacute;pteis. Com grande excita&ccedil;&atilde;o e com no&ccedil;&otilde;es pr&eacute; concebidas, eles apresentaram o f&oacute;ssil como um &ldquo;elo perdido&rdquo;, intermedi&aacute;rio entre r&eacute;pteis e aves. O Archaeopteryx foi honrado com um lugar de destaque em muitas exibi&ccedil;&otilde;es em museus e tamb&eacute;m em livros-texto como a prova definitiva a favor da evolu&ccedil;&atilde;o.
  
&nbsp;Entretanto, as v&aacute;rias cr&iacute;ticas feitas com rela&ccedil;&atilde;o ao f&oacute;ssil e as inconsist&ecirc;ncias que foram surgindo com um exame mais acurado dele permaneceram ignoradas.
&nbsp;Grande n&uacute;mero de caracter&iacute;sticas peculiares ao Archaeopteryx levaram os evolucionistas a interpret&aacute;-lo como uma fotografia da chamada transi&ccedil;&atilde;o evolutiva entre r&eacute;pteis e aves. Eles sugeriram que esse f&oacute;ssil de ave extinta, com cerca de 150 milh&otilde;es de anos, mantinha caracter&iacute;sticas meio-r&eacute;pteis de uma esp&eacute;cie anterior que havia vivido muito antes das aves. O Archaeopteryx tinha garras com penas, nas suas asas, dentes em sua mand&iacute;bula e uma cauda &oacute;ssea semelhante &agrave; dos de r&eacute;pteis &ndash; todas essas eram caracter&iacute;sticas que levavam este esp&eacute;cime a ser interpretado como prova da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;De acordo com essa teoria, certos dinossauos pequenos, denominados Velociraptors ou Dromaeosaurus tinham gradualmente desenvolvido suas patas dianteiras transformando-as em asas e gradualmente tornando-se capazes de voar, saltando para capturar sua presa a partir de ramos bastante altos. Como parte desse cen&aacute;rio, o Archaeopteryx foi a primeira esp&eacute;cie a surgir dos seus alegados antepassados dinossauros, come&ccedil;ando a voar. Essa hip&oacute;tese pode ser encontrada repetidamente em praticamente todas as publica&ccedil;&otilde;es evolucionistas.
&nbsp;Na realidade, entretanto, os &uacute;ltimos exames feitos dos f&oacute;sseis de Archaeopteryx mostraram que essa criatura definitivamente n&atilde;o era uma forma intermedi&aacute;ria, mas realmente uma esp&eacute;cie extinta de ave, com v&aacute;rias caracter&iacute;sticas que a tornavam algo distinta das aves modernas. Os cientistas hoje concordam que o Archaeopteryx possu&iacute;a um esqueleto, estrutura de penas e m&uacute;sculos de v&ocirc;o id&ecirc;nticos aos das aves atuais, e era capaz de voar perfeitamente. Al&eacute;m disso, o exame cient&iacute;fico comprovou que com a sua f&uacute;rcula (i) e a estrutura de penas assim&eacute;tricas (ii), o Archaeopteryx era uma ave voadora plenamente desenvolvida.
&nbsp;Resumindo, o Archaeopteryx n&atilde;o poderia ser classificado como uma forma intermedi&aacute;ria, com base em algumas poucas caracter&iacute;sticas singulares. Particularmente o s&eacute;timo f&oacute;ssil de Archaeopteryx, que foi escavado em 1992, confirmou isso, e demoliu completamente as alega&ccedil;&otilde;es evolucionistas baseadas em qualquer &ldquo;semelhan&ccedil;a&rdquo; com os r&eacute;pteis. Alan Feduccia da Universidade de Carolina do Norte em Chapel Hill, que &eacute; considerado autoridade mundial em aves, expressa a natureza err&ocirc;nea das alega&ccedil;&otilde;es evolucionistas com rela&ccedil;&atilde;o ao Archaeopteryx:
Os paleont&oacute;logos tentaram transformar o Archaeopteryx em um dinossauro terrestre com penas. Mas ele n&atilde;o &eacute; isso. Ele &eacute; uma ave que empoleira. E nenhuma artimanha &lsquo;paleol&oacute;gica&rsquo; ir&aacute; alterar este fato.(iii)
&nbsp;A despeito de ser evolucionista, John H. Ostrom, professor de geologia da Universidade de Yale, concorda que as alega&ccedil;&otilde;es carecem de comprova&ccedil;&atilde;o:
Zdenek Burian reconsiderou o est&aacute;gio pr&eacute;-Archaeopteryx na evolu&ccedil;&atilde;o do v&ocirc;o das aves, que &eacute; usualmente denominado &lsquo;pro-avis&rsquo;. N&atilde;o existe, absolutamente, qualquer evid&ecirc;ncia de pro-avis.(iv)
&nbsp;Colin Patterson, outro cientista evolucionista, afirma tamb&eacute;m que as alega&ccedil;&otilde;es feitas a favor do Archaeopteryx est&atilde;o longe de serem cient&iacute;ficas:
&ldquo;Seria o Archaeopteryx ancestral de todas as aves? Talvez sim, talvez n&atilde;o: n&atilde;o existe uma maneira de responder essa pergunta. &Eacute; bastante f&aacute;cil construir hist&oacute;rias a respeito de como uma forma d&aacute; origem a outra, e descobrir raz&otilde;es pelas quais os est&aacute;gios deveriam ser favorecidos pela sele&ccedil;&atilde;o natural. Por&eacute;m tais est&oacute;rias n&atilde;o fazem parte da ci&ecirc;ncia, pois n&atilde;o existe maneira de submet&ecirc;-las a testes&rdquo;.(v)
Essa esp&eacute;cie f&oacute;ssil particular &eacute; indispensavelmente importante para os darwinistas, n&atilde;o tanto porque ela constitui evid&ecirc;ncia do seu processo imagin&aacute;rio de evolu&ccedil;&atilde;o, mas porque &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil especular a seu respeito. O f&oacute;ssil &eacute; mencionado em cada oportunidade poss&iacute;vel, como se representasse evid&ecirc;ncias significativas, a despeito dos fatos atuais terem comprovado o contr&aacute;rio vez ap&oacute;s outra. Isto &eacute; porque nenhuma forma intermedi&aacute;ria &ndash; a coluna dorsal da alega&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o - jamais foi encontrada. A remo&ccedil;&atilde;o do Archaeopteryx, que era tido literalmente como um &ldquo;salvador&rdquo; e o &uacute;nico esp&eacute;cime f&oacute;ssil que os evolucionistas imaginavam que poderiam dispor, causou um severo golpe em sua teoria. Portanto, a apresenta&ccedil;&atilde;o continuada do Archaeopteryx como evid&ecirc;ncia favor&aacute;vel &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; algo dogm&aacute;tico, e n&atilde;o cient&iacute;fico.
Por que o Archaeopteryx n&atilde;o &eacute; uma forma intermedi&aacute;ria
&nbsp;O Archaeopteryx realmente possui v&aacute;rias caracter&iacute;sticas que diferem daquelas das aves modernas. N&atilde;o obstante, as suas caracter&iacute;sticas mostram tamb&eacute;m que ele era capaz de voar: ele era uma ave verdadeira. O mero fato de que o Archaeopteryx possu&iacute;a v&aacute;rias caracter&iacute;sticas singulares n&atilde;o demonstra que fosse uma esp&eacute;cie de forma intermedi&aacute;ria. As provas de que ele n&atilde;o &eacute; um intermedi&aacute;rio meio-dinossauro, meio-ave, mas sim meramente uma esp&eacute;cie extinta de ave, podem ser enumeradas resumidamente:
1.&nbsp;A f&uacute;cula do Archaeopteryx e a descoberta posterior do seu esterno
&nbsp;Os dinossauros n&atilde;o possuem f&uacute;rcula, embora o Archaeopteryx, como todas as aves, possua uma f&uacute;rcula. O anatomista David Menton refere-se &agrave; f&uacute;rcula do Archaeopteryx nestes termos:
O Archaeopteryx tem uma f&uacute;rcula robusta. Alguns fascinantes estudos recentes&nbsp; utilizando raios-X, mostrando p&aacute;ssaros em movimento quando em v&ocirc;o, mostram como a f&uacute;rcula tem de ser flex&iacute;vel para suportar as for&ccedil;as incr&iacute;veis necess&aacute;rias para o bater de asas no v&ocirc;o. Pode-se ver, em tempo real, a f&uacute;rcula fletindo-se em cada bater de asas.(vi)
&nbsp;At&eacute; a d&eacute;cada de 1990, o fato de que faltava o esterno ao Archaeopteryx era apresentado como a mais importante evid&ecirc;ncia de que ele n&atilde;o podia voar (O esterno &eacute; encontrado na parte da frente da caixa tor&aacute;cica, e a ele s&atilde;o ligados os m&uacute;sculos necess&aacute;rios para o v&ocirc;o. Este osso &eacute; presente em todas as aves atuais que voam ou que n&atilde;o voam &ndash; e at&eacute; mesmo em morcegos!).&nbsp;
&nbsp;Entretanto, o s&eacute;timo f&oacute;ssil de Archaeopteryx, descoberto em 1992, mostrou que essa afirmativa era incorreta, e que aquele f&oacute;ssil continha realmente o esterno, que os evolucionistas de h&aacute; muito imaginavam n&atilde;o existir. Esta descoberta destruiu completamente o fundamento mais b&aacute;sico da alega&ccedil;&atilde;o de que o Archaeopteryx era uma meia-ave, que n&atilde;o voava.
2.&nbsp;A estrutura das penas do Archaeopteryx 
&nbsp;Uma das mais convincentes evid&ecirc;ncias de que o Archaeopteryx era uma verdadeira ave voadora &eacute; a estrutura de suas penas. A sua forma assim&eacute;trica, id&ecirc;ntica &agrave;quela das aves modernas, revelavam que o Archaeopteryx era perfeitamente capaz de voar. Como afirmou o paleont&oacute;logo Carl O. Dunbar:
Por causa de suas penas, [o Archaeopteryx deve ser] classificado distintamente como ave.(vii)
&nbsp;Alan Feduccia destaca tamb&eacute;m a estrutura assim&eacute;trica nas penas das criaturas ao afirmar que o Archaeopteryx era uma ave capaz de voar:
O significado das caracter&iacute;sticas assim&eacute;tricas &eacute; que elas indicam a capacidade de v&ocirc;o; aves que n&atilde;o voam, como o avestruz e a ema, t&ecirc;m asas [com penas] sim&eacute;tricas.(viii)
&nbsp;A forma e as propor&ccedil;&otilde;es gerais das asas do Archaeopteryx s&atilde;o id&ecirc;nticas &agrave;s das aves modernas. O fato de que a estrutura da asa do Archaeopteryx se manteve at&eacute; os dias de hoje, desde presumivelmente 150 milh&otilde;es de anos atr&aacute;s (desde o per&iacute;odo Jur&aacute;ssico) indica que as suas asas foram criadas para o v&ocirc;o. Quem disser que o Archaeopteryx n&atilde;o era capaz de voar, n&atilde;o pode explicar o porqu&ecirc; daquela estrutura assim&eacute;trica.(ix)
3.&nbsp;As garras nas asas do Archaeopteryx
&nbsp;Os evolucionistas destacam as garras nas asas do Archaeopteryx como evid&ecirc;ncia de que ele evoluiu a partir dos dinossauros, e que portanto ele era uma esp&eacute;cie de transi&ccedil;&atilde;o. Na realidade, entretanto, esta caracter&iacute;stica de maneira alguma sugere qualquer relacionamento entre essa criatura e os r&eacute;pteis. De fato, duas esp&eacute;cies vivas de aves &ndash; Touraco corythaix e Opisthocomus hoazin &ndash; ambos t&ecirc;m garras que servem para se prender a ramos de &aacute;rvores. Essas criaturas s&atilde;o aves plenamente emplumadas, sem qualquer caracter&iacute;stica de r&eacute;ptil. Esses exemplos modernos invalidam a alega&ccedil;&atilde;o de que as garras nas asas do Archaeopteryx significam que ele deva ser uma forma intermedi&aacute;ria.
4.&nbsp;Os dentes da mand&iacute;bula do Archaeopteryx
&nbsp;Quando os bi&oacute;logos evolucionistas descrevem o Archaeopteryx como uma forma intermedi&aacute;ria, uma das principais caracter&iacute;sticas nas quais eles se baseiam s&atilde;o os seus dentes. Esta caracter&iacute;stica, entretanto, realmente n&atilde;o mostra relacionamento algum entre esta criatura e os r&eacute;pteis. Os evolucionistas enganam-se ao sugerirem que estes dentes s&atilde;o uma das caracter&iacute;sticas de r&eacute;ptil, porque dentes n&atilde;o s&atilde;o caracter&iacute;sticas exclusivas de r&eacute;pteis. Alguns r&eacute;pteis modernos t&ecirc;m dentes, por&eacute;m outros, n&atilde;o. Ainda mais importante do que isso, esp&eacute;cies distintas de aves com dentes n&atilde;o se limitam ao Archaeopteryx. O registro f&oacute;ssil cont&eacute;m um grupo separado que podemos descrever como &ldquo;aves com dentes&rdquo; que viveram tanto na mesma &eacute;poca que os Archaeopteryx como posteriormente &ndash; e, de fato, at&eacute; tempos bastante recentes.
&nbsp;Um fato bastante importante, sempre ou freq&uuml;entemente ignorado, &eacute; que a estrutura dental do Archaeopteryx e de outras aves com dentes &eacute; bastante diferente daquela dos dinossauros. De acordo com medidas levadas a efeito por ornit&oacute;logos t&atilde;o bem conhecidos como L. D. Martin, J. D. Stewart e K. N. Whetstone, a superf&iacute;cie dos dentes do Archaeopteryx e de outras aves com dentes s&atilde;o planas e t&ecirc;m raizes largas. Entretanto, a superf&iacute;cie dos dentes dos dinossauros ter&oacute;podes, que alegadamente s&atilde;o os antepassados dessas aves, s&atilde;o serrilhados como dentes de serras, e suas ra&iacute;zes s&atilde;o estreitas.(x) Estudos feitos por anatomistas como S. Tarsitano, M. K. Hecht e A. D. Walker revelaram que algumas das &ldquo;semelhan&ccedil;as&rdquo; sugeridas entre o Archaeopteryx e os dinossauros s&atilde;o inteiramente resultado de interpreta&ccedil;&atilde;o falaciosa.(xi)
5.&nbsp;O osso quadrato do Archaeopteryx
Refutando a alega&ccedil;&atilde;o de que o osso quadrato do Archaeopteryx (o osso com o qual a mand&iacute;bula &eacute; articulada) &eacute; semelhante ao dos dinossauros, Haubitz et al. usaram tomografia computadorizada que revelou que esse osso quadrato de fato &eacute; id&ecirc;ntico ao das aves modernas.(xii) O movimento das mand&iacute;bulas &eacute; outra importante evid&ecirc;ncia que destroi as alega&ccedil;&otilde;es evolucionistas. Na maioia dos vertebrados, incluindo-se os r&eacute;pteis, somente a parte inferior da mand&iacute;bula &eacute; m&oacute;vel; nos p&aacute;ssaros entretanto, incluindo-se o Archaeopteryx, a mand&iacute;bula superior tamb&eacute;m se move.
6.&nbsp;Os dedos do Archaeopteryx
&nbsp;Outro golpe &agrave; tese evolucionista relacionada com o Archaeopteryx prov&eacute;m de seus dedos. Foi descoberto que o desenvolvimento embrion&aacute;rio dos ossos do antebra&ccedil;o &eacute; completamente diferente nas aves e nos dinossauros ter&oacute;podes. Os antebra&ccedil;os dos dinossauros ter&oacute;podes, ou &ldquo;m&atilde;os&rdquo;, consistem dos d&iacute;gitos I, II e III, enquanto que as asas das aves consistem dos d&iacute;gitos II, III e IV. Essa evid&ecirc;ncia importante, distinguindo dinossauros de aves, foi ressaltada em 1997 em um artigo na revista Science.(xiii) 
Al&eacute;m disso, os ornit&oacute;logos L. D. Martin, J. D. Stewart e K. N. Whetstone compararam os ossos astr&aacute;galos do Archaeopteryx com os dos dinossauros, e revelaram que n&atilde;o havia similaridade alguma entre eles.(xiv) 
7.&nbsp;A estrutura &oacute;ssea do Archaeopteryx 
N&atilde;o s&atilde;o confirmadas pelas descobertas cient&iacute;ficas as interpreta&ccedil;&otilde;es de que o p&uacute;bis do Archaeopteryx aponta para baixo &ndash; alegadamente uma posi&ccedil;&atilde;o em transi&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o aos dinossauros, em que aponta para cima. A. D. Walker afirmou que conjecturas nessas dire&ccedil;&otilde;es s&atilde;o falsas e que da mesma forma como os p&aacute;ssaros, o p&uacute;bis do Archaeopteryx aponta para tr&aacute;s.(xv) 
Em resumo, a &ldquo;evolu&ccedil;&atilde;o&rdquo; das aves n&atilde;o &eacute; uma tese consistente com as evid&ecirc;ncias biol&oacute;gicas ou paleontol&oacute;gicas, por&eacute;m somente uma alega&ccedil;&atilde;o fict&iacute;cia, irrealista, derivada dos preconceitos darwinistas. O assunto da evolu&ccedil;&atilde;o das aves, que alguns especialistas insistem mencionar como sendo um fato cient&iacute;fico, &eacute; um mito mantido vivo por raz&otilde;es ideol&oacute;gicas. 
A verdade revelada pela ci&ecirc;ncia &eacute; que a cria&ccedil;&atilde;o das aves &eacute; resultado de uma sabedoria infinita. Em outras palavras, tanto o Archaeopteryx como todas as esp&eacute;cies de aves foram criadas pelo Deus todo-poderoso.
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i &nbsp;Nature, Vol. 382, 1 August 1996, p. 401.
ii &nbsp;Carl O. Dunbar, &ldquo;Historical Geology&rdquo;, New York: John Wiley and Sons, 1961, p. 310.
iii &nbsp;Virginia Morell, &ldquo;Archaeopteryx: Early Bird Catches a Can of Worms&rdquo;, Science, Vol. 259, No. 5096, 5 February 1993, pp. 764-765.
iv &nbsp;John Ostrom, &ldquo;Bird Flight: How Did It Begin?,&rdquo; American Scientist, No. 67, January-February 1979, p. 47.
v &nbsp;Colin Patterson, &ldquo;Darwin&rsquo;s Enigma: Fossils and Other Problems&rdquo;, El Cajon, CA: Master Book Publishers, 4th edition, 1988, p. 89.
vi &nbsp;&ldquo;Bird Evolution Files out the Window: An Anatomist Talks about Archaeopteryx&rdquo;, David Menton e Carl Wieland, Creation Ex Nihilo, Vol. 16, No. 4, July-August 1994, pp. 16-19.
vii &nbsp;Carl O. Dunbar, &ldquo;Historical Geology&rdquo;, New York: John Wiley and Sons, 1961, p. 310.
viii &nbsp;Storrs L. Olson, Alan Feduccia, &ldquo;Flight Capability and the Pectoral Girdle of Archaeopteryx,&rdquo; Nature, No. 278, March 1979, p. 248.
ix &nbsp;Alan Feduccia, Harrison B. Tordoff, &ldquo;Feathers of Archaeopteryx: Asymmetric Vanes Indicate Aerodynamic Function,&rdquo; Science, Vol. 203, 9 March 1979, p. 1021.
x &nbsp;L. D. Martin, J. D. Stewart, K. N. Whetstone, The Auk, Vol. 98, 1980, p. 86.
xi &nbsp;S. Tarsitano, M. K. Hecht, Zoological Journal of the Linnaean Society, Vol. 69, 1985, p. 178; A. D. Walker, Geological Magazine, p. 595.
xii &nbsp;Haubitz, M. Prokop, W. D&ouml;hring, J. H. Ostrom, P. Welinhofer, Paleobiology, Vol. 14, No. 2, 1988, p. 206.
xiii &nbsp;Richard Hinchliffe, &ldquo;The Forward March of the Bird-Dinosaurs Halted?&rdquo;, Science, Vol. 278, 24 October 1997, pp. 596-597.
xiv &nbsp;L. D. Martin, J. D. Stewart, K. N. Whetstone, The Auk, Vol. 98, 1980, p. 86; L. D. Martin, &ldquo;Origins of Higher Groups of Tetrapods&rdquo;, Ithaca, NY: Comstock Publishing Association, 1991, pp. 485, 540.
xv &nbsp;A. D. Walker, Geological Magazine, Vol. 117, 1980, p. 595. ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>09.07.2008</pubDate>
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<title>O DILEMA DAS FORMAS DE TRANSIÇÃO</title>
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<description><![CDATA[ Hoje, uma das principais obje&ccedil;&otilde;es feitas &agrave; teoria de Darwin diz respeito especialmente ao registro f&oacute;ssil. Mesmo entre evolucionistas, existem s&eacute;rias discuss&otilde;es sobre como interpretar o registro f&oacute;ssil. Os f&oacute;sseis, importantes fontes de evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas relativas &agrave; hist&oacute;ria natural, refutam claramente a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, e mostram que a vida sobre a Terra apareceu repentinamente, sem qualquer processo evolutivo. Em outras palavras, que as formas de vida foram criadas.
&nbsp;Se tivesse realmente havido um processo evolutivo na Terra, e se todas esp&eacute;cies vivas atualmente descendessem de um &uacute;nico ancestral comum, ent&atilde;o deveriam ser descobertas claras evid&ecirc;ncias disso no registro f&oacute;ssil. O bastante conhecido zo&oacute;logo franc&ecirc;s Pierre Grass&eacute; assim se manifesta:

Os naturalistas devem se recordar que o processo evolutivo &eacute; revelado somente atrav&eacute;s de formas f&oacute;sseis ... somente a paleontologia pode prover-nos evid&ecirc;ncias da evolu&ccedil;&atilde;o e revelar-nos seus mecanismos ou a sua forma de agir.(i)

Para ver por que isso deve ser assim, precisamos dar uma r&aacute;pida olhada &agrave; alega&ccedil;&atilde;o fundamental da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o: que todos os seres vivos descendem uns dos outros. Isso significa que um organismo vivo que tivesse surgido inicialmente de uma maneira aleat&oacute;ria, gradualmente se tivesse transformado em outros, e assim, todas as esp&eacute;cies seguintes surgindo &ndash; ou evoluindo &ndash; desta mesma maneira. De acordo com essa alega&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-cient&iacute;fica, todas as plantas, animais, fungos e bact&eacute;rias surgiram da mesma maneira. Os cerca de 100 diferentes filos animais (compreendendo categorias b&aacute;sicas, tais como moluscos, artr&oacute;podes, vermes e esponjas) todos teriam descendido de um &uacute;nico ancestral comum. Ainda de acordo com a teoria, invertebrados como esses, gradualmente, no decorrer do tempo e devido &agrave; press&atilde;o da sele&ccedil;&atilde;o natural, se transformaram em peixes, que por sua vez se transformaram em anf&iacute;bios, que vieram a se transformar em r&eacute;pteis. Alguns r&eacute;pteis tornaram-se aves e outros mam&iacute;feros.
&nbsp;A teoria da evolu&ccedil;&atilde;o afirma que essa transi&ccedil;&atilde;o teve lugar gradualmente no decorrer de centenas de milh&otilde;es de anos. Sendo este o caso, ent&atilde;o incont&aacute;veis n&uacute;meros de formas de transi&ccedil;&atilde;o deveriam ter surgido e deixado algum tra&ccedil;o de sua exist&ecirc;ncia no decorrer daquele per&iacute;odo incomensuravelmente longo.
&nbsp;Criaturas meio-peixe, meio-anf&iacute;bio, que ainda teriam caracter&iacute;sticas de peixe, embora tendo adq&uuml;irido quatro patas e pulm&otilde;es, deveriam ter vivido no passado. Da mesma maneira, r&eacute;pteis-aves que mantivessem algumas caracter&iacute;sticas de r&eacute;pteis mas que n&atilde;o tivessem adq&uuml;irido caracter&iacute;sticas de aves, deveriam tamb&eacute;m ter existido. Como essas esp&eacute;cies fariam parte de um processo de transi&ccedil;&atilde;o, elas tamb&eacute;m deveriam ter sido disformes, ou mesmo deformadas. Por exemplo, as patas dianteiras de um r&eacute;ptil de transi&ccedil;&atilde;o deveriam assemelhar-se &agrave;s asas de aves, cada vez mais, &agrave; medida que passassem as gera&ccedil;&otilde;es. Entretanto, no decorrer de centenas de gera&ccedil;&otilde;es, essa criatura n&atilde;o teria nem patas dianteiras completamente funcionais, nem asas completamente funcionais &ndash; em outras palavras, ela teria existido de maneira disforme e deficiente. Estas criaturas te&oacute;ricas, que os evolucionistas acreditam terem vivido no passado, s&atilde;o chamadas de formas de transi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;Se criaturas desse tipo realmente tivessem existido num distante passado, ent&atilde;o elas deveriam constituir milh&otilde;es e talvez bilh&otilde;es de criaturas, e os seus restos f&oacute;sseis deveriam poder ser escavados ao redor de todo o mundo. Darwin aceitou a l&oacute;gica desse pensamento, e ele mesmo afirmou por que n&atilde;o se encontraria um n&uacute;mero t&atilde;o grande de formas de transi&ccedil;&atilde;o:

Pela teoria da sele&ccedil;&atilde;o natural, todas as esp&eacute;cies vivas s&atilde;o interligadas com as esp&eacute;cies progenitoras de cada g&ecirc;nero, por diferen&ccedil;as n&atilde;o maiores do que as que vemos atualmente entre as variedades natural e dom&eacute;stica das mesmas esp&eacute;cies; e essas esp&eacute;cies progenitoras hoje geralmente extintas, por sua vez teriam sido interligadas de maneira semelhante com outras formas mais antigas; e assim sucessivamente, sempre convergindo para o ancestral comum de cada grande classe.(ii)

O que Darwin est&aacute; querendo dizer &eacute; que, independentemente de qu&atilde;o pequena possa ser a diferen&ccedil;a entre as esp&eacute;cies vivas hoje &ndash; entre um c&atilde;o pastor alem&atilde;o com pedigree e um lobo, por exemplo &ndash; a diferen&ccedil;a entre os ancestrais e os descendentes, que alegadamente devem ter-se sucedido um ao outro, precisa ser igualmente pequena.
&nbsp;Por essa raz&atilde;o, se realmente a evolu&ccedil;&atilde;o tivesse acontecido como afirmado por Dawin, ent&atilde;o ela teria se sucedido atrav&eacute;s de mudan&ccedil;as graduais bastante diminutas. A altera&ccedil;&atilde;o efetiva em um ser vivo sujeito exposto a muta&ccedil;&otilde;es teria de ser muito pequena. Milh&otilde;es de pequenas altera&ccedil;&otilde;es precisariam combinar-se no decorrer de milh&otilde;es de anos para que as patas se transformassem em asas funcionais, as guelras em pulm&otilde;es capazes de respirar o ar, ou as nadadeiras em p&eacute;s capazes de andar sobre a terra. Certamente, um processo como este teria de dar origem a milh&otilde;es de formas de transi&ccedil;&atilde;o. Darwin tirou a seguinte conclus&atilde;o como conseq&uuml;&ecirc;ncia de sua afirma&ccedil;&atilde;o:

&nbsp;O n&uacute;mero de elos intermedi&aacute;rios e de transi&ccedil;&atilde;o entre todas as esp&eacute;cies vivas e extintas deve ter sido inconcebivelmente grande.(iii) 

&nbsp;Darwin expressou esse mesmo ponto de vista em outras partes de seu livro:

&nbsp;Se minha teoria for verdadeira, numerosas variedades intermedi&aacute;rias ligando mais entre si todas as esp&eacute;cies do mesmo grupo certamente deveriam ter existido... Consequentemente, dever&atilde;o ser encontradas evid&ecirc;ncias da sua exist&ecirc;ncia anterior somente entre os restos f&oacute;sseis que se encontrem preservados, como tentaremos mostrar em cap&iacute;tulo seguinte, em um registro extremamente imperfeito e intermitente.(iv)

&nbsp;Portanto, Darwin estava bem ciente de que jamais haviam sido descobertos f&oacute;sseis desses elos de transi&ccedil;&atilde;o. Isso ele considerava como um grande empecilho &agrave; sua teoria. Portanto, no cap&iacute;tulo &ldquo;dificuldades da teoria&rdquo;, no seu livro &ldquo;A Origem das Esp&eacute;cies&rdquo;, ele escreveu o seguinte: 

Por&eacute;m, exatamente na mesma propor&ccedil;&atilde;o em que esse processo de exterm&iacute;nio atuou em t&atilde;o grande escala, deveria ter existido um n&uacute;mero de variedades intermedi&aacute;rias verdadeiramente enorme, variedades estas que teriam existido sobre a terra. Por que ent&atilde;o todas as forma&ccedil;&otilde;es geol&oacute;gicas, em todos os estratos, n&atilde;o est&atilde;o repletos de formas de transi&ccedil;&atilde;o como essas? A geologia certamente n&atilde;o revela nenhuma cadeia org&acirc;nica finamente graduada como esta; e isto talvez seja a obje&ccedil;&atilde;o mais &oacute;bvia e mais grave que possa ser feita contra a minha teoria.(v)

&nbsp;Em face desse grande dilema, a &uacute;nica explica&ccedil;&atilde;o que Darwin apresentou foi a insufici&ecirc;ncia do registro f&oacute;ssil em seu tempo. Ele afirmava que as formas de transi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o existentes inevitavelmente apareceriam quando o registro f&oacute;ssil fosse completado e examinado detalhadamente. 
&nbsp;Entretanto a pesquisa de f&oacute;sseis durante os &uacute;ltimos 150 anos revelou que as expectativas de Darwin &ndash; e de todos os evolucionistas que o acompanharam &ndash; realmente eram expectativas v&atilde;s: n&atilde;o foi encontrado sequer um&nbsp; simples f&oacute;ssil de qualquer forma de transi&ccedil;&atilde;o! At&eacute; hoje, existem cerca de 100 milh&otilde;es de f&oacute;sseis preservados em milhares de museus e exposi&ccedil;&otilde;es. Todos eles s&atilde;o restos de esp&eacute;cies plenamente desenvolvidas com suas caracter&iacute;sticas esdpec&iacute;ficas, separadas de todas as outras esp&eacute;cies por caracter&iacute;sticas fixas. F&oacute;sseis de meio-peixe, meio-anf&iacute;bio, meio-dinossauro, meio-ave, e meio-s&iacute;mio, meio-humano, t&atilde;o confiantemente e definidamente preditos pelos evolucionistas, jamais foram encontrados.
&nbsp;Apesar de ser evolucionista, Steven M. Stanley, da John Hopkins University admite que:

&nbsp;O registro f&oacute;ssil conhecido n&atilde;o est&aacute; e nunca esteve de acordo com o gradualismo... Poucos paleont&oacute;logos modernos parecem ter sabido que no &uacute;ltimo s&eacute;culo, como escreveu recentemente o historiador da biologia William Coleman, &lsquo;A maioria dos paleont&oacute;logos sentiu que as evid&ecirc;ncias firmemente contradizem a afirma&ccedil;&atilde;o de Darwin a respeito de altera&ccedil;&otilde;es lentas, pequenas e cumulativas levando as esp&eacute;cies a se tranformarem&rsquo;. No pr&oacute;ximo cap&iacute;tulo descreverei n&atilde;o s&oacute; o que os f&oacute;sseis t&ecirc;m a dizer, mas porque essa hist&oacute;ria tem sido suprimida. (vi)

&nbsp;Os curadores do Departamento de Antropologia do &ldquo;American Museum of Natural History&rdquo; na cidade de New York, Ian Tattersall e Niles Eldredge, descrevem como o registro f&oacute;ssil contradiz a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o:

&nbsp;O registro &eacute; descont&iacute;nuo, e todas as evid&ecirc;ncias mostram que ele &eacute; real: os hiatos que vemos refletem acontecimentos reais na hist&oacute;ria da vida &ndash; n&atilde;o o resultado de um registro f&oacute;ssil deficiente.(vii) 

&nbsp;Como afirmam esses cientistas evolucionistas, a verdadeira hist&oacute;ria da vida pode ser vista no registro f&oacute;ssil, onde, entretanto, n&atilde;o existem formas de transi&ccedil;&atilde;o nessa hist&oacute;ria.
&nbsp;Outros cientistas admitem tamb&eacute;m a aus&ecirc;ncia de formas de transi&ccedil;&atilde;o. Rudolf A Raff, Diretor do &ldquo;Indiana Molecular Biology Institute&rdquo;, e Thomas C. Kaufmann, pesquisador da Universidade de Indiana, escreveram:

&nbsp;A aus&ecirc;ncia de formas ancestrais ou intermedi&aacute;rias entre esp&eacute;cies f&oacute;sseis n&atilde;o &eacute; uma peculiaridade bizarra da hist&oacute;ria inicial dos metazo&aacute;rios. Hiatos s&atilde;o gerais e prevalecentes atrav&eacute;s do registro f&oacute;ssil. (viii) 

&nbsp;Existem ainda f&oacute;sseis preservados de bact&eacute;rias que viveram h&aacute; bilh&otilde;es de anos. Entretanto, &eacute; impressionante que nenhum simples f&oacute;ssil de qualquer forma de transi&ccedil;&atilde;o imagin&aacute;ria tenha sido encontrado. Existem f&oacute;sseis de muitas esp&eacute;cies, de bact&eacute;rias a formigas, e de aves a plantas com flor. Mesmo f&oacute;sseis de esp&eacute;cies extintas t&ecirc;m sido preservados t&atilde;o bem que somos capazes de apreciar o tipo de estruturas que essas esp&eacute;cies uma vez t&atilde;o abundantes apresentavam, e que jamais vimos em esp&eacute;cies vivas.
&nbsp;A aus&ecirc;ncia de sequer uma &uacute;nica forma de transi&ccedil;&atilde;o entre fontes de f&oacute;sseis t&atilde;o ricas demonstram n&atilde;o a insufici&ecirc;ncia do registro f&oacute;ssil, mas a invalidade da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. 
&nbsp;A despeito dessa falta de f&oacute;sseis de transi&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o t&atilde;o importantes para a teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, livros, revistas e alguns livros-texto ainda fazem refer&ecirc;ncia a essas &ldquo;formas de transi&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Muitas delas &ndash; Archaeopteryx ou Lucy por exemplo &ndash; t&ecirc;m-se tornado emblemas a favor da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o. &Agrave;s vezes podem ser encontradas manchetes em jornais e revistas destacando que &ldquo;Foi encontrado o elo perdido&rdquo;. Tais reportagens alegam que algum novo f&oacute;ssil recentemente descoberto representa a forma de transi&ccedil;&atilde;o que os evolucionistas t&ecirc;m estado a procurar durante todos esses anos. Isso sendo assim, ent&atilde;o, o que s&atilde;o esses f&oacute;sseis de transi&ccedil;&atilde;o?
&nbsp;A maioria dessas assim chamadas &ldquo;formas de transi&ccedil;&atilde;o&rdquo; na realidade nada t&ecirc;m de transi&ccedil;&atilde;o. Todas elas s&atilde;o f&oacute;sseis de esp&eacute;cies singulares e plenamente desenvolvidas, n&atilde;o tendo nenhum relacionamento ancestral com qualquer outra esp&eacute;cie. Utilizando interpreta&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-concebidas e m&eacute;todos fraudulentos entretanto, os evolucionistas descrevem esses f&oacute;sseis como formas de transi&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, todas essas assim chamadas formas de transi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o assunto de debate entre os pr&oacute;prios evolucionistas. De fato, mesmo alguns evolucionistas que n&atilde;o temem encarar os fatos, declaram que elas n&atilde;o s&atilde;o formas de transi&ccedil;&atilde;o, de maneira alguma! 
(Para maiores informa&ccedil;&otilde;es, veja o livro Atlas da Cria&ccedil;&atilde;o (volumes I e II), O Dilema das Formas de Transi&ccedil;&atilde;o, e Como os f&oacute;sseis derrubaram a evolu&ccedil;&atilde;o, por Harun Yahya).
Para adquirir os trabalhos de Harun Yahya, visite o site www.bookglobal.net
Notas
(i)&nbsp;Pierre P. Grass&eacute;, &ldquo;Evolution of Living Organisms&rdquo;, New York: Academic Press, 1977, p.4.
(ii) &nbsp;Charles Darwin Op. cit., p. 281-283.
(iii) &nbsp;Ibid, Cap&iacute;tulo IX, p. 293.
(iv) &nbsp;Ibid, p. 211.
(v) &nbsp;Ibid., pp. 291, 292.
(vi) &nbsp;S. M. Stanley, The New Evolutionary Timetable: Fossils, Genes and the Origin of Species, New York: Basic Books, Inc., 1981, p. 71.
(vii) Niles Eldredge, Ian Tattersall, The Myths of Human Evolution, New York: Columbia University Press, 1982, p. 59.
(viii) R. A. Raff, T. C. Kaufman, Embryos, Genes and Evolution: The Developmental Genetic Basis of Evolutionary Change, in: Indiana University Press, 1991, p. 34. ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>09.07.2008</pubDate>
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<title>O MILAGRE DO MEL</title>
<link>http://us1.fmanager.net/api_v1/productDetail.php?dev-t=EDCRFV&amp;objectId=3642</link>
<description><![CDATA[ Alimentai-vos de toda a classe de frutos e segui, humildemente, pelas sendas traçadas por vosso Senhor! Sai do seu abdômen um líquido de variegadas cores que constitui cura para os humanos. Nisto há sinal para os que refletem." (Alcorão 16:69) 
&nbsp;
&nbsp;
Com o desenvolvimento das pesquisas técnicas nos últimos anos, foi possível detectar a composição do mel e a sua importância como fonte alimentar. Muitas revistas internacionais têm usado o mel como matéria de capa, outras foram mais longe ao prepararem questões adicionais para este alimento natural precioso. 
Vamos olhar mais detalhadamente este inacreditável nutriente, que é produzido por um pequeno inseto que Deus criou: o mel é composto de açúcares, como a glicose, frutose e minerais, como o magnésio, cálcio, sódio, cloro, enxofre, ferro e fosfato. Além destes, o mel tem as vitaminas B1, B2, C, B6, B5 e B3 e a concentração delas difere de acordo com as fontes de pólen e néctar. E mais: cobre, iodo, ferro e zinco existem em pequenas quantidades. Há também muitas espécies de hormônios que foram detectados em sua composição. "Durante a Conferência Mundial de Apicultura, realizada de 20 a 26 de setembro de 1993, na China, foram discutidos tratamentos com os derivados do mel, geléia real, pólen e "própolis" (resina da abelha), que tinham a capacidade de curar muitas doenças. Um médico romeno declarou que ele usava o mel para tratar pacientes com catarata e que 2002 de seus 2094 pacientes, se recuperaram completamente. 
Médicos poloneses também relataram curas de muitos pacientes com a resina da abelha. Atualmente, a apicultura e os produtos da abelha são uma fonte de pesquisa em países desenvolvidos." (Hurriyet Newspaper, 19/10/93) 
&nbsp;
Os cientistas concordam com o fato de que uma colher de mel é absolutamente benéfico para o corpo. Ele é facilmente digerível pelos estômagos mais sensíveis porque as moléculas de açúcar do mel se transformam em outros tipos de açúcares (frutose para glicose), apesar de sua elevada concentração ácida. Também ajuda a natureza a funcionar melhor. Um outro aspecto interessante do mel é que, quando misturado à mesma quantidade de açúcar, há uma redução de 40% de calorias para o corpo. Esta qualidade do mel ajuda a manter o peso da pessoa. 
&nbsp;
Ele rapidamente se dissolve no sangue: O mel entra no sistema circulatório em 7 minutos quando ingerido com água fresca e em 20 minutos com água gelada. As moléculas livres do açúcar tornam as funções cerebrais mais fáceis. 
&nbsp;
Ele sustenta a produção de sangue: O mel funciona como um depósito de energia para a formação do sangue novo e ajuda as pessoas anêmicas a acelerarem o processo. O mel ajuda na purificação do sangue. A circulação sanguínea é regulada e alimentada. Tem, ainda, efeitos positivos sobre problemas capilares. 
&nbsp;
Ele é o amigo do estômago: O mel não resulta em acidose ou fermentação alcoólica porque sua digestão é rápida. Os radicais livres que o compõem facilitam a digestão. A quantidade de ferro é equivalente à contida no leite materno e no leite das vacas. Aumenta o apetite porque aumenta as funções intestinais. 
&nbsp;
Geléia Real: é o fuido branco produzido pelas abelhas dentro da colméia. Em sua substância nutritiva há o açúcar, proteína, gordura e muitas vitaminas. É utilizada nos problemas decorrentes da deficiência dos tecidos ou quando o corpo está fraco.
&nbsp;
Propriedade de matar bactérias: Esta propriedade do mel é chamada de "efeito inibidor". Os experimentos feitos com o mel mostraram que seu efeito de matar bactéria aumenta duas vezes quando diluído em água. É muito interessante observar que os recém-nascidos são alimentados com mel diluído, especialmente preparado para eles pelas abelhas responsáveis pela supervisão.  ]]></description>
<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>21.07.2005</pubDate>
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<title>A CHUVA NO ALCORÃO</title>
<link>http://us1.fmanager.net/api_v1/productDetail.php?dev-t=EDCRFV&amp;objectId=3641</link>
<description><![CDATA[ A chuva &eacute;, na verdade, um dos fatores mais importantes da vida na terra. A chuva &eacute; um requisito pr&eacute;vio para a exist&ecirc;ncia da vida numa determinada regi&atilde;o. Ela &eacute; de grande import&acirc;ncia para todas as coisas vivas, inclusive os seres humanos, &eacute; mencionada em v&aacute;rios vers&iacute;culos do Alcor&atilde;o, onde informa&ccedil;&otilde;es substanciais s&atilde;o dadas sobre suas propor&ccedil;&otilde;es e efeitos. O fato de que n&atilde;o era poss&iacute;vel&nbsp; qualquer dessas informa&ccedil;&otilde;es ter sido descoberta no tempo da revela&ccedil;&atilde;o do Alcor&atilde;o, nos mostra que ele &eacute; a palavra de Deus. Agora, vamos examinar o que o Alcor&atilde;o diz sobre a chuva


A propor&ccedil;&atilde;o da chuva
&nbsp;
Na surata 43, Os Ornamentos, vers&iacute;culo 11, a chuva &eacute; definida como a &aacute;gua enviada na devida medida. 
&nbsp;
&quot;E Ele&nbsp; &eacute; Quem envia, proporcionalmente, &aacute;gua dos c&eacute;us, e com ela faz reviver uma comarca &aacute;rida; assim serreis ressuscitados.&quot; 
A &quot;propor&ccedil;&atilde;o&quot; citada no vers&iacute;culo, tem a ver com algumas caracter&iacute;sticas da chuva. Antes de mais nada, a quantidade de chuva que cai sobre a terra &eacute; sempre a mesma. Estima-se que em um segundo, 16 milh&otilde;es de toneladas de &aacute;gua evaporam da terra. Este n&uacute;mero &eacute; igual &agrave; quantidade de &aacute;gua que cai sobre a terra em um segundo. Isto significa que a &aacute;gua circula continuadamente num ciclo equilibrado, de acordo com uma &quot;propor&ccedil;&atilde;o&quot;. Uma outra propor&ccedil;&atilde;o relacionada com a chuva &eacute; a velocidade de sua queda. A altitude m&iacute;nima das nuvens de chuva &eacute; de 1.200 metros. Um objeto que tenha o mesmo peso e tamanho de uma gota de chuva, quando cai dessa altura, se acelera continuamente e cai&nbsp; ao ch&atilde;o a uma velocidade de 558 km/h. Certamente, qualquer objeto que se choque com o ch&atilde;o a essa velocidade, provocar&aacute; um grande dano. Se a chuva ca&iacute;sse da mesma forma, todas as terras cultivadas seriam destru&iacute;das, &aacute;reas residenciais, casas e carros seriam danificados, as pessoas n&atilde;o poderiam andar sem tomar as devidas precau&ccedil;&otilde;es. O que &eacute; mais, esses c&aacute;lculos foram feitos apenas para as nuvens de 1.200 metros de altura, ao passo que existem tamb&eacute;m nuvens de chuvas a uma altitude de 10.000 metros. Uma gota de chuva caindo dessa altura certamente alcan&ccedil;aria uma velocidade destrutiva. 
Mas, n&atilde;o &eacute; como funciona; n&atilde;o importa de que altura a chuva caia, a m&eacute;dia de velocidade de chuva &eacute; de apenas 8-10 km/h quando alcan&ccedil;a o solo. A raz&atilde;o para isto &eacute; a forma especial que suas gotas t&ecirc;m. Esta forma especial aumenta o efeito de fric&ccedil;&atilde;o da atmosfera e impede a acelera&ccedil;&atilde;o quando as gotas de chuva atingem a uma certa velocidade &quot;limite&quot;. (Hoje em dia, os paraquedas s&atilde;o desenhados usando-se essa t&eacute;cnica). 
Isto n&atilde;o &eacute; tudo sobre as &quot;propor&ccedil;&otilde;es&quot; da chuva. Por exemplo, nas camadas atmosf&eacute;ricas onde a chuva come&ccedil;a, a temperatura pode atingir a - 400&ordm; C. Apesar disto, as gotas de chuva nunca se transformam em part&iacute;culas de gelo, o que poderia significar uma amea&ccedil;a fatal para as coisas vivas sobre a terra. A raz&atilde;o para isto &eacute; que a &aacute;gua na atmosfera &eacute; &aacute;gua pura. Como &eacute; sabido, a &aacute;gua pura dificilmente congela, mesmo em temperaturas bem baixas.

A forma&ccedil;&atilde;o da chuva

Durante muito tempo, a forma&ccedil;&atilde;o da chuva permaneceu um grande mist&eacute;rio para as pessoas. Somente depois que os radares a&eacute;reos foram descobertos &eacute; que foi poss&iacute;vel saber sobre os est&aacute;gios que formam a chuva. 
A forma&ccedil;&atilde;o da chuva acontece em tr&ecirc;s est&aacute;gios: primeiro, a &quot;mat&eacute;ria-prima&quot; da chuva sobe para o ar. Depois, as nuvens s&atilde;o formadas e, por fim, as gotas de chuva aparecem. 
H&aacute; 14 s&eacute;culos, esses est&aacute;gios foram claramente definidos no Alcor&atilde;o, onde informa&ccedil;&otilde;es precisas nos s&atilde;o dadas sobre a forma&ccedil;&atilde;o das chuvas: &quot;&Eacute; Deus Quem envia os ventos e levanta as nuvens: depois, Ele as espalha pelos c&eacute;us e as fragmenta em peda&ccedil;os at&eacute; que as gotas de chuva sejam vistas dentro delas; ent&atilde;o, quando Ele as fez alcan&ccedil;ar seus servos, eles se rejubilaram!&quot;

1&ordm; Est&aacute;gio&quot;&Eacute; Ele Quem envia os ventos ...&quot;

In&uacute;meras bolhas de ar, formadas pela espuma dos oceanos explodem constantemente e provocam part&iacute;culas de &aacute;gua, ricas em sal, que s&atilde;o levadas para o c&eacute;u, levadas pelos os ventos e sobem para a atmofesra. Tais part&iacute;culas, que s&atilde;o chamadas de aeross&oacute;is, formam as nuvens pela condensa&ccedil;&atilde;o em torno delas do vapor de &aacute;gua,&nbsp; que&nbsp; ascende dos mares&nbsp; sob a forma de gotas m&iacute;nimas, por um mecanismo conhecido como &quot;armadilha de &aacute;gua&quot;.

2&ordm; Est&aacute;gio&quot;

... e ele levanta as nuvens: ent&atilde;o, Ele as espalha no c&eacute;u de acordo com a Sua vontade e as fragmenta em peda&ccedil;os ...&quot; 
As nuvens se formam do vapor d'&aacute;gua que se condensa em volta dos cristais de sal ou part&iacute;culas de poeira do ar. As gotas d'&aacute;gua s&atilde;o&nbsp; muito pequenas (com um di&acirc;metro entre 0,01 e 0,02 mm), as nuvens s&atilde;o suspensas no ar e se espalham no c&eacute;u. Assim, o c&eacute;u se cobre de nuvens.

3&ordm; Est&aacute;gio&quot;

...at&eacute; que as gotas de chuva sejam vistas dentro delas. 
As part&iacute;culas de &aacute;gua que envolvem os cristais de sal e part&iacute;culas de poeira engrossam e formam as gotas de chuva. Assim, as gotas, que ficam mais pesadas do que o ar, saem das nuvens e come&ccedil;am a cair no ch&atilde;o sob a forma de chuva. 
A conclus&atilde;o a que se chega &eacute; a de que cada est&aacute;gio na forma&ccedil;&atilde;o das chuvas est&aacute; mencionado nos vers&iacute;culos do Alcor&atilde;o. Al&eacute;m do mais, esses est&aacute;gios s&atilde;o explicados na ordem em que eles acontecem... Como qualquer outro fen&ocirc;meno natural no mundo, &eacute; o Alcor&atilde;o, mais uma vez, que fornece a explica&ccedil;&atilde;o mais correta sobre este fen&ocirc;meno tamb&eacute;m, e mais, foi ele que anunciou esses fatos &agrave;s pessoas s&eacute;culos antes que eles fossem descobertos pela ci&ecirc;ncia.Vida numa terra mortaMuitos vers&iacute;culos no Alcor&atilde;o chamam a nossa aten&ccedil;&atilde;o para uma fun&ccedil;&atilde;o particular da chuva, que &eacute; a de &quot;dar vida a uma terra morta&quot;.Na Surata 25, &quot;... e enviamos do&nbsp;&nbsp; c&eacute;u &aacute;gua pura, para com ela&nbsp; reviver uma terra &aacute;rida, e com ela saciar tudo quanto temos criado: animais e humanos.&quot; 
Al&eacute;m de suprir a terra com &aacute;gua, a chuva tamb&eacute;m tem um efeito de fertiliza&ccedil;&atilde;o. As gotas de chuva que alcan&ccedil;am as nuvens depois de terem sido evaporadas dos mares, cont&ecirc;m certas subst&acirc;ncias &quot;que dar&atilde;o vida&quot; a uma terra &aacute;rida. Estas gotas, doadoras de vida, s&atilde;o chamadas de &quot;gotas de tens&atilde;o de superf&iacute;cie&quot;. Essas gotas se formam no n&iacute;vel mais alto da superf&iacute;cie do mar, e que os bi&oacute;logos chamam de micro camada. Nessa camada, que &eacute; mais fina do que 1/10 de mil&iacute;metro, h&aacute; muitos restos org&acirc;nicos oriundos da polui&ccedil;&atilde;o de algas e zooplanctons microsc&oacute;picas. Alguns desses restos selecionam e coletam dentro deles alguns elementos que s&atilde;o raros na &aacute;gua do mar, tais como f&oacute;sforo, magn&eacute;sio, pot&aacute;ssio e alguns metais pesados como o cobre, zinco, cobalto e chumbo. Estas gotas &quot;fertilizadoras&quot; s&atilde;o levadas para o c&eacute;u pelos ventos e depois de algum tempo elas caem no ch&atilde;o dentro das gotas de chuva. Este fato &eacute; mencionado em um outro vers&iacute;culo do Alcor&atilde;o, como se segue:


&quot;E enviamos do c&eacute;u a &aacute;gua bendita, mediante a qual produzimos jardins e cereais para a colheita.&quot; (50:9)



Os sais que caem com a chuva s&atilde;o pequenos exemplos de alguns fertilizantes (c&aacute;lcio, magn&eacute;sio, pot&aacute;ssio etc.) usados para aumentar a fertilidade. Os metais pesados encontrados nesses aeross&oacute;is, por outro lado, s&atilde;o outros elementos que aumentam a fertilidade no desenvolvimento e produ&ccedil;&atilde;o das plantas. As florestas tamb&eacute;m se desenvolvem e s&atilde;o alimentadas com a ajuda dos aeross&oacute;is orginados do mar. Desta forma, 150 milh&otilde;es de toneladas de fertilizantes caem sobre toda a superf&iacute;cie da terra durante todo o ano. Se n&atilde;o houvesse uma fertiliza&ccedil;&atilde;o natural como esta, haveria muito pouca vegeta&ccedil;&atilde;o e o equil&iacute;brio ecol&oacute;gico seria prejudicado. 
&nbsp;
O que &eacute; mais interessante &eacute; que esta verdade, que s&oacute; poderia ser descoberta pela ci&ecirc;ncia moderna, foi informada por Deus no Alcor&atilde;o h&aacute; s&eacute;culos atr&aacute;s. &nbsp; &nbsp; 

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<author>Harun Yahya (Adnan Oktar)</author>
<pubDate>21.07.2005</pubDate>
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